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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

EXPOSITION " ESPAGNE ET PORTUGAL : 1807-1814 WELLINGTON ENTRE EN SCÈNE "


EXPOSITION " ESPAGNE ET PORTUGAL : 1807-1814 WELLINGTON ENTRE EN SCÈNE "


Du 18/02/11 au 31/5/2011

Le musée Wellington présente en collaboration avec le Musée Royal de l’Armée et le Comité de Waterloo, une exposition sur les campagnes d’Espagne et du Portugal de Napoléon. Elle couvrira les périodes de 1807 à 1814.

Des armes, des portraits, des uniformes, des médailles, nombre de pièces exceptionnelles ont été rassemblés pour illustrer les origines et le déroulement de cette guerre qui a ensanglanté la Péninsule ibérique pendant plusieurs années et entraîné des bouleversements politiques dont les conséquences se feront sentir jusqu’au XXème siècle.

Un montage audio-visuel et des visites guidées vous présenteront les différentes étapes de cette période napoléonienne.

Visites guidées possibles sur réservation.

Tarif d’entrée : 5€ exposition et musée ou 3€ pour l’exposition uniquement.

Musée Wellington, chaussée de Bruxelles 147 – 1410 Waterloo

Tél : 02/357 28 60 – museewellington@skynet.be

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Portuguese and Spanish armies

We are mistaken if we believe that what these Portuguese and Spanish armies require is discipline properly so-called. They want the habits and spirits of soldiers-the habits of command on one side and of obedience on the other; mutual confidence between officers and men; and above all, a determination in the superiors to obey the spirit of the orders they receive, let what will be the consequence, and the spirit to tell the true cause if they do not "

Wellington to Earl of Liverpool, Badajoz, November 14, 1809

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Waterloo




Hoje não resisto a colocar parte do excelente filme Waterloo, no qual se podem ver uma carga de cavalaria, e a defesa da infantaria com formações em quadrado.


Isto bem podia ser uma imagem da Guerra Peninsular, retirada da batalha de Salamanca ou Vitoria.

O quadrado era a única forma da infantaria se defender de um ataque.

Esta defesa também era usada noutras situações de defesa, por exemplo, no combate Marracuene (2 de Fevereiro de 1895) , primeira grande vitória Portuguesa na campanha do fim dos sec XIX em Moçambique.

sábado, 1 de agosto de 2009

1 de Agosto de 1808 - Wellesley a Castlereagh.

Em memorando, de 1 de Agosto de 1808 (num memorando de Wellesley ao ministro da guerra em Londres), Castlereagh, referia:
“Sou de opinião que a Inglaterra deve levantar, organizar e pagar um exército em Portugal. Compor-se-á de 30.000 homens de tropas portuguesas, que podem ser recrutadas em pouco tempo, e de 20.000 ingleses, 4.000 ou 5.000 dos quais serão de cavalaria. Este exército operará nas fronteiras de Portugal na Estremadura espanhola, e servirá de ligação entre a Galiza e Andaluzia. Por este meio a Grã-Bretanha terá o primeiro lugar na direcção da guerra da península, e qualquer que seja o resultado dos esforços dos espanhóis, ela salvará Portugal das garras dos franceses. Vós sabeis melhor do que eu se podeis ou não suportar esta despesa, ou em que proporção o governo português a quererá ou poderá suportar pela sua parte. Adoptando vós este projecto, tudo deve vir de Inglaterra, armas, munições, vestuário, equipamento, artilharia, farinha, aveia, etc. Estes artigos deverão ser remetidos à fronteira, em parte pela navegação do Douro e do Tejo, e em parte por outras vias”[1].

