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terça-feira, 19 de agosto de 2008

Incontornável. Vimeiro 1808- Wellesley’s first victory in the Peninsular.

Incontornável, a leitura neste bicentenário da batalha do Vimeiro, da obra de René Chartrand “Vimeiro 1808 - Wellesley’s first victory in the Peninsular”, da Osprey.

Retirado da Osprey:
«About this book
On 2 August 1808 a British army of 14,000 men began landing north of Lisbon under the command of Sir Arthur Wellesley, the future Duke of Wellington. They were coming to assist the Portuguese, Britain's oldest ally, to liberate their country from its French occupiers. Within a month Wellesley was to win two victories over the French at the battles of Roliça and Vimeiro. General Andoche Junot, the French commander, was forced to surrender and evacuate Portugal. René Chartrand examines the first of Wellesley's string of victories in the Peninsular War.
Contents
Origins of the Campaign
Chronology
Opposing Commanders
Opposing Armies
Opposing Plans
Junots French invasion and occupation of Portugal
The 1808 Revolt
Wellesley arrives
The Battle of Rolia

The battle of Vimiero
Aftermath
the Convention of Cintra
The Battlefields today
Bibliography
Index
Paperback; September 2001; 96 pages; ISBN: 9781841763095
»

Rene Chartrand é autor da já conhecida triologia “The Portuguese Army of the Napoleonic Wars».

Ver aqui um post deste blog




domingo, 17 de agosto de 2008

Há 200 anos. O combate da Roliça . 17 de Agosto


«COMBATES DE ÓBIDOS E ROLIÇA. - O general francês, com forças inferiores às de Wellesley, retirou sobre Óbidos, indo ocupar definitivamente as posições de Roliça e Columbeira, tentando tomar contacto com a divisão Loison que devia reforçá-lo, vindo de Tomar. Essa junção, porém, não se efectuou; e o exército Anglo-Português, depois de um breve combate, a 15, em Óbidos, com as avançadas francesas, a 17 defrontou-se com as posições de Roliça, que mandou atacar por seis colunas, envolvendo-as pelo flanco direito dos franceses, para cortá-los de qualquer eventual reforço da divisão Loison. De Laborde, quase envolvido e com graves perdas em oficiais, soldados e artilharia, deu ordem de retirada" sobre Torres Vedras e Runa. O renhido combate da Roliça era o primeiro revés dos franceses em Portugal e o baptismo de fogo dos bisonhos soldados portugueses da restauração.»


Carlos Selvagem , Portugal Militar, INCM.


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«Terminado a 8 desembarque da expedição, Wellesley, começou no dia imediato a avançar sobre Lisboa, contando Reunir-se em Leiria as forcas de Bernardim Freire, o que nunca chegou a efectuar-se apesar das repetidas instancias do comandante em chefe dos aliados e do coronel Trant. A condescendência do general português foi só ate ao ponto de mandar um destacamento dos seus soldados incorporar-se no exército britânico; sem isso a nossa acção na Roliça no Vimeiro teria sido absolutamente nula.
Junot, no entretanto, ia-se preparando para a resistência.
A Loison, que estava no norte, deu ordem para retirar sobre a capital, procurando juntar-se as forças de Delaborde, que marchavam ao seu encontro e, depois de efectuada a junção, que tratassem de se opor a marcha dos ingleses, dificultando-lhes o avanço. Delaborde, porem, antes de se reunir a Loison teve que se defrontar com Wellesley na Rolica onde sozinho, sustentou o choque dos aliados (17 de Agosto). Todas as vantagens da posição dos francezes, que eram realmente grandes, foram destruídas pela esmagadora diferença no numero
dos combatentes, retirando as franceses derrotados e criando alento e entusiasmo os soldados britânicos, pela sua primeira vitória na Península. […]No próprio dia do combate da Roliça foi 9 general em chefe avisado da chegada dum considerável reforço (brigada Anstruther) determinando, em consequencia disso, ir ocupar a posição do Vimeiro, donde lhe protegeria o desembarque.
No dia 18 começou a exercito inglês a deslocar-se, desembarcando o contingente 20; no outro dia mais uma brigada (Ackland) saltava em terra, elevando-se, desde então o efectivo das tropas britânicas a 18:000 homens.»


O poder maritimo na Guerra da Peninsula II - O dominio do mar durante a guerra , Matta Oliveira, RM , Junho 1909.


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Efectivamente , a15 de Agosto trocavam-se os primeiros tiros entre as avançadas das forças Anglo-Portuguesas e as do inimigo, para além das Caldas da Rainha. Na manhã seguinte, marchando pela estrada de Óbidos, Wellesley defrontava-se com as tropas de Delaborde que, tendo abandonado Alcobaça a tempo, ocupavam agora as alturas da Roliça, dominando a enorme bacia que se estende para o sul de Óbidos
O general Delaborde, com forças inferiores às de Wellesley, retirou sobre Óbidos, indo ocupar definitivamente as posições de Roliça e Columbeira, tentando tomar contacto com a divisão Loison que devia reforçá-lo, vindo de Tomar.
Loison, ficara no entanto impedido, em virtude da defesa efectuada em Évora, que visava impedir a junção das forças de Loison com as forças de Delaborde, permitindo aos Ingleses uma superioridade numérica nos combates que se avizinhavam. Sacrificou-se assim Évora em benefício do resultado final da campanha.
A junção, não se efectuou; e o Exército Anglo-Português, depois de um breve combate, a 15, em Óbidos, com as tropas avançadas francesas, a 17 defrontou-se com as posições de Roliça, que mandou atacar por seis colunas, envolvendo-as pelo flanco direito dos franceses, para cortá-los de qualquer eventual reforço da divisão Loison. Delaborde, vendo-se quase envolvido e com graves perdas em oficiais, soldados e artilharia, deu ordem de retirada sobre Torres Vedras e Runa. O renhido combate da Roliça era o primeiro revés dos franceses em Portugal e o baptismo de fogo dos bisonhos soldados portugueses .



