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domingo, 25 de julho de 2010

Luso comemora 200 anos da Batalha do Bussaco

O Casino do Luso vai receber, de 30 de Julho a 31 de Agosto, no âmbito das comemorações dos 200 anos da Batalha do Bussaco, uma exposição intitulada “A Guerra Peninsular e a Literatura”



O programa de inauguração da exposição, dia 30, contempla ainda uma conferência sobre a temática proferida pelo professor de História da Universidade de Coimbra, poeta e critico literário, José Valle Figueiredo, e um concerto do Quarteto de Cordas da Orquestra Clássica do Centro. A entrada é gratuita.
A Guerra Peninsular ocupa, este ano, um lugar de destaque na programação cultural da Câmara da Mealhada. Em ano de comemoração do bicentenário da Batalha do Bussaco, o programa já conta com uma exposição evocativa da data, o lançamento de dois livros sobre a temática, o concerto da Banda Sinfónica do Exército nos jardins do Palace do Bussaco, e segue agora para mais uma iniciativa, que tem o seu momento alto no dia 30 de Julho, com a inauguração da exposição “A Guerra Peninsular e a Literatura”, a conferência de José Valle Figueiredo, seguida de um concerto do Quarteto de Cordas da Orquestra Clássica do Centro.
A exposição tem como temática a influência da Guerra Peninsular na Literatura Portuguesa. Uma guerra que designa o período das Invasões Francesas, que verdadeiramente foram franco-espanholas, e que abrange o período do início do século XIX até 1814, ano em que as tropas anglo-portuguesas puseram fim às hostilidades, entrando em França e derrotando o exército napoleónico. A Batalha do Bussaco é uma das que marca profundamente este período, com a vitória do Duque de Wellington e das tropas anglo-portuguesas no dia 27 de Setembro de 1810 na Serra do Bussaco.
Uma mostra que reflecte a influência desta guerra na nossa Literatura, primeiro na poesia e seguidamente no romance histórico, que foi ganhando expressão, surgindo em obras de autores como Camilo Castelo Branco, Pinheiro Chagas, Júlio Dantas, Aquilino Ribeiro e estendeu-se mesmo a outros grandes escritores do final do século XX. A exposição pode ser vista de 30 de Julho a 31 de Agosto, de segunda a sexta-feira, das 10 às 13 e das 14 às 17 horas, no Casino do Luso. A entrada é gratuita.
Esta é mais uma iniciativa do programa de comemorações dos 200 anos da Batalha do Bussaco, que a Câmara Municipal da Mealhada tem vindo a elaborar, em colaboração com o Estado Maior do Exército, a Academia Portuguesa da História, a Associação Napoleónica Portuguesa, a Fundação Mata do Buçaco e algumas associações locais. Um programa amplo e rico, que prevê ainda uma reconstituição histórica, nos dias 25 e 26 de Setembro, e a realização de um congresso internacional sobre a Batalha do Bussaco, de 29 a 31 de Outubro.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Armazem Regimental - Exposição


Foi inaugurada uma exposição evocativa do bicentenário da guerra peninsular no armazem regimental em Lagos.

Trata-se de uma exposição com exposição de copias muito bem executadas das plantas das praças militares, mapas de operações e gravuras da época.


Tambem se encontra exposta uma barretina, um tambor, e duas espingardas inglesas. Uma Brown Bess e uma Baker .


A exposição foi montada e executada pelo exercito tambem num armazem que se encontra afecto aos exercito.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Projecto de Musealização da Colecção Guerra Peninsular de Frederico Pinto Basto


Projecto de Musealização
da Colecção Guerra Peninsular
de Frederico Pinto Basto



Na altura em que se comemora os 200 anos da Defesa das Linhas de Torres, o Município de Óbidos associa-se às iniciativas que se tem vindo a realizar por toda a região oestina, neste sentido informamos que a partir de hoje, dia 09 de Julho, se encontra disponível no Portal do Município de Óbidos, informação referente ao Projecto de Musealização da Colecção da Guerra Peninsular de Frederico Pinto Basto, que se encontra à guarda do Arquivo Histórico Municipal. Nesta página encontrará referências aos trabalhos já desenvolvidos e em desenvolvimento sobre a Colecção da Guerra Peninsular.

Assim, poderá aceder a essa informação, através do portal do Município :

http://www.cm-obidos.pt/

(Ver em ligações em Destaque - Arquivo Histórico), ou seguindo o link:

http://www.cm-obidos.pt/CustomPages/ShowPage.aspx?pageid=ae6797bf-e6a0-4d07-b040-210c63745b6e,


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Commemorations of Bussaco Battle

On September 27th 2010, Bussaco Battle will be remembered!
This battle took place in September 27th 1810 with the defeat of Napoleonic troops, confronting the best military strategists of that epoch: Junot, Massena and Wellington. This historical reconstitution can not be missed!