Voltará a expor as mesmas ideias num outro memorando datado de 7 de Março de 1809:
“Sempre fui de parecer que, qualquer que fosse o resultado da guerra da Espanha, era preciso defender Portugal, e que as medidas tomadas para defesa deste reino seriam também de uma grande utilidade para os espanhóis na sua guerra contra os franceses. Quanto a mim, o Estado militar de Portugal deve ser levado, como noutro tempo, a 4. 0.000 homem de milícias e 30.000 de tropas regulares, e além destas forças, sua majestade britânica deve ter em Portugal 20.000 ingleses, compreendendo neste número 4.000 homens de cavalaria, pouco mais ou menos. Penso que mesmo no caso de que a Espanha seja conquistada, os franceses não poderão submeter Portugal com menos de 100.000 homens; e que durante o tempo por que a guerra durar em Espanha, as forças portuguesas, a poderem-se pôr em actividade, serão muito úteis aos espanhóis, e poderão talvez decidir a questão;
Entretanto é evidente que o Estado militar de Portugal não poderá ser reorganizado sem um amplo socorro de dinheiro, e um apoio político por parte da Inglaterra. A única maneira que me parece segura e mesmo praticável de prestar este socorro e apoio, ou de intervir nos negocias de Portugal, debaixo da relação militar, é o encarregar o embaixador de el-rei em Lisboa de dar, ou de reter as somas que julgar necessárias para ajudar os estabelecimentos militares somente, e de lhe recomendar que vigie que as rendas de toda a natureza de Portugal sejam empregadas primeiro que tudo neste objecto. Munido destes poderes e destas instruções, o embaixador poderá certamente sindicar todas as medidas do governo português, e poderemos então esperar ter em campanha um exército português em Estado regular. Mas como nesta época não tem sido possível seguir este sistema, tendo-se a atenção do governo dirigido para outros objectos, é provável que o Estado militar de Portugal tenha feito poucos progressos. Se se considera o número de tropas inglesas que exige a defesa deste país e as outras medidas a tomar, é necessária atender por um lado ao pequeno número de tropas portuguesas e à probabilidade de um ataque próximo por parte do inimigo, e por outro à continuação da guerra em Espanha, e à probabilidade de que os franceses poderão dispor de forças numerosas antes de pouco para atacarem Portugal. Recomendarei também a adopção das medidas políticas de que mais acima falei, para levantar o Estado militar de Portugal. É provável que a despesa para este objecto não exceda neste ano a um milhão esterlinos; mas se aproveitar e a guerra continuar em Espanha e em Portugal, a vantagem que se tirar do aumento do Estado militar compensará para mais as despesas que se tiverem feito.
O exército inglês em Portugal, segundo este plano, não poderá ser menor de 30.000 homens, dos quase 4.000 a 5.000 de cavalaria, com mais um numeroso corpo de artilharia. Precisa-se de tanta cavalaria e artilharia, como digo, porque o Estado militar de Portugal carece justamente destas duas armas. A cavalaria inglesa, a alemã e a artilharia deverão servir com a infantaria portuguesa. Todo o exército de Portugal, inglês e português, será comandado por oficiais ingleses. O Estado-maior do exército, o comissariado sobretudo, serão compostos de ingleses. A importância destas administrações será proporcionada à força do exército que deverá obrar em Portugal, ao número dos postos destacados que será necessário ocupar, e às dificuldades que se poderão encontrar em achar e distribuir os víveres no país. Quanto às medidas secundárias, recomendo reforçar-se o mais breve possível o exército inglês em Portugal com algumas companhias de carabineiros ingleses, ou alemães; completar a artilharia deste exército até ao computo de 30 peças, sendo duas brigadas de 9; ter todas estas munidas de boas bestas; enviar para Portugal 20 peças de bronze de 12 sobre trens de viagem, para ocupar certas posições no país; e juntar ao exército um corpo ele engenheiros como para 60.000 homens, e um corpo de artilheiros para 60 peças de artilharia.
«Bem sei que o exército inglês actualmente em Portugal é de 20.000 homens, compreendida a cavalaria. Completar-se-ão o mais breve possível 20.000 homens de infantaria, reunindo-se-lhes os carabineiros e outra boa infantaria, bem descansada já da guerra da Espanha. Os reforços seguirão à medida que as tropas forem repousando das suas fadigas. A primeira coisa a fazei é completar o exército de Portugal em cavalaria e artilharia, servindo as peças com boas bestas, como deve ser. Imediatamente partirão logo o general e oficiais de Estado-maior, porque pode contar-se que apenas os jornais anunciarem a partida dos oficiais para Portugal, os exércitos franceses em Espanha receberão ordem ele marchar para este reino, com as vistas de chegarem antes que possamos organizar a sua defesa. É-nos preciso pois ter tudo sobre o terreno, ou pelo menos antes de haver algum despertamento em Inglaterra, quanto aos nossos projectos. Alem dos artigos acima enumerados, é preciso enviar quanto antes para Lisboa 30.000 armas, fardamentos e sapatos para o exército português»
[2].

[1] Simão José da Luz Soriano, ibidem, vol 2, 2 época, p.97.
[2] Simão José da Luz Soriano, ibidem, vol 2, 2 época, p.94 e Sir Arthur Wellesley, “Memorandum on the Defense of Portugal, 7 March 1809”, Wellington’s Dispatches…, vol. IV, London, 1837, pp.261-263.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

De volta ao Blog.



