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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Manuscrito sobre a Guerra Peninsular (1809



In Biblioteca Nacional
«Oferta à BNP de importante manuscrito sobre a Guerra Peninsular (1809)
Foi generosamente oferecido à Biblioteca Nacional de Portugal, pelo Senhor Engenheiro Fernando Soares Carneiro, um importante manuscrito referente à Guerra Peninsular.Trata-se da Carta de Christian Adolph Frederick Eben dirigida a John Cradock, sobre a Batalha de Braga. Porto, 25 de Março de 1809. - 11 p. Original. Texto em inglês. - Bom estado de conservação e de legibilidade.O documento insere-se na conjuntura política e militar da Segunda Invasão Francesa. O manuscrito foi redigido em forma de carta pelo Barão de Eben, Christian Adolph Frederick Eben (1773? – 1825), militar prussiano ao serviço da Grã-Bretanha que assumiu cargos relevantes no exército na época das invasões napoleónicas. O texto é endereçado ao seu superior hierárquico, Sir John Cradock, Barão de Howden (1759–1839).
O Barão de Eben descreve os acontecimentos que testemunhou relacionados com «Batalha de Braga» (17 e 20 de Março de 1809), entre as tropas do marechal Soult e o exército anglo-luso, sendo as hostes portuguesas comandadas pelo general Bernardim Freire de Andrade e Castro (1759-1809) e as britânicas pelo autor do manuscrito. No relato são descritos, em detalhe, as ocorrências prévias ao assassinato do general português às mãos da população bracarense, trágico incidente provocado pelo falso rumor que se espalhou de que a vítima, que era um brilhante militar, estaria secretamente ao serviço dos franceses. São mencionados, igualmente, os efectivos do lado francês, a composição das duas guarnições, assim como o equipamento bélico, funcionamento e estratégias de avanço no terreno.O texto, com carácter testemunhal e directo da redacção, descreve as operações militares e de guerrilha, a par de informações sobre os efectivos de ambos os lados, fornece dados quantitativos e outras especificações sobre armamento, referindo, também, a debilidade do exército português ainda em processo de reconstituição. A valia destas informações confere ao documento um marcado interesse para o aprofundamento de um dos episódios marcantes da história das invasões napoleónicas. »

sábado, 10 de outubro de 2009

Fuga di Massena



Ficha Bibliográfica[1586934]PINELLI, Bartolomeo, 1781-1835[Batalhas da Guerra Peninsular] [Visual gráfico] / F. Pomares inv. ; B. Pinelli delin. et sculps.. - [S.l. : s.n.,1814?]. - 2 gravuras : buril, p&b ; 16,6x24,6 cm (f.). - Longas legendas em língua italiana. - Data segundo acontecimento representado e data expressa de obra do gravador sobre o tema, relativo a Espanha http://www.bne.es/cgi-bin [consul. 2007.04.18]. - E. Soares - Inventário da colecção de estampas. BN, 1975,, n. 3370-71. - Representação das batalhas do Buçaco (?) e de Torres Vedras

terça-feira, 22 de setembro de 2009

la campagna del portogallo nel 1810 e 1811


Ficha Bibliográfica[1586934]PINELLI, Bartolomeo, 1781-1835[Batalhas da Guerra Peninsular] [Visual gráfico] / F. Pomares inv. ; B. Pinelli delin. et sculps.. - [S.l. : s.n.,1814?]. - 2 gravuras : buril, p&b ; 16,6x24,6 cm (f.). - Longas legendas em língua italiana. - Data segundo acontecimento representado e data expressa de obra do gravador sobre o tema, relativo a Espanha http://www.bne.es/cgi-bin [consul. 2007.04.18]. - E. Soares - Inventário da colecção de estampas. BN, 1975,, n. 3370-71. - Representação das batalhas do Buçaco (?) e de Torres Vedras

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

INFAME PROCEDIMENTO DE DOM PEDRO DE ALMEIDA, MARQUEZ DE ALORNA.