Programme highlights:
12th June to 4th July - Exhibition at Cine-Teatro Municipal Messias
25th September - Battle reenactment
29th to 31st October - International meeting about the Bussaco Battle


See more here

sexta-feira, 7 de maio de 2010

«Memória das Invasões Francesas – Uma Perspectiva Inovadora no Bicentenário da Guerra Peninsular»





Memória das Invasões Francesas

Uma Perspectiva Inovadora
no Bicentenário da Guerra Peninsular


«Nesta perspectiva de dois séculos sobre as campanhas napoleónicas, apresentada por Tereza Caillaux e descrita com grande clareza, somos conduzidos a uma estrutura com princípio, meio e fim traduzida num original esclarecimento que, pela sua riqueza e originalidade, contribuirá para futuras investigações. Uma apresentação impecável com escrita escorreita e elegante conduz-nos a uma leitura fácil e harmoniosa.»

«O capítulo que a autora intitula “Memória Oral” dá notícia da sua exaustiva audição testemunhal de cerca de duzentas personagens onde sobressaem as lendas, os mitos, as crenças. Estes dados, somados aos dos riquíssimos anexos apresentados, irão constituir fontes de grande importância e de grande utilidade para os investigadores que, esperemos, se empenhem no estudo desta época, que se torna mais importante quando a ela associamos as independências das Américas e o nascimento de tantos regimes constitucionais.»

António Pedro Vicente

Professor Catedrático da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

(FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL)

Março de 2010


O que resta das campanhas napoleónicas em Portugal?


Nada, a considerar que essa época longínqua está perfeitamente afastada das preocupações actuais. Batalhas, mortes, uma ocupação militar com todas as misérias subsequentes... foi o caso, igualmente em Espanha, na Áustria, em Itália, na Alemanha... por onde Napoleão conduziu o seu exército.

Então, por que razão, cada dia, aparece um novo livro sobre Napoleão, a sua obra, os seus sequazes?

Porque será considerado, em todo o mundo, como um dos maiores chefes de guerra de todos os tempos e um dos homens que mais contribuiu para a modernidade?

Pois, observando melhor – diferença primordial em relação aos conflitos actuais – essas guerras não levaram aos países conquistados apenas a guerra; introduziram os valores da Revolução Francesa, ansiados por elites locais admiradoras do século das Luzes, ideais que resumimos nas divisas do nosso país: liberdade, igualdade, fraternidade.

Em Portugal, a derrota militar francesa precedeu uma guerra civil que opôs os construtores de um novo mundo aos detentores de um mundo antigo, marcando assim o ponto de partida do Portugal moderno. As guerras napoleónicas constituem uma viragem na história de todos os países europeus.

A história não se limita a um paradoxo – e é isso que a torna apaixonante – foi pela guerra que esses novos valores, para tempos de paz, foram semeados na Europa inteira. Foi nessas guerras que germinaram e foi na paz recuperada, a partir de meados do século XIX, que os frutos nasceram e não cessaram de se desenvolver até hoje.

Abstenhamo-nos de deslocar os antigos conflitos do seu contexto, de os julgar com os conceitos políticos e morais contemporâneos. Tal seria perverter as fontes da memória.

Bravo a Tereza Caillaux de Almeida por trabalhar sobre os vestígios que esses caprichos da história deixaram na memória em Portugal.


Mensagem do Príncipe Charles Napoléon
Chefe da Casa Imperial de França
Paris, 12 de Março de 2010


domingo, 27 de dezembro de 2009

Comemoração do Bicentenário da Linha de Torres Vedras.