Por motivos de ordem pessoal e profissional não me tem sido possível actualizar o blog com a frequência pretendida.

Tentarei na próxima semana retomar os textos.


Como recompensa, aos resistentes nas visitas, a quem agradeço junto imagens de uma medalha com Wellington na qual são visiveis as armas de Portugal.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Military sketch of the country between Lisbon and Vimeiro


FADEN, William, 1749-1836 A military sketch of the country between Lisbon and Vimeiro occupied by the British Army under the command of Lieutenant General Viscounte Wellington [Material cartográfico] / Published with permission of the Quarter Master General by W. Faden Geographer to his Magestaty & to his Royal Highnefs the Prince of Wales. - Escala [ca. 1:95000], 8 British Miles [legais] = [13,50 cm]. - [Londres], Sharing Cross : W. Faden, 1810. - 1 mapa : gravura, aguarelado, color. ; 58,30x46,70 cm, em folha de 68,00x53,20 cm http://purl.pt/3437. - Apresenta duas cotas antigas inscritas no verso: CC 658 e I - 22 PTBNP: C.C. 284 A.CDU 355.4(469:44)(084.3) 912"18"(084.3) 914.69(084.3)

sábado, 20 de setembro de 2008

Wellington Congress 2010.

Tal como acabo de conhecer através do Napoleon Series.

Date: 8-11 July 2010
Description: The fourth in a sequence of congresses based around the career of the first Duke of Wellington, as well as the wider context in Britain, Ireland, the Empire and continental Europe, 1780 to 1850. There will also be a special focus on the Peninsular War.
Details: website Conference
organisers: Professor Chris Woolgar
Venue: University of Southampton
Contact: Professor Chris Woolgar Email: archives@soton.ac.uk
Tel: +44 (0)23 8059 2721 Fax: +44 (0)23 8059 5451
Address: Wellington Congress 2010, Archives and Manuscripts, Hartley Library, University of Southampton, Highfield, Southampton SO17 1BJ, United Kingdom
Deadlines: call for papers: 16 October 2009; registration: May/June 2010
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terça-feira, 19 de agosto de 2008

Forças Britanicas na Batalha do Vimeiro.

Corpo de Wellesley na Batalha do Vimeiro

Comandante da Força Tenente General Sir Arthur Wellesley
Segundo Comandante Major General Sir Brent Spencer
Quartel-Mestre General : Tenente-Coronel W. H. De Lancey ao comando
General Adjunto: Tenente-Coronel Lord Aylmer ao comando
Deputado Quartel- Mestre General Tenente-coronel graduado James Bathurst
Deputado General Adjunto Tenente-coronel graduado George Tucker
Artilharia Tenente-coronel William Robe
Cavalaria Tenente-Coronel C.D. Taylor
Comandante da Artilharia: Tenente-Coronel H. Framingham
Comandante da Engenharia: Coronel R. Fletcher

1º Brigada
Brigada Comandada pelo Major General Sir Rowland Hill
1º Batalhão do 5° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Northumberland
1º Batalhão do 9° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- East Norfolk
1º Batalhão do 38° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- 1º Staffordshire
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American

2º Brigada
Brigada Comandada pelo Major General Ronald Ferguson

36° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Herefordshire
1º Batalhão do 40° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- 2º Somersetshire
1º Batalhão do 71° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Highland Light Infantry
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American

3º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Miles Nightingall
29° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Worcestershire Regiment
1º Batalhão do 82° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Prince of Wale´s Volunteers
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American

4º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Barnard Bowes

1º Batalhão do 6° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- 1º Warwickshire Regiment
1º Batalhão do 32° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Cornwall
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American

5º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro James Catlin Craufurd
1º Batalhão do 45° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Nottinghamshire
1º Batalhão do 91° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Argyllshire Highlanders
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American

6º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Henry Fane
1º Batalhão do 50° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- West Kent
5 Companhias, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
4 Companhias 2º Batalhão do 95° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Rifle Corps

7º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Robert Anstruther
2º Batalhão do 9° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- East Norfolk
2º Batalhão do 43° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Monmouthshire Light Infantry
2º Batalhão do 52° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Oxfordshire Light Infantry
97° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Queens Own German