TENDO VISTO SUA ALTEZA REAL... O INFAME PROCEDIMENTO DE DOM PEDRO DE ALMEIDA, MARQUEZ DE ALORNA... MANDA O PRINCIPE REGENTE NOSSO SENHOR DECLARAR O DITO PEDRO DE ALMEIDA REO DE LESA MAGESTADE DE PRIMEIRA CABECA……Tendo visto Sua Alteza Real... o infame procedimento de Dom Pedro de Almeida, Marquez de Alorna... manda o Principe Regente nosso senhor declarar o dito Pedro de Almeida réo de lesa magestade de primeira cabeça…… [Visual gráfico]. - [S.l. : s.n.], 1810 ([Lisboa] : na Impressão Regia. - 1 cartaz : p&b ; 31x22 cm. - O 3.º Marquês de Alorna, foi condenado à morte em Juízo de Inconfidência pela colaboração activa com o invasor. - Com espaço em branco para as rubricas dos cinco Governadores do Reino. - Não il.. - BN - "300 Anos do cartaz em Portugal". Lisboa, 1975, nº 13


Biblioteca Nacional

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Alegoria à expulsão do exército francês de Portugal


SILVA, Joaquim Carneiro da, 1727-1818 [ Alegoria à expulsão do exército francês de Portugal ] [Visual gráfico]J.m Carneiro da Silva inv. 1809. - 1 desenho : tinta da china com aguadas ; 15,6x17,7 cm . - Parte do nome do autor escrita a lápis. - A. Aires de Carvalho - Catálogo da colecção de desenhos. BN, 1977, n.º 119

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Uniformologia Militar Portuguesa.4

Imagem biblioteca nacional
[Militar] [Visual gráfico. - [S.l. : s.n., ca. 185-?]. - 1 gravura : água-forte, color. a guache ; 32x23 cm http://purl.pt/1082. - Data atribuída segundo características formais CDU 355.1(469)"18"(084.1) 762(=1.469)"18"(084.1)


Capítulo 4. O período romântico e o triunfo liberal.



O ideário liberal trouxe novas influências à sociedade portuguesa, incluindo o Exército e, sem dúvida os seus uniformes. A aparência discreta do soldado português, em tons de azul ou castanho, foi progressivamente enriquecida com novos recortes e adornos, típicos do período romântico, sendo o plano de uniformes de 1834 o corolário destas novas tendências. Novos fardamentos, com casacas de dupla fileira de botões, mais justas ao corpo mas mais desconfortáveis, são as primeiras alterações a ser perceptíveis na iconografia que acompanhava aquele plano de uniformes, assim como a velha barretina cilíndrica, herdada dos ingleses, que foi substituída pelo novo, ornado e pesado modelo de topo de sino, de marcadas influências prussiana e francesa. Também outros adornos se tornaram mais exuberantes, como as dragonas e charlateiras, nomeadamente as dos oficiais e da cavalaria, numa profusão de canotões de fios dourados e franjas com as cores regimentais. A cavalaria, anteriormente confinada a uma aplicação táctica indefinida, foi, a partir de 1834, dividida em regimentos de cavalaria ligeira, respectivamente seis regimentos de caçadores a cavalo e dois regimentos de lanceiros. Estes últimos foram uniformizados ao melhor estilo europeu, com jaqueta curta e cintada e com a barretina de topo rectangular, característica deste tipo de tropas, denominada de Schapska, com a sua origem nos regimentos de lanceiros polacos do período napoleónico.
A artilharia também sofreu algumas alterações, tanto na aplicação táctica como nos próprios uniformes, que passaram a distinguir a artilharia de campanha, montada e a artilharia de posição ou de sítio. Mantendo as tradicionais cores e os atributos regimentais da Arma, o encarnado e as peças cruzadas que ornavam as chapas das barretinas, golas e virados das abas das casacas, os artilheiros montados passariam a usar uniformes e armas individuais similares aos da cavalaria, o que incluía sabres, pistolas e carabinas. A farda tinha abas posteriores curtas e rematava-se com um cinto de lã à cavaleiro em vez do talabarte com patrona enquanto os artilheiros a cavalo usavam boldrié com canana, com gancho para carabina. Os artilheiros apeados equipavam-se de maneira semelhante à infantaria, com casacas de abas longas, correames cruzados, com patrona e porta baionetas e eram armados com mosquetes longos de pederneira, do modelo distribuído às Armas apeadas, geralmente Brown Bess inglesas, substituindo-se a baioneta regulamentar de infantaria pelo terçado, espécie de espada curta, característica da Artilharia.
Este plano de uniformes de 1834 significou um relativo romper estilístico com todo um sistema uniformológico que perdurava desde o plano de 1806, assim como acompanhou e reflectiu paralelamente a introdução de novos conceitos tácticos, nomeadamente na cavalaria e na artilharia. É de notar que a maioria dos oficiais do novo exército liberal que saiu da Guerra Civil de 1832-1834 haviam estado emigrados na França e na Inglaterra, onde absorveram as modas militares do período romântico, contrariamente aos quadros de comando das velhas estruturas absolutistas, assumidamente tradicionalistas e impermeáveis às influências externas, atitude que lhes poderá ter provocado a derrota no campo de batalha.
Afastada, aparentemente, a ameaça do absolutismo miguelista, confrontaram-se as facções liberais, divididas entre a esquerda dura dos seguidores da Constituição de 1820 e a direita cartista, defensora da Carta Constitucional, que tinha origem na que havia sido outorgada por D. Pedro, em 1826. No meio, deambulavam os Setembristas (Golpe de Setembro de 1836), constitucionalistas moderados, que no golpe de Fevereiro de 1842 haviam sido afastados do poder por Costa Cabral (Bebiano, 1993, p. 260 - 261).
O exército regular continuava politizado e instável, dividido em várias facções, e era secundado na instabilidade política por inúmeros batalhões de voluntários, herdeiros das antigas milícias e ordenanças. Contudo, o carácter rural destas fora substituído pela componente profundamente burguesa dos referidos batalhões da Guarda Nacional e de voluntários. Estes batalhões, de grande utilidade na guerra civil de 1832-1834, tornaram-se em contingentes de duvidoso valor militar, por vezes pretexto para uma certa burguesia envergar um uniforme, de preferência vistoso, e para exibir um mosquete e uma baioneta pelas ruas. E à semelhança de algumas dessas guardas, também elas perdiam muitas vezes o entusiasmo quando enfrentadas por tropas regulares, não restando outra solução senão voltar a entregar o mosquete e volver a casa.
Para se ter uma ideia da proliferação destas unidades de voluntários, refira-se que, entre 26 de Dezembro de 1840 e 14 de Fevereiro de 1850, as Ordens do Exército (O.E.) registam oitenta e cinco batalhões e companhias de voluntários de infantaria, cavalaria e artilharia, e deste número destacam-se vinte e nove batalhões de caçadores (Brito, 1988, p. 18 - 19). Para um país pequeno como Portugal, esta quantidade inusitada de unidades era flutuante, sendo os batalhões e companhias convocados e desmobilizados, conforme a situação política do momento. As mobilizações são intensas entre 1840 - 1841, no período que antecede o golpe de Fevereiro de 1842, e depois em 1846 - 1847, com o deflagrar da guerra civil da Patuleia. É de notar a proficuidade de batalhões ou companhias de caçadores, vinte e nove num total das já referidas oitenta e cinco unidades. É compreensível, dado o sentido de elite que o uniforme de caçadores, adoptado por estas unidades, conferia ao seu usuário, mesmo que o seu desempenho militar não correspondesse ao garbo da farda. Os uniformes de caçadores continuavam, na década de 1840, a manter as características básicas que tornavam tão solicitados por muitas unidades de voluntários. Assim, mantinha-se o castanho pinhão, com adornos em negro, como cores gerais para todas as peças do uniforme, factor que iria perdurar desde 1806 até, praticamente, ao plano de uniformes de 1885.
Continua