"Lembrar as Linhas de Torres Vedras

Torriense For us, as for the Portuguese in general, remember the lines of Torres Vedras is much more than a simple anniversary, two centuries later. Para nós torrienses, como para os portugueses em geral, lembrar as Linhas de Torres Vedras é muito mais do que uma simples efeméride, dois séculos depois.
The "anniversary", understand the dictionaries some "important news event occurred on a certain date." Por “efeméride”, entendem os dicionários alguma “notícia de acontecimento importante ocorrido em determinada data”. The fact that our lines evoke occurs now, as then, the permanent position that we as a people to ensure the identity and freedom of our collective being. Ora, o que as nossas Linhas evocam ocorre agora, como então, na permanente disposição que temos como povo de garantir a identidade ea liberdade do nosso ser colectivo.
Impressive was checked at the time how, with the appropriate British collaboration, if done in a short time to mobilize entire populations, to build a defensive barrier that proved insurmountable. Impressionante foi verificar na altura como é que, com a oportuna colaboração britânica, se conseguiu em tão pouco tempo mobilizar populações inteiras, para construir uma barreira defensiva que se revelou intransponível. Impressive was also the ability to keep secret all that was done, causing the attacker was a surprise that the principle of its withdrawal and retreat. Impressionante foi também a capacidade de manter em segredo tudo o que se fazia, causando no invasor uma surpresa que foi o princípio da sua desistência e recuo.
Being as the Peninsular War as a whole, a difficult time of national life, which would render impossible any return to the previous state of affairs, the Lines of Torres Vedras opened the contemporary era in which, in many respects continues. Sendo, como a Guerra Peninsular no seu conjunto, um momento difícil da vida nacional, que acabaria por tornar inviável qualquer regresso ao anterior estado de coisas, as Linhas de Torres Vedras abriram a época contemporânea em que, a vários títulos, continuamos.
Remind them today in the European peace that we enjoy fortunately, is to evoke all that were here, on both sides of the lines, when we, their descendants, we are meeting on a common project for the continent and the world. Lembrá-las hoje, na paz europeia de que felizmente gozamos, é evocar todos os que aqui estiveram, dos dois lados das Linhas, quando nós, seus descendentes, nos reencontramos num projecto comum para o Continente e para o Mundo.

Recalling that time, we open the future in solidarity and peace. Lembrando os de então, abrimos o futuro na solidariedade e na paz.

The Commissioner of Municipal O Comissário da Comissão Municipal

Manuel Clement Manuel Clemente "


Ver site AQUI


Programa completo disponível aqui (PDF, 460Kb)

domingo, 20 de dezembro de 2009

Exposição “Guerra Peninsular 1810-1814″ patente no Museu Municipal Leonel Trindade em Torres Vedras








Exposição “Guerra Peninsular 1810-1814″ patente no Museu Municipal Leonel Trindade em Torres Vedras.

"O Bicentenário das Invasões Francesas que se está a comemorar com grande profusão de iniciativas, do lançamento de livros à recuperação de fortificações, não tem, no entanto um programa oficial centralizado. Há sim iniciativas de várias entidades que de algum modo se coordenam entre si. Muitas têm o empenhamento e apoio do Exército e das Forças Armadas sendo naturalmente o ramo terrestre aquele que mais se tem empenhado em sucessivas actividades e eventos, muito centrados por motivos óbvios na região Oeste do Distrito de Lisboa.
Muitos dos trabalhos que se estão a desenrolar nesta região são coordenadas pela Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres (PILT). Esta entidade foi constituída em Outubro de 2006 pelos municípios de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira, com o objectivo de gerir, integradamente, o conjunto patrimonial das denominadas Linhas de Torres, definindo critérios comuns e boas práticas, bem como preparar as comemorações do bicentenário da construção das Linhas de Torres.
Em Torres Vedras o Presidente da República inaugurou a exposição “Guerra Peninsular 180-1814″ no Museu Municipal Leonel Trindade e presidiu a uma cerimónia militar onde assinalou o início das comemorações.

Exposição “Guerra Peninsular 180-1814″
Composta por três núcleos, todos localizados no Museu Municipal Leonel Trindade, Convento da Graça, no centro da cidade de Torres Vedras, trata-se de uma exposição que não só enquadra a Guerra Peninsular no seu tempo como mostra genericamente e ao mesmo tempo com detalhes seleccionados, o que foi feito - sobretudo nesta na região -para combater os exércitos franceses. Nas “Linhas de Torres” propriamente ditas e antes no decurso das outras invasões do país."

Fonte : Operacional AQUI

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Guerra Penínsular" (1807-1814)



Museu Municipal prepara exposição "Guerra Peninsular" (1807-1814)


No próximo dia 11 de Novembro o Museu Municipal Leonel Trindade inaugura a exposição "Guerra Penínsular" (1807-1814) que ficará patente até Novembro de 2010 e que marcará o arranque das comemorações do bicentenário das Linhas de Torres Vedras.

Dado tratar-se de uma mostra composta por três núcleos, a logística inerente à preparação e montagem da mesma exigiu o encerramento da Exposição sobre a Guerra Peninsular (a partir do dia 12 de Outubro), bem como a Sala de Pintura. A sala principal de exposições, que acolhe até ao dia 19 de Outubro a exposição "Um pouco mais de azul, um pouco mais de vento", também encerrará até ao dia 11 de Novembro.

O Museu Municipal Leonel Trindade manterá, no entanto, as suas portas abertas, nomeadamente no apoio aos investigadores e no acesso à Biblioteca.

