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sábado, 13 de dezembro de 2014

Complementarmente aos quadros acima transcritos, foi publicada esta relação das peças de artilharia das companhias existentes no Algarve em Agosto de 1803

Equipamento  e  Quantidade

Peças de bronze de calibre 3 montadas -6
Peças de bronze de calibre 6 montadas -12
Peças de bronze de calibre 9 montadas -8
Peças de bronze de calibre 9 desmontadas -7
Peças de bronze de calibre 12 desmontadas -3
Carros de manchego para peças de calibre 6 -12
Carros de manchego para peças de calibre 9 -7

Lagos

Peças de bronze de calibre 6 montadas -4
Peças de bronze de calibre 9 desmontadas -3
Obuses de 6 polegadas montados -2

Parque do Regimento de Artilharia

Peças de bronze de calibre 1 montadas -8
Peças de bronze de calibre 6 montadas -8
Obuz de 8 polegadas montado -1
Obuz de 5,07 polegadas montado -1
Obuz de 5,50 polegadas montado -1
Obuz de 5,04 polegadas montado -1
Carros de manchego -13

Resumo

Peças -59
Obuzes -6
Carros de manchego -32


Fonte [TNA WO 72/79 85.] Citado na tese de Sérgio Veludo Coelho,"Os Arsenais Reais de Lisboa e do Porto 1800-1814" 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Relação das bocas de fogo e munições que existem Praça de Lagos, e Fortes adjacentes em 1802



Praça de Lagos, e Fortes adjacentes ( 1802)

4 peças de artilharia de bronze de calibre 6 com os seus pertences prontos
2 obuzes de 6 polegadas
386 arrobas de pólvora
1093 cartuchinhos de espingarda como também algumas lanternetas pertencentes às ditas
bocas de fogo

Na bataria da Barra

2 peças de artilharia de bronze calibre 12 com toda a palamenta precisa em bom estado
Na fortaleza da meia Praia
5 peças de artilharia de bronze
24 peças com reparos em bom estado
7 arrobas e 12 arráteis de pólvora

Na bataria do pinhão

4 peças de artilharia de ferro de calibre 24
1 dita de bronze de calibre 12 todas com a palamenta precisa em bom estado
6 arrobas e 8 arráteis de pólvora em barris e alguma em cartuchos

Na bataria da Fortaleza da cidade

2 peças de artilharia de bronze de calibre 18 e 12 com a sua palamenta em bom estado
8 arrobas e 18,50 arráteis de pólvora

Na bataria de Porto de Moz

2 peças de artilharia de bronze de calibre 12 com a sua palamenta em bom estado
No forte de Nossa Senhora Da Luz
2 peças de artilharia de bronze de calibre 12 e 1 peça de ferro de calibre 9 com a palamenta
em bom estado
5 arrobas e 1 arrátel de pólvora, alguma encartuchada

No forte do Borgom [ Burgau]

2 peças de artilharia de calibre 10 e 12 de bronze, com a sua palamenta e reparos em bom
estado
6 arrobas e 25 arráteis de pólvora

No forte de Almadana [Almadena]

2 peças de artilharia de bronze de calibre 12
1 dita de ferro de calibre 6 com a palamenta pronta
8 arrobas e 10 arráteis de pólvora

No forte da Figueira

2 peças de artilharia de bronze de calibre 12 e com palamenta em bom estado, à excepção de
um reparo que precisa conserto
6 arrobas e 19 arráteis de pólvora

No forte de Zavia [ Zavial]

3 peças de artilharia de bronze de vários calibres com palamenta em bom estado
7 arrobas de pólvora

Fonte [ TNA WO 72/79 63-62] Citado na tese de Sérgio Veludo Coelho,"Os Arsenais Reais de Lisboa e do Porto 1800-1814" 
Coloquei a vermelho o nome atual onde se encontravam as batarias



sexta-feira, 23 de julho de 2010

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Peça de Artilharia Schneider Canet


A peça de artilharia Schneider Canet foi referida no post sobre a primeira guerra mundial.

Fica aqui o texto retirado do Museu de Angara do Heroismo e a Imagem da peça .

"Na sequência da reforma do serviço militar efectuada em 1901, o Governo Português decidiu renovar o armamento de artilharia de campanha, nomeando uma comissão de oficiais para examinar comparativamente os modelos produzidos nas fábricas Krupp alemã e Schneider francesa. Esta comissão optou pelo modelo 75 francês, por considerá-lo “o mais perfeito e mais completo de todos os que tiveram ocasião de ver e apreciar”, tendo sido adquiridas 36 batarias das quais fazia parte a peça em exposição.


Produto da tecnologia do aço, o canhão 75 francês, da fábrica Schneider Frères & Cie., foi decisivo na vitória Republicana de 5 de Outubro de 1910 e no desenrolar da Grande Guerra, equipando parte das forças aliadas e o Corpo Expedicionário Português que se deslocou a França para participar no conflito. Foi nesta altura que algumas peças deste modelo foram aquarteladas no Castelo de São João Baptista sob a designação de Bateria de Artilharia de Guarnição n.º 3, aí permanecendo até aos anos quarenta.