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Marine de Portugal .


MICHEL, H., fl. ca. 1800-1809 Marine de Portugal [Visual gráfico = Portuguese Marine / H. Michel del. ; I. Clark sculp.. - London : J.Booth, 1809. - 1 gravura : água-tinta, aguarelada http://purl.pt/5326. - Dim. da comp. sem letra: 19x16,8 cmCDU 359(=469)"18"(084.1) 762(=1.410)"18"(084.1)


Biblioteca Nacional

domingo, 12 de outubro de 2008

Soldados armados da Legião, [Lisboa, 1806]


SOLDADOS ARMADOS DA LEGIAO Soldados armados da Legião [Visual gráfico. - [Lisboa : s.n., 1806]. - 1 gravura : buril, p&b ; 37x22 cm http://purl.pt/6104. - Data atribuída segundo o Plano de Uniformes de 19 de Maio de 1806 (cf. com M. P. -Uniformes de Caçadores : 1808 a 1910. Ms. BN E.A. 114 P.). - Farda da Legião Portuguesa sob o comando do Marquês de Alorna desde 1795CDU 355.1(469)"1806"(084.1)


Biblioteca Nacional.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Cavalerie da Novion, ou de Police à Lisbone.



MICHEL, H., fl. ca. 1800-1809 Cavalerie da Novion, ou de Police à Lisbone [Visual gráfico = Novion, or Lisbon Police Cavalry / H. Michel del. ; I. Clark sculp.. - London : J.Booth, 1809. - 1 gravura : água-tinta, aguarelada http://purl.pt/5219. - Dim. da comp. sem letra: 18,5x19 cmCDU 357(=469)"18"(084.1) 762(=1.410)"18"(084.1)


biblioteca nacional

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

O arsenal do Exército . Parte 1 . Sérgio Veludo Coelho.