Na recepção serão prestadas todas as informações necessárias.

Museu Municipal Leonel Trindade
Praça 25 de Abril, Convento da Graça
Terça a Domingo: 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
TLF.: 261 310 485
museu@cm-tvedras.pt

segunda-feira, 22 de junho de 2009

“Operações Militares no Norte de Portugal durante as Invasões Francesas”


A Área Metropolitana do Porto, o Arquivo Distrital do Porto, o Exército Português e a Associação de Amigos do Arquivo Distrital do Porto organizaram a Exposição “Operações Militares no Norte de Portugal durante as Invasões Francesas”, nas instalações do Arquivo Distrital do Porto, Rua das Taipas, 90, Porto.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Back to the Peninsular Wars, events in Portugal


Mais uma vez venho indicar o link da Pagina "Back to the Peninsular Wars" aqui, events in Portugal " a qual merece uma visita.
Ver Amarante aqui .

Vêm aí os Franceses !
Mapa retirado da Pagina.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Programa da Recriação Histórica da Batalha do Porto

Nota: Poderei enviar o programa, em PDF, a quem o solicitar, com melhor grafismo e mapas assinalando os locais dos acontecimentos.
BICENTENÁRIO DAS INVASÕES FRANCESAS NA AMP
RECONSTITUIÇÕES HISTÓRICAS
PROGRAMA DE ACTIVIDADES

9 e 10 de Maio de 2009
Cidades do Porto e de Gaia


-DIA 9 DE MAIO (SÁBADO):


* 10.00 horas:
Cerimónia evocativa pelas Delegações dos Países intervenientes nas Guerras
Napoleónicas

Local: Praça Mouzinho de Albuquerque (Rotunda da Boavista) junto ao
monumento alusivo à Guerra Peninsular:
-Içar de bandeiras de todos os países representados, por elementos representativos
das várias Delegações; Toque do Hino da Continência, pela Fanfarra Militar;
-Deposição de coroa de flores junto ao monumento, pelas Delegações presentes, e
execução do Toque de Homenagem aos Mortos, do Toque da Alvorada, pela
Fanfarra do Exército, e tiros de salva de infantaria;
-Alocuções da AMP e da ANP.
*11.00 Horas - Fim.


* 11.30 horas:
Desfile das forças presentes
Local: Desde a Cadeia da Relação (à Cordoaria) até à Ribeira do Porto.


* 12.30 horas:
Cerimónia evocativa da Invasão Francesa

Local: junto às Alminhas da Ponte (Cais da Ribeira do Porto):
- Concentração das forças presentes no cais da Ribeira do Porto;
- Alocução, pelo Coronel Américo Henriques, alusiva ao episódio da Ponte das
Barcas e à primeira Batalha do Porto e conquista da cidade pelo exército Francês;
- Deposição de ramo de flores no rio Douro, em homenagem aos mortos na Ponte
das Barcas;
- Tiros de salva (infantaria e artilharia).
*13.00 Horas – Fim.


*21.30 horas:
Combate nocturno de Recriação Histórica do recuo do exército francês até à
cidade do Porto, perante o avanço do exército Luso-inglês, bem como as
escaramuças que antecederam a segunda Batalha do Porto.
Local: Cais de Vila Nova de Gaia
- Reconstituição de combates de infantaria e artilharia, com início de caminhada, a
partir do Regimento de Artilharia 5 (RA5), do exército Francês pelo lado Nascente, e
do exército Luso-inglês, pelo lado poente, através das ruas de Vila Nova de Gaia.
(Exército Francês)
Colaboração:
(Exército Luso-inglês)
Início dos confrontos corpo a corpo, na Avenida Diogo Leite, junto à Rua D. Afonso
III, com avanço do exército Luso-inglês e recuo do exército Francês, escaramuças e
ataques aos residentes em todo o percurso da Avenida Diogo Leite até cerca do
Largo Luís I.
*23.30 horas - Fim.




- DIA 10 DE MAIO (DOMINGO)


* 11.00 horas:
Reconstituição Histórica da conquista do Porto por parte do exército lusobritânico
Local: Ribeiras de Gaia e Porto

