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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

A vedoria.

Uma boa notícia.
Muita gente em Lagos [ e claro, fora de Lagos] estranha o nome da Rua da Vedoria, onde se localizava a Alfandega.
O que é isso da Vedoria?
Quem era o Vedor?

Pois, Jorge Penim de Freitas irá dedicar um conjunto de posts sobre o tema.
O primeiro post " O vedor geral do exército" pode ser lido AQUI.
Outro texto sobre a Vedoria poderá ser consultado na pagína [ O exercito Português em finais do antigo regime] de Manuel do Amaral , AQUI .

terça-feira, 23 de setembro de 2008

As mostras.

Ao longo dos posts sobre o Decreto do Conde Lippe foram referidas varias vezes as " mostras".
Sobre o assunto, irá dedicar Jorge Penim de Freitas , autor do blog Guerra da Restauração uns posts, deixando aqui o link da primeira parte.
Sobre as mostras, lembro-me da Ordem do Dia de 29 de Setembro 1809 que refere" o “Senhor Marechal faz saber, que ele costuma contar as filas” , isto porque, Beresford desconfiava que os comandos apresentavam nos exercicios mapas das forças que não correspondiam aos homens efectivamente integrados nas respectivas filas.

domingo, 21 de setembro de 2008

Conde Lippe, o Sargento-Mor e o Fidalgo. II

Recebi um comentário de Jorge Penim de Freitas , autor do Blog Guerra da Restauração, o qual coloco com a sua autorização.
"A propósito do post sobre o célebre decreto do Conde de Lippe, não estou certo de que o decreto se referisse ao sargento-mor. Os sargentos podiam eventualmente responder pelas companhias nas mostras, caso os oficiais das mesmas estivessem ausentes - seria uma situação de recurso, mas que aconteceu com alguma frequência durante a Guerra da Restauração, inclusive na cavalaria, onde os furriéis chegavam a responder pelas companhias. Mas "responder" não significava "comandar", era apenas uma situação relacionada com a administração da unidade, que envolvia ler e assinar as listas de pagamento e redigir as de soldados e material de guerra antes das mostras. Já no século XVII, o sargento e o furriel deviam saber ler e escrever. É uma dúvida que fica."
Fica pois a dúvida.
Na verdade , só uma troca de ideias dos amantes das várias épocas para compreender a evolução do exército português.