8º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Wroth Palmer Acland
2° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Queen’s Regiment
20° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- East Devonshire
2 Companhias 1º Batalhão do 95° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Rifle Corps

INDEPENDENTES

20° Regimento Britânico de Cavalaria “Light Dragoon”


*
* *

Uma Ordem Geral de 21 Agosto, emitida depois da batalha de Vimeiro, determinou e ordenou que duas companhias do 1º Batalhão do 95° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Rifle Corps fossem integradas na 6ª Brigada e determinou que uma Companhia do 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American fossem integradas nos 7º e 8ª Brigadas, deixando só três companhias assim com a 6ª Brigada.
Em 21 Agosto, o Coronel John Harding chegou para comandar a artilharia.
Uma Ordem Geral de 22 Agosto ordenou a transferência do 97° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Queens Own German para a 8ª Brigada.

A 22 Agosto, o Tenente General Dalrymple chega e assume o comando do exército.
Ele imediatamente suspende as operações, concordando com a uma suspensão de hostilidades e começou a negociar uma convenção para a retirada de forças francesas de Portugal, a infame Convenção de Cintra.

sábado, 16 de agosto de 2008

Há 200 anos. 16 de Agosto 1808

Wellesley manda fazer um alto para se assegurar das praias de Nazaré.

As tropas de Loison marcham sobre Alcoentre.

Proclamação de Junot aos habitantes de Lisboa antes de sair da capital ao encontro das forças anglo-portuguesas.

domingo, 10 de agosto de 2008

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

O desembarco em Lavos e as campanhas de Wellington na Radio.

Acabo de saber atraves do Napoleon Series desta série de programas de radio da BBC referentes à Guerra Peninsular.

Aqui fica o link At War with Wellington


Ficam tambem umas belas fotografias do desembarque de Wellesley e suas forças, uma das quais é colocada neste post.
"News of the british landings in Portugal along with all the commemorative events, battles and of course the BBC radio 4 series. "


sexta-feira, 1 de agosto de 2008

O desembarque das forças de Weleslley.

Corpo de Wellesley

Comandante da Força.:Tenente-general Wellesley
Segundo no comando: Major General Hill

Brigada de Hill, comandada temporariamente pelo Major-General Ferguson
1º Batalhão do 5º Regimento
1º Batalhão do 9º Regimento
1º Batalhão do 38º Regimento

Brigada Ligeira, comandada pelo Brigadeiro-General Fane
1º Batalhão do 60º Regimento
4 Companhias do 2º Batalhão do 95º Regimento
4º Batalhão do Royal Veteran

Brigada Highland comandada pelo Brigadeiro-General Craufurd
1º Batalhão do 40º Regimento
1º Batalhão do 71º Regimento
1º Batalhão do 91º Regimento

Iriam desembracar ainda as companhias [Geary e Raynsford ] da Real Artilharia sob comando do Coronel Robe, e o 20º regimento de cavalaria de Light Dragoons.

O 4º Batalhão do Royal Veteran permaneceu embarcado para ser enviado a Gibraltar.

Foram enviados em Julho 6 morteiros de ferro de 10 polegadas e 5 morteiros de bronze de 5,5 polegadas , sendo incorporadas em cada brigada ( a 3 de Agosto) um obus e 3 peças de artilharia. As peças de 9 libras foram incorporadas na Brigada de Ferguson e as restantes ficaram na artilharia de reserva O 1º batalhão do 36º Regimento foi incorporado na Brigada de Craufurd e o 1º batalhão do 45º Regimento na brigada de Fane.


Corpo de Spencer

O Corpo de Spencer que partira de Gibraltar , chegou no dia 6 de Agosto , iniciando o seu desembarque , o qual levou 2 dias.Trazia consigo cerca de 5.400 homens.

29º Regimento
1º Batalhão do 32º Regimento
1º Batalhão do 50º Regimento
1º Batalhão do 82º Regimento
Metade de uma companhia de artilharia [Lawson's] com 4 peças de 6 libras e 2 obuses de 5.5 polegadas.
O brigadeiro Barnard Bowes acompanhava o corpo de Spencer , com 0 6º regimento de Guarnição de Gibraltar.

domingo, 13 de julho de 2008

Há 200 anos. 12 - 13 de Julho 1808

Julho, 12 - Parte de Inglaterra a expedição de auxílio militar a Portugal comandada par Sir Arthur Wellesley.
Julho, 13 - Sublevação de Évora, por proposta do general Francisco de Paula Leite.





General Francisco de Paula Leite.