-colocação dos elementos do exército Luso-inglês, na margem Sul do rio Douro, e do
exército Francês, na margem Norte;
- tiros de apoio de peças de artilharia colocadas na margem Sul do rio (exército
Luso-inglês), com resposta de peças de artilharia colocadas na margem Norte
(exército Francês);
- simulação da travessia do rio Douro e desembarque do exército Luso-inglês, com
transporte de recriadores em barcos rabelos desde a Ribeira de Gaia até ao Cais da
Estiva da Ribeira do Porto.
-travessia do grosso das “tropas” Luso-inglesas, através do tabuleiro inferior da
Ponte D. Luís I, desde a Ribeira de Gaia até à Ribeira do Porto. Ataque ao exército
Francês com combates de infantaria;
- Recuo do exército Francês até ao Largo da Senhora do Ó, através da Ribeira, da
Rua da Fonte Taurina e da Rua da Alfândega até à Praça do Infante D. Henrique;
Ocupação das últimas barricadas de defesa e recuo final do exército Francês... em
direcção à “fronteira”.
- Formatura de todas as unidades presentes, na Praça do Infante D. Henrique;
- Breve alocução de agradecimento aos participantes e distribuição de medalha
comemorativa a todos os participantes;


*13.00 Horas – Fim do Programa

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Há 200 anos. Março de 1809.

Março, 3 - Madison é empossado como Presidente dos Estados Unidos da América, substituindo Jefferson.
Estancia em Bragança o General Bernardim Freire de Andrade após visitar alguns postos militares avançados.

Março, 6 – Combate da Ponte de Vilaça, com participação do RI 21 e 24.
Em Gironda (Espanha) dá-se um combate contra os franceses com participação do RI 24.

Março, 7 - O general Wellesley, futuro duque de Wellington, aconselhou o governo britânico a defender Portugal, demonstrando a maneira de o realizar.

Março, 8 - O general britânico Beresford é nomeado comandante em chefe do Exército português com o posto de Marechal do Exército.

Março, 10 - O corpo de exército de Soult, tendo subido o rio Minho desde a foz até Orense e dirigindo-se depois para a fronteira portuguesa, entra em Portugal pela veiga de Chaves. Começa assim a 2.ª Invasão Francesa.
A cidade de Chaves é sitiada pelas tropas Soult. A defesa de Chaves é efectuada pelo RI 12 e 24 e RArt 4, em conjunto com a Milícia e populares. Assume o Comando da defesa o Cor Pissaro

Março, 11 – Combate de Silveira (Chaves) com participação militar portuguesa. RArt 4.
Chaves capitula às forças do general Soult, que ali estabelece o seu quartel­-general.

Março, 12 - Tropas inglesas iniciam o desembarque em Lisboa.
Soult dirige-se para o Porto, por Braga.

Março, 14 - Nomeação de Diogo Inácio de Pina Manique chanceler-mor do Reino.

Março, 15 - O marechal Beresford assume o comando do exército português.
Salamonde da Cabreira é ocupada pela guarda avançada francesa, comandada pelo general Franceschi, após a derrota das forças portuguesas.

Março, 16 - Combate de Salto [Espanha] com participação de portugueses.

Março, 17 - O general Bernardim Freire de Andrade foi massacrado perto de Braga, por populares que o acusavam de traição. A actuação do Barão Eben é questionada e ficará marcada para sempre como uma das grandes dúvidas da Guerra Peninsular.
Combate da Ponte de Nossa Senhora do Porto com a participação de soldados portugueses da Leal Legião Portuguesa.
O corpo de exército de Soult vence as forças portuguesas que defendiam Braga em Carvalho d'Este. Combate com a participação de tropas portuguesas da mesma unidade e RArt 4.

Março, 18 a 20 - Combate de Povoa de Lanhoso, com participação ddo RI 9 e dois batalhões da LLL.
Decreto impondo rigorosas penas aos populares que pegassem em armas a favor dos franceses.
Tropas francesas vandalizam o Bom Jesus de Braga.
A Regência publica alguns decretos tendentes a consciencializar as populações da necessidade de se unirem contra o invasor.
Entrada dos franceses na cidade de Braga.
Tumultos em Braga contra os ocupantes franceses.

Março, 21 - O brigadeiro Silveira, comandante da divisão que defendia Trás-os-Montes, reocupou Chaves com o RI 12 e 24 e RArt 4.
Tumultos populares na cidade do Porto durante os quais se arrombaram as cadeias.
Reocupação de Chaves (Sitio Forte de S. Francisco) por tropas portuguesas do general Silveira Pinto da Fonseca.
Combate de Santi Espiritus (Espanha), com participação de portugueses da LLL.

Março, 22 - Chega ao Tejo uma fragata inglesa trazendo Sir Arthur Wellesley.

Março, 23 - Napoleão Bonaparte recusa receber o embaixador austríaco em Paris, Metternich, provocando a ruptura entre os dois países.

Março, 25 - O brigadeiro Silveira conquistou o forte de S. Francisco, de Chaves, aprisionando a guarnição francesa.
Combate da Barca de Trofa, com participação do RArt 4.
De Braga o general Soult decide reiniciar a marcha das suas tropas sobre o Porto.