Esta bataria integrou a defesa da Ilha Terceira e esteve aquartelada no Castelo de S. João Baptista desta cidade sob a designação de BAG 3 (Bataria de Artilharia de Guarnição n.º 3).

O conjunto existente no Museu de Angra do Heroísmo é o único completo em instituições museológicas e é constituído por :

•4 peças de artilharia 7,5 cm TR
•4 armões de tracção das peças de artilharia
•4 carros de munições
•4 armões de tracção dos carros de munições
•1 carro de bateria
•1 forja
•2 armões de tracção do carro de bataria e da forja.
Os arreios mod. 1917 fazem parte da bataria. Os armões de tracção, além de servirem para o transporte dos artilheiros serventes, contêm cofres para transporte de munições, ferramentas e acessórios diversos"

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Revista de Artilharia

Outra novidade. A Revista de Artilharia publicou a sua 1000 revista.




Nesta revista, vem um artigo do Cor. Art João Vieira Borges com o titulo " A Guerra Peninsular na Revista de Artilharia "


A boa novidade é que tal artigo está online aqui.



Já antes tinha sido publicado u artigo sobre a peça francesa capturada durante a batalha de Vitoria, artigo com o título "Um Canhão da Guerra Peninsular " aqui.

Tenho a revista algures, não me lebrando do nome do autor do mesmo.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

UNIFORME PARA ARTILHARIA DE POSICAO

UNIFORME PARA ARTILHARIA DE POSICAO Uniforme para artilheria de posição [Visual gráfico : serventes a pé do 1º regimento. - [S.l. : s.n., 1848] ([Lisboa] : Lit. da Imp. Nac.. - 1 gravura : litografia, p&b. - Dim. da comp. sem letra: 20x34 cmCDU 358-051(=1.469)"1848"(084.1) 763(=1.469)"18"(084.1)

Biblioteca Nacional

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Quartel de Lagos.

Em 1715-16 foi construído um edifício para albergar o Trem de artilharia, passando pouco tempo depois para o Regimento de Artilharia e Marinha do Reino do Algarve. Em 1755 o tremor de terra destruiu o edifício.
Por Decreto de 17 de Julho de 1793 foi restabelecido o Trem de Artilharia.
O actual quartel foi construído em 1795, no lugar da antiga ermida de Santa Bárbara, sob a porta de São Gonçalo, sendo destinado ao Regimento de Lagos. A sua construção foi ordenada pelo Governador, Nuno José Fulgêncio de Mendonça e Moura, Conde do Vale de Reis.
Trata-se de um edifício de arquitectura militar de linhas simples, sendo composto de vários corpos de 1 e 2 pisos que encerram a parada militar. Tem a sua entrada pela Rua Castelo dos Governadores, sendo esta a que se encontra na fotografia.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Trem de Lagos - 15 de Junho de 1795.


Por decreto de 15 de Junho de 1795, é mandado restabelecer o Trem de Lagos com um novo Plano (organização).
«O Trem, foi o organismo criado a seguir à Restauração de 1641, que agrupava pessoal, animais de tiro, material e munições de artilharia, e subordinado tacticamente ao General de Artilharia. A cargo do Trem ficava, na zona de operações, o municiamento do Exército e das praças de guerra, tendo algumas vezes o Trem cedido contingentes de pessoal aos navios de Guerra. Também a cargo do Trem ficara o encargo de reparação do material»

quinta-feira, 13 de março de 2008

Regimento de Artilharia de Lagos

Em 1705 veio da Holanda uma ponte de barcas que foi mandada para o Alentejo, constituindo-se a Companhia de Barcas com 40 a 50 homens. Por esta altura, é criada uma companhia de artilharia para o Algarve.
Em 1721 é formado o Regimento de Artilharia e Marinha do Reino do Algarve com companhias «independentes», sendo reorganizado em 1763, e toma a designação de Regimento de Artilharia de Lagos em Maio de 1763.
Em 9 de Abril de 1762 é criado o Regimento de Artilharia da Corte com quartel-general em S. Julião da Barra, e em 1763 o Regimento de Artilharia do Porto.
Em Junho de 1764 o Regimento de Artilharia de Lagos foi desta cidade para o quartel da Feitoria, em Oeiras, dando elevados contingentes para embarques.
Em 1774, o Regimento de Artilharia de Lagos fornece três companhias para o novo Regimento de Artilharia do Reino do Algarve, restabelecido em Fevereiro de 1774, em Faro.
O Regimento de Artilharia de Lagos aquartelado na Feitoria foi extinto em 1776, incorporando-se no Regimento de Artilharia da Corte.
O regimento de artilharia do Algarve, em 1806 passou a ser designado por Regimento de Artilharia n.º 2.