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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Descobertos em França. Chapa de barretina do Regimento de Lagos



Chapa de barretina do Regimento de Lagos


Acabei de receber a notícia desta descoberta em solo Francês.


As imagens falam por si. Em especial gosto do crucifixo .


“bandeau de shako portugais du 2ème régiment, complet et en assez bon état.


Pièce unique dans la région je pense. On trouve des fragments, mais rarement gros, alors là complet... dans un roncier autour duquel nous étions passés au moins 20 fois...


pique de chasseur


capucine de 1777


pontet de BB


tire bourre anglais


boucle croix en bronze médaille pieuse


très gros "cavalier", je ne sais pas à quoi cela pouvait servir


60 balles environ “

domingo, 9 de janeiro de 2011

Os uniformes da Guerra Peninsular sobrevivem.


Efectivamente, sobrevivem do outro lado do Atlantico.

São uniformes históricos do corpo de fuzileiros navais da marinha do Brasil que fazem 200 anos e de matiz Portuguesa. São usados em cerimónias especiais.

Tal como eles referem:
"A Brigada Real da Marinha foi a origem do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil. Criada em Portugal em 28 de agosto de 1797, por Alvará da rainha D. Maria I, chegou ao Rio de Janeiro, em 7 de março de 1808, acompanhando a família real portuguesa que transmigrava para o Brasil, resguardando-se das ameaças dos exércitos invasores de Napoleão. Dizia o Alvará: “Eu, a Rainha, faço saber aos que este Alvará com força de lei virem, que tendo-me sido presentes os graves inconvenientes, que se seguem, ao meu Real Serviço, e à disciplina da Minha Armada Real, e o aumento de despesa que se experimenta por haver três corpos distintos a bordo das naus e outras embarcações de guerra da Minha Marinha Real, quais são os Soldados Marinheiros: sendo conseqüências necessárias desta organização, em primeiro lugar, a falta da disciplina que dificilmente se pode estabelecer entre os Corpos pertencentes a diversas repartições: em segundo, a falta de ordem, que nascem de serem os Serviços de Infantaria e de Artilharia, muito diferentes no mar do que são em terra: e ser necessário que os Corpos novamente embarcados aprendam novos exercícios a que não estão acostumados. Sou servida mandar criar um Corpo de Artilheiros Marinheiros, de Fuzileiros Marinheiros e de Artífices e Lastradores debaixo da Denominação de Brigada Real da Marinha...”


O batismo de fogo dos Fuzileiros Navais ocorreu na expedição à Guiana Francesa (1808/1809), com a tomada de Caiena, cooperando ativamente nos combates travados até a vitória, garantindo para o Brasil o atual estado do Amapá.



Nesse mesmo ano, 1809, D. João Rodrigues Sá e Menezes, Conde de Anadia, então Ministro da Marinha, determinou que a Brigada Real da Marinha ocupasse a Fortaleza de São José, na Ilha das Cobras, onde até hoje os Fuzileiros Navais têm seu “Quartel-General”.
Após o retorno do Rei D. João VI para Portugal, um Batalhão da Brigada Real da Marinha permaneceu no Rio de Janeiro. Desde então, os soldados-marinheiros estiveram presentes em todos os episódios importantes da História do Brasil, como nas lutas pela consolidação da Independência, nas campanhas do Prata e em outros conflitos armados em que se empenhou o País. "

Retirado do Blog Special Weapons