Março, 27 - Proclamação do arquiduque Carlos, comandante do exército austríaco e irmão do imperador, convidando os alemães à insurreição contra a França de Napoleão Bonaparte.
Resistência estóica dos moradores de Santo Tirso às investidas francesas.
Combate de Ciudad Rodrigo (Espanha), com participação de militares portugueses da LLL.

Março, 27 a 29 - O Porto é atacado, conquistado e saqueado, pelo exército francês de Soult. A defesa do Porto foi efectuada pelos RI 6, 9, 18, 21, Cav 12 e militares da LLL.

Março, 28 - Batalhas de Medellin e de Ciudad Real: os corpo de exército comandados pelo marechal Victor e pelo general Sebastiani derrotam os exército espanhóis da Extremadura, comandado pelo general Cuesta, e do Centro comandado pelo general Cartaojal.

Março, 29 - Resultante do feroz ataque francês ao Porto , com a fuga de muitos populares, dá-se a tragédia da ponte das Barcas com perca de muitas vidas.

Março, 31 - Uma brigada de cavalaria do exército de Soult, comandada pelo general Caulaincourt, ocupa Penafiel, dirigindo-se para a ponte de Canaveses que tenta atravessar, sendo rechaçado por forças militares portuguesas.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Há 200 anos. Fevereiro de 1809.

Fevereiro, 2 - Pastoral do arcebispo de Évora, D. Frei Manuel do Cenáculo proibindo ao clero o uso das armas.

Fevereiro, 5 – O general Bernardim Freire Andrade sai de Braga para Ponte de Lima no comando de forças militares.

Fevereiro, 8 – Parte de Santiago de Compostela o general Soult rumo a Portugal.

Fevereiro, 10 – Combate de Ledesma (Espanha) contra os franceses, participando o regimento Portugues de Cavalaria 11, com 101 homens.
O general Soult chega a La Guardia, na fronteira galega com Portugal.

Fevereiro, 13 - As forças do comando do marechal francês Soult tentam atravessar o rio Minho em Vila Nova de Cerveira.

Fevereiro, 15 – Nomeação do brigadeiro Francisco Pinto da Fonseca como governador de Armas da província de Trás-os-Montes.
As forças do tenente-coronel José Joaquim Champalimaud, vindas de Valença, chegam a Caminha, preparando-se para defender a passagem do Minho dos ataques franceses.

Fevereiro, 16 - As tropas comandadas por Soult chegam a Tuy.
O exército francês tenta nova travessia do Minho em Caminha, na foz do rio.
Combate de Caminha, com participação do RI 21 e RArt 4.

Fevereiro, 21 - Capitulação de Saragoça.

Fevereiro, 28 - Assinatura do Tratado de Aliança e Comércio entre o príncipe regente D. João e Jorge III de Inglaterra

terça-feira, 7 de abril de 2009

Programa Bicentenário Amarante



Programa do Bicentenário


4 Abril a 3 Maio
16h00 - Inauguração da Exposição “200 Anos da Defesa da Ponte de Amarante” [Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso]


17 Abril
21h30 - Concerto Orquestra do Norte


18 Abril
15h00 - Sessão SoleneSessão de Abertura da Recriação Histórica
17h30 - Recriação Histórica [Largo de Santa Luzia], seguindo pelas Ruas da Cidade
Combates simulando a progressão das forças francesas e o recuo das portuguesas até perto da Ponte
21h45 - Recriação Histórica [Largo S. Gonçalo]Simulação do assalto final e destruição da barricada situada na Ponte

19 Abril
Manhã - Demonstrações de ordem unida e de tiros de Mosquete/canhão
Sessão de Encerramento da Recriação Histórica

2 Maio
Manhã - Cerimónia de Homenagem às vítimas da II Invasão Francesa [Ponte de S.Gonçalo]
15h00 - Colóquio sobre as Invasões Francesas [Biblioteca Municipal Albano Sardoeira]
21h30 - ox Angelis Recital “Lamento”

Fonte: ANP

sábado, 21 de março de 2009

Há 200 Anos. “Quartel-General do Calhariz, 21 de Março de 1809"