LEGRAND, Charles, fl. entre 1839 e 1847 Arsenal do Exército em Lisboa [Visual gráfico / Legrand. - [S.l. : s.n., ca. 1842] ([Lisboa] : Off. Lith de M. e l Luiz. - 1 gravura : litografia, p&b ; 14,6x22,7 cm (esquadria). - Data baseada no período de actividade do autorCDU 725.18(469.411.16)Arsenal do Exército(084.1) 763(=1:469)"18"(084.1)

Hoje damos inicio ao primeiro texto de Sergio Veludo Coelho sobre o arsenal do exército.


O arsenal do exército - Parte 1.


Por determinação do conde de Lippe, pelo Alvará Régio de 24 de Março de 1764, a Tenência passou a denominar-se por Real Arsenal do Exército. Em 1791, o Alvará Régio de 21 de Outubro estabeleceu um regulamento pelo qual se deveriam reger os Arsenais Reais do Exército e Intendência Geral da Fundição de Artilharia e Laboratórios de Instrumentos Bélicos, sob a inspecção da Junta da Fazenda dos Três Estados. A principal repartição do Arsenal do exército situava-se no edifício da extinta Tenência, a antiga Fundição de Baixo. Mas este edifício também continuou a funcionar como depósito de peças de artilharia, espingardas e outras armas de fogo e brancas. As instalações do arsenal do exército não se encontravam num único edifício mas estavam compreendidas em várias dependências. Apesar disso o Arsenal Real do Exército, em Lisboa, entre os finais do século XVIII e no início do século XIX, não deixava de ser um pólo industrial de importância estratégica para a defesa nacional, sobretudo face aos desafios que teve de enfrentar e que resultaram das várias campanhas militares que foram consequência da intervenção militar portuguesa no Roussillon, a Guerra das Laranjas em 1801 e todo o período da Guerra Peninsular, entre 1807 e 1814. Nas infra estruturas do Arsenal de Lisboa destacavam-se quatro estabelecimentos principais que eram as instalações da Fundição de Baixo, o Parque de Stª Clara e respectiva Fábrica de Armas, a Fundição de Baixo e o Laboratório de Stª Apolónia. A maior parte dos operários do Arsenal eram civis e com os mais diversos ofícios. O armamento, equipamento, fardamento e outros materiais de guerra e de campanha eram exigentes em termos de fabrico, provas e manutenção e envolviam uma extensa variedade de ofícios que se podem observar nos extensos mapas abaixo transcritos, dizendo apenas respeito ao estabelecimento de Lisboa, com relações de materiais produzidos nas respectivas oficinas e a listagem dos trabalhadores.»
Continua.

Military sketch of the country between Lisbon and Vimeiro


FADEN, William, 1749-1836 A military sketch of the country between Lisbon and Vimeiro occupied by the British Army under the command of Lieutenant General Viscounte Wellington [Material cartográfico] / Published with permission of the Quarter Master General by W. Faden Geographer to his Magestaty & to his Royal Highnefs the Prince of Wales. - Escala [ca. 1:95000], 8 British Miles [legais] = [13,50 cm]. - [Londres], Sharing Cross : W. Faden, 1810. - 1 mapa : gravura, aguarelado, color. ; 58,30x46,70 cm, em folha de 68,00x53,20 cm http://purl.pt/3437. - Apresenta duas cotas antigas inscritas no verso: CC 658 e I - 22 PTBNP: C.C. 284 A.CDU 355.4(469:44)(084.3) 912"18"(084.3) 914.69(084.3)

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Canhonheiras executadas na Praça de Campo Maior

FONSECA, José Maria Ferreira da, fl. 1790Reprezentação das canhonheiras executadas na Praça de Campo Maior [Visual gráfico / desenhada [por] José Maria Ferreira da Fonseca, [179-?]. - 1 desenho : tinta-da-china e aguadas, color. ; 30x49 cm http://purl.pt/1244. - Data provável atribuída segundo a filigranaCDU 725.18(469.511)"179"(084.11)

Biblioteca Nacional

domingo, 28 de setembro de 2008

Planta da Praça de Campo Maior..., 1797


XAVIER, Inácio Caetano, fl. 1797Planta da Praça de Campo Maior... [Visual gráfico / Caetano Paulo Xavier debaixo das direcções [de] Mathias Joze Dias Azedo, 1797. - 1 desenho : tinta-da-china, vermelha e aguadas ; 34x47 cm http://purl.pt/1245CDU 725.18(469.511)"1797"(084.11)


Biblioteca Nacional

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Bicentenário. Batalha do Vimeiro.

