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quarta-feira, 20 de julho de 2011

It is the Soldier


"It is the Soldier, not the minister

Who has given us freedom of religion.


It is the Soldier, not the reporter

Who has given us freedom of the press.


It is the Soldier, not the poet

Who has given us freedom of speech.


It is the Soldier, not the campus organizer

Who has given us freedom to protest.


It is the Soldier, not the lawyer

Who has given us the right to a fair trial.


It is the Soldier, not the politician

Who has given us the right to vote.


It is the Soldier who salutes the flag,

Who serves beneath the flag,

And whose coffin is draped by the flag,

Who allows the protester to burn the flag."


Charles M. Province, escrito em 1970

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A poesia durante a Guerra Peninsular.

Durante o período das invasões Francesas, muitos foram os portugueses que deram largas à sua imaginação para enaltecerem a sua Pátria, ou simplesmente como forma de elevar o espírito dos seu compatriotas, que tão humilhados se sentiam com a invasão das Forças Francesas, que alegadamente vinham libertar o Povo e acabaram por o oprimir de forma inimaginável.

Os poemas eram não só uma formidável forma de propaganda anti-francesa, como motivadora da moral do povo, das elites e dos militares.

Com tempo irei colocar alguns poemas, citados nas obras da época ou em posteriores.
Será de forma esporadicamente, pois não é a minha área, nem o blog foi criado com este fim. Será uma mera curiosidade.

O poema abaixo encontra-se no 3 volume da genial obra de Cláudio de Chaby, cujo nome é “Excerptos historicos e collecção de documentos relativos á guerra denominada da Peninsula e às anteriores de 1801 , e do Roussillon e Cataluña"


Poema

Famoso Portugal, a tua gloria
Inda se não murchou, inda persiste ;
Em eternos padrões, no Céu existe,
Dos Heroes Lusos a immortal memória :

Inda lemos, nas paginas da Historia,
Os triumphos, que tu, ó índia viste ! . . .
Ah, se agora ao Francez se não resiste,
Nós não perdemos uma só victoria ! . . .

Em apparencia de leaes verdades,
Com que um PRÍNCIPE ás vezes se convence,
Se encobriram cruéis atrocidades!

Ah. que fomos vencidos ninguém pense !
À forca de traições e falsidades.

D´ Austerlitz o Heróe Portugal vence”