ORDEM DO DIA
“Quartel-General do Calhariz, 21 de Março de 1809
O Senhor Marechal Comandante em Chefe do Exército, considerando quanto é importante haver um Comandante de Artilharia, tanto para a boa organização desta, para o método, e facilidade da expedição das Ordens relativas; declara Comandante da Artilharia o Senhor Brigadeiro José António da Rosa, e determina que os quatro Regimentos de Artilharia, e Destacamentos dos mesmos, que por qualquer motivo estiverem separados, lhe enviem já e daqui em diante os Mapas e Partes competentes, e executem todas as ordens que ele lhes expedir, continuando os referidos Regimentos e Destacamentos a estarem sujeitos ao Comando do Exército, ou distrito em que se acharem, e comunicando tudo o que este lhe mandar cumprir ao mesmo Senhor Brigadeiro declaram-se Ajudantes de Ordens do Senhor Marechal Beresford o Senhor Major Warre, o Senhor Capitão Sewell, o Senhor Capitão Conde de Lumiares, Tenente que era do Regimento de Infantaria nº 10, e o Senhor Capitão D. José Luiz de Sousa, Tenente Graduado que era do Regimento de Cavalaria nº 1. As divisas dos Ajudantes de Ordens do Senhor Marechal Beresford, são com farda de Ajudantes de Ordens, duas dragonas bordadas de ouro, com fundo azul, e cachos de ouro. Ordena o Senhor Marechal Beresford, que o lugar de Porta-Bandeira seja considerado lugar de distinção, e que os Senhores Comandantes de Corpos só nomeiem para Porta-Bandeiras os Cadetes mais capazes. Recomenda o Senhor Marechal Beresford, que os Senhores Comandantes de Corpos, tanto de Linha como de Milícias, tenham a maior atenção, em que os Soldados conservem as Armas «em bom Estado - Ajudante Geral Manoel de Brito Mosinho»”.

domingo, 15 de março de 2009

Há 200 Anos."Ordem do Dia de 15 de Março de 1809"

Esta é a primeira Ordem do dia de Beresford.


ORDEM GERAL
“Havendo se dignado Sua Alteza Real o Príncipe Regente de Portugal de confiar ao Marechal Beresford o Comando-em-Chefe dos seus Exércitos, julga ele do seu dever, ao entrar no dito Comando, dirigir se e patentear a todos os seus companheiros de Armas os seus sentimentos nesta ocasião.
O Marechal Comandante-em-Chefe mediante o Emprego, que ocupava no Exército enviado por Sua Majestade Britânica, para auxiliar nos admiráveis e prodigiosos esforços, que os Portugueses fizeram para restaurar a sua Liberdade, e Independência, tão injustamente atacadas, teve ocasião de estudar, e conhecer a fundo a índole e carácter Militar desta Nação; e bem que esteja persuadido de haver-lhe dado a mais clara prova da vantajosa ideia, que dela forma, na aceitação que acaba de fazer do referido Comando, deseja todavia, e espera mostrar lhe do modo mais decisivo, que a nenhum outro Oficial poderia ser confiado o Comando-em-Chefe do Exército Português, que estivesse tão intimamente convencido das disposições, e talentos Militares inerentes aos Portugueses, aos quais qualquer ensino, e uniformidade na sua direcção, bastará para mostrarem que eles são hoje o que sempre foram, senão os melhores, ao menos iguais aos mais valorosos, e intrépidos da Europa; e por isso o Comandante-em-Chefe procurará com a maior aplicação e desvelo dar a estas qualidades aquela eficácia, e energia, que elas costumam adquirir, quando são auxiliadas por uma Disciplina bem regulada.
É universalmente reconhecido que os Portugueses são leais ao seu Soberano, obedientes às Autoridades legítimas, que o representam, e sofredores das privações e incómodos, que os Exércitos as mais das vezes experimentam; o Patriotismo, e Energia, e Entusiasmo, de que acabam de dar as mais evidentes provas; a glória que adquiriram no Roussillon; os derradeiros sucessos nas Fronteiras do Norte, e Nordeste atestam a sua resolução, valor, e intrepidez; qualidades, que os tornam dignos dos seus Antepassados, e tão famosos como eles. Por tanto, Portugueses, ninguém desenvolve melhores disposições para serdes a melhor Tropa; e convencido desta verdade, o Marechal Comandante-em-Chefe se vê com o maior prazer identificado com a Nação Portuguesa: Ele é um Oficial Português, e aos Portugueses confia a sua honra, e a sua reputação, bem seguro de que lhe hão-de ser vantajosamente restituídas. O Marechal Comandante-em-Chefe julga necessário protestar-vos, que ele considerará sempre como um dos seus mais importantes deveres o fazer realçar o merecimento, onde quer que ele aparecer; e que a única recomendação para ele atendível, será o zelo, a inteligência, a actividade, o valor, o patriotismo; qualidades, que encontrarão nele sempre um decidido, e activo Protector. O Marechal e Comandante-em-Chefe chama a atenção de todos os Oficiais Generais, e Subalternos sobre o Estado actual, e melhoramento do Exército; e convencido que o melhor método de introduzir nos Corpos Militares a Disciplina, e exacta observância dos deveres, é o exemplo dos Oficiais, espera que eles não faltarão aos seus Soldados com uma tão importante e necessária Lição. Espera com impaciência o Marechal Comandante a primeira ocasião de visitar, inspeccionar assim os diferentes Corpos, que se acham já em Campanha, como todos os demais do Exército; e aproveitará todas as ocasiões de promover a satisfação, decoro, e vantagem dos Oficiais, e Soldados, que se lhe confiaram Quartel-General.