ESQUIOPPETTA, Domingo, fl. 1800-1850Batalha do Vimeiro [Visual gráfico / D. Schioppetta delin. ; J. Cardini esculp.. - [S.l. : s.n., entre 1810 e 1812]. - 1 gravura : água-forte, p&b http://purl.pt/5296. - Data baseada na inscrição e período de actividade dos gravadores. - Dim. da matriz: 33x44,1 cm. - Soares, E. - Hist. grav., nº 427)CDU 355.48 Batalha do Vimeiro(084.1) 94(469)"1808"(084.1) 762(=1.450)"18"(084.1).
Imagem Biblioteca Nacional

domingo, 10 de agosto de 2008

D. João VI, Rei de Portugal, Brasil e Algarves.

MESQUITA, João de, fl. ca. 1816D. João VI, Rey de Portugal, Brazil e Algarves [Visual gráfico / Mesquita dezenhou em 1816 ; Quinto gravou em 1817. - [S.l : s.n., 1817]. - 1 gravura : água-forte e ponteado, p&b ; 27x16,7 cm (imagem com letra) http://purl.pt/5866. - Dim. da f. truncada (sem margens): 28x17 cm PTBN E. 1534 V.. - Dim. da f.: 31x20 cm PTBN E. 4974 P.. - Provável prova de estado, em cujo círculo de enquadramento do escudo-de-armas de Portugal falta o desenho da esfera armilar PTBN E. 4974 P.. - Soares, E. - Dic. icon., nº 1542-P2)

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Carta militar das principaes estradas de Portugal

CARTA MILITAR DAS PRINCIPAES ESTRADAS DE PORTUGAL
Carta militar das principaes estradas de Portugal [Material cartográfico / grv. Romão Eloy de Almeida. - Escala [ca 1:470000]. - [Lisboa : s.n., 1808]. - 1 carta em 2 f. : p&b ; 72x135 cm cada f http://purl.pt/6302. - O exemplar com a cota C.C. 1226 R. encontra-se seccionado em quadrados e colado em tela.CDU 656.11(469)(084.3) 912"18"(084.3) 914.69(084.3)


Biblioteca Nacional

terça-feira, 15 de julho de 2008

FREDERICK DUKE OF SCHONBERG

FREDERICK DUKE OF SCHONBERG Frederick Duke of Schonberg [Visual gráfico ; G. Kneller pinx. ; G. H. fecit. - [S.l.] : Carolus Allard excud., [ca. 1685?]. - 1 gravura : maneira negra, p&b http://purl.pt/6103. - Data provável baseada no período de actividade do editor. - Dim. da matriz: 30,5x24,4 cm. - Soares, E. - Dic. icon. não cita
Biblioteca Nacional

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Manuel Jorge Gomes de Sepúlveda.


Manuel Jorge Gomes de Sepúlveda.


BARTOLOZZI, Francesco, 1728-1815Sepulveda em Bragança alçando amaõ disse pelo principe regente D. Joaõ [Visual gráfico : 1.º edital de 11 de Junho de 1808, 2.º edital de 21 de Junho de 1808 / Ignacio da Silva Valente pinx. ; F. Bartolozzi sculp. em Lisboa em 1812. - [Londres : T. C. Hansard, 1813]. - 1 gravura : água-forte, buril e ponteado, p&b ; 15,5x12,5 cm (imagem sem letra) http://purl.pt/13350. - Dim. f.: 25x18 cm PTBN E. 4986 P.. - Soares, E. - Dic. icon., n.º 2934


In Biblioteca Nacional

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Bernardim Freire de Andrade.


Bernardim Freire de Andrade.


QUEIROS, Gregório Francisco de, 1768-1845 Bernardim Freire de Andrada [sic] e Castro [Visual gráfico / G. F. de Queirós gravador de S. Mag. fez. - [S.l. : s.n., ca. 1820]. - 1 gravura : ponteado, p&b http://purl.pt/4324. - Data atribuída segundo o período de actividade do gravador. - Dim. da matriz: 32,5x23,8 cm. - Soares, E. _ Dic. icon. nº 184


In Biblioteca Nacional

sexta-feira, 20 de junho de 2008

UNIFORME PARA ARTILHARIA DE POSICAO

UNIFORME PARA ARTILHARIA DE POSICAO Uniforme para artilheria de posição [Visual gráfico : serventes a pé do 1º regimento. - [S.l. : s.n., 1848] ([Lisboa] : Lit. da Imp. Nac.. - 1 gravura : litografia, p&b. - Dim. da comp. sem letra: 20x34 cmCDU 358-051(=1.469)"1848"(084.1) 763(=1.469)"18"(084.1)

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