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sábado, 10 de outubro de 2009

Fuga di Massena



Ficha Bibliográfica[1586934]PINELLI, Bartolomeo, 1781-1835[Batalhas da Guerra Peninsular] [Visual gráfico] / F. Pomares inv. ; B. Pinelli delin. et sculps.. - [S.l. : s.n.,1814?]. - 2 gravuras : buril, p&b ; 16,6x24,6 cm (f.). - Longas legendas em língua italiana. - Data segundo acontecimento representado e data expressa de obra do gravador sobre o tema, relativo a Espanha http://www.bne.es/cgi-bin [consul. 2007.04.18]. - E. Soares - Inventário da colecção de estampas. BN, 1975,, n. 3370-71. - Representação das batalhas do Buçaco (?) e de Torres Vedras

terça-feira, 22 de setembro de 2009

la campagna del portogallo nel 1810 e 1811


Ficha Bibliográfica[1586934]PINELLI, Bartolomeo, 1781-1835[Batalhas da Guerra Peninsular] [Visual gráfico] / F. Pomares inv. ; B. Pinelli delin. et sculps.. - [S.l. : s.n.,1814?]. - 2 gravuras : buril, p&b ; 16,6x24,6 cm (f.). - Longas legendas em língua italiana. - Data segundo acontecimento representado e data expressa de obra do gravador sobre o tema, relativo a Espanha http://www.bne.es/cgi-bin [consul. 2007.04.18]. - E. Soares - Inventário da colecção de estampas. BN, 1975,, n. 3370-71. - Representação das batalhas do Buçaco (?) e de Torres Vedras

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Figurinos Militares.1806.Maranhão.1 desenho


Quadro leiloado pelo Palácio do Correio Velho, S.A.
FIGURINOS MILITARES. 1806. Maranhão.
1 folha com um desenho aguarelado,da época, representando o uniforme de Infantaria do Maranhão.
O desenho mostra o fardamento antigo que caíra em desuso e o novo que se passou a adoptar, segundo o Plano de Uniformes de 19 de Maio de 1806.
Bom estado de conservação.
Dim : 23 x 31 cm (folha)

domingo, 12 de abril de 2009

CAVALIERE PORTUGAISE AU SERVICE DE FRANCE

MARTINET.
CAVALIERE PORTUGAISE AU SERVICE DE FRANCE

Água-forte francesa, colorida manualmente. Ocorre numa obra militar da época e retrata um oficial da cavalaria portuguesa.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Alegoria à expulsão do exército francês de Portugal


SILVA, Joaquim Carneiro da, 1727-1818 [ Alegoria à expulsão do exército francês de Portugal ] [Visual gráfico]J.m Carneiro da Silva inv. 1809. - 1 desenho : tinta da china com aguadas ; 15,6x17,7 cm . - Parte do nome do autor escrita a lápis. - A. Aires de Carvalho - Catálogo da colecção de desenhos. BN, 1977, n.º 119

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Uniformologia Militar Portuguesa.4

Imagem biblioteca nacional
[Militar] [Visual gráfico. - [