Lisboa 15 de Março de 1809 = Assinada pelo Senhor Marechal”

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Há 200 anos. Janeiro de 1809.

Janeiro, 1 - Entre Benavente e Astorga, Napoleão Bonaparte recebe despachos avisando-o dos preparativos de guerra da Áustria.

Janeiro, 2 - O príncipe regente confirma o Governo a exercer funções em Lisboa nomeado pelo general Dalrymple: era constituído pelo Patriarca eleito de Lisboa, o marques das Minas, o conde de Castro Marim e outros. [Decreto de nomeação da Junta de Regência].

Janeiro, 3 - Em Astorga, Napoleão Bonaparte entrega o comando das forças franceses, que perseguiam o exército britânico do general Moore, em retirada para a Corunha, ao marechal Soult. Os franceses atacam a retaguarda das Forças Britânicas comandadaos por Moore.

Janeiro, 5- Combate de Constantino entre o exército britânico de Moore e forças francesas de Soult.

Janeiro, 7 –Invasão e inicio da ocupação da Guiana francesa por tropas portuguesas no Brasil, em represália pela invasão de Portugal pelas forças napoleónicas. O exército português desembarca na Guiana a, tomando sucessivamente os portos de Diamante e Degrasdes-Cannes.

Janeiro, 9 - D. Rodrigo de Sousa Coutinho, secretário de estado dos negócios estrangeiros e da guerra, no Brasil, envia um ofício ao embaixador português em Londres, D. Domingos de Sousa Coutinho, encarregando-o de escolher um general britânico para comandar o exército português.
Instruções do conde de Linhares para D. Pedro de Sousa e Holstein, Enviado Especial e ministro Plenipotenciário junto do Governo Central de Espanha, sobre a questão de Olivença.

- Combate de Lugo entre o exército britânico de Moore e forças francesas de Soult.
- Tratado de paz e aliança entre a Grã-Bretanha e a Espanha.

Janeiro, 10 - Caiena, capital da Guiana francesa, a Norte do Brasil, é conquistada pelo exército português.
Combate de Betanzos entre o exército britânico de Moore e forças francesas de Soult.

Janeiro, 11 - O exército britânico de Moore chega à Corunha, mas a frota que transportaria o exército ainda não tinha chegado.

Janeiro, 12 - Capitulação das autoridades da Guiana francesa as força dos Exércitos Reais.

Janeiro, 13 – as Forças Francesas sob o comando de Victor derrotam em Ucles as forças espanholas sob o comando de Infantado.

Janeiro, 14 – A esquadra naval inglesa chega à Corunha.

Janeiro, 16 - Batalha de Corunha. O exército britânico, comandado pelo general Moore, venceu o exército francês, comandado pelo marechal Soult. A vitória de Moore, que morreu no decurso da batalha, permitiu que a força britânica embarcasse com toda a segurança nos navios que a esperavam, e que levaram as tropas de regresso à Grã-Bretanha.

Janeiro, 17 - Napoleão Bonaparte parte de Valladolid para França. Chegará a Paris a 23.

Janeiro, 18- A forças inglesas, agora comandadas pelo General Hope, terminam de ser evacuadas da Corunha .

Janeiro, 19 – Na abertura do Parlamento inglês o monarca manifesta viva satisfação pelos êxitos militares logrados na Península contra os franceses, mas desaprova alguns artigos contemplados na Convenção de Sintra.

Janeiro, 20 - Combate de Calzadilla (Espanha) contra os franceses e em que participaram soldados portugueses do Regimento de Cavalaria 11.

Janeiro, 21 – Em Portugal -Proclamação de incitamentos a união de todos os portugueses e ao Governo legitimo.
Festejos no Rio de Janeiro para celebrar a restauração do Reino com a saída dos franceses.

Janeiro, 22 - José Bonaparte, nomeado rei de Espanha pelo irmão, regressa a Madrid.

Janeiro, 28 - o general Soult recebe ordens para invadir Portugal pela fronteira da Galiza

Janeiro, 30 - O general Bernardim Freire de Andrade, comandante do Exército de
Operações do Norte, encarregue da defesa do Porto, do Minho e de Trás-os-Montes, sai do Porto dirigindo-se para Braga.