A batalha encontra-se descrita em The Battle of Roliça, Portugal: 17 August 1808 na Napoleon Series.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Combate da Roliça. Programa do Bicentenário.

Retirado do Blog " Batalha da Roliça 1808-2008" fica o programa do bicentenário desse combate.
Pequena nota: Na verdade, não foi uma batalha no sentido estrito do termo, mas antes um combate.

Programa de Actividades da Efeméride para o mês de Agosto
SÁBADO, 9 DE AGOSTO
17H00 - Inauguração de Exposição da Câmara Municipal de Lisboa. “Rio e Lisboa: construções de um império”
Local: Sede do Círculo de Cultura Musical Bombarralense
18H00 - Inauguração de Exposição de Cartografia do Estado-Maior do Exército
Local: Museu Municipal do Bombarral
19H00 - Festa Popular
Local: Adro da Igreja da Roliça

QUARTA-FEIRA, 13 DE AGOSTO
21H30 - Conferência de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto
“O papel da Igreja no tempo das Invasões Francesas”
Local: Auditório Municipal do Bombarral

QUINTA-FEIRA, 14 DE AGOSTO
21H00 - Chegada da Imagem peregrina de Nossa Senhora de Vila Viçosa à Igreja da Roliça.
Eucaristia e Vigília de Oração

SEXTA-FEIRA, 15 DE AGOSTO
19H00 - Missa no alto da Serra do Picoto, presidida por S. Eminência o Cardeal Patriarca de Lisboa D. José Policarpo.
Seguir-se-á procissão até à capela da Senhora da Oliveira na Azambujeira dos Carros, culminando com momento musical e fogo de artifício

SÁBADO, 16 DE AGOSTO
09H30 - Recriação histórica da Batalha da Roliça
Será realizada na zona da Columbeira e consiste num assalto à Serra do Picoto. A acção integra figurantes de diversos países, numa organização conjunta com a Associação Napoleónica Portuguesa.
13H00 - Almoço convívio na Columbeira
18H00 - Recriação histórica da Batalha do Vimeiro

DOMINGO, 17 DE AGOSTO
10H00 - Homenagem aos mortos de todas as guerras, junto ao recém-restaurado túmulo do Tenente-coronel George Lake. Participação do Exército Português com guarda de honra e fanfarra.
10H30 - Descerramento de lápide evocativa na Serra do Picoto.
11H30 - Sessão Solene da Comemoração do Bicentenário
13H00 - Almoço convívio

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

British Historical Society of Portugal.



Foi-me indicado por outro amante das campanhas peninsulares, que a British Historical Society of Portugal realiza visitas aos locais das batalhas da Guerra Peninsular, designadamente têm um programa de 5 dias para o bicentenário do Combate da Roliça e Batalha do Vimeiro.

Ver (AQUI) A British Historical Society of Portugal e (AQUI) o programa.

Peninsular War Battlefield Tours
Roliça & Vimeiro, Bussaco and the Lines of Torres Vedras
Five day tour with anniversary celebrations (Here)

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Comemorações do Bicentenário das Invasões Francesas no Porto

Comemorações do Bicentenário das Invasões Francesas no Porto

Programa

6 de Junho de 2008
22H00 - Forte de S. João Batista da Foz do Douro

Recriação Histórica
Demonstração militar nocturna com ordem unida, ordem de combate com fogo por fileira, manobra e demonstração de táctica de infantaria ligeira. Apoio e demonstração de fogo de artilharia.

7 de Junho de 2008
11H00- Forte de S. João Batista da Foz do Douro

Recriação Histórica
Mostra de armas
Demonstração Militar
Como no dia 6; hastear da bandeira do Príncipe Regente (8 horas da manhã).

Participantes:

Associação Napoleónica Portuguesa – Grupo de Recriação Histórica do Município de Almeida
Regimento de Infantaria 23
Regimento de Infantaria 1
Batalhão de caçadores 6
Regimento de artilharia 4
Milícias e Ordenanças

Total: 40/50 homens – 1/ 2 ou 4 peças de artilharia

domingo, 16 de março de 2008

The Portuguese Army of the Napoleonic Wars


Ora aqui está uma excelente obra de René Chartrand, ilustrada por Bill Younghusband , na qual houve uma ajuda do meu amigo Sérgio Veludo Coelho. Obra em três volumes. Obra essencial para quem gosta do tema.
Pode ser comprada directamente na editora Osprey, pela Internet.
No primeiro volume é apresentada uma ilustração de um Tambor do Regimento nº2 de Lagos.
O Regimento de Lagos(2), juntamente com o de Tavira(14) formaria uma brigada, a qual seria conhecida como a Brigada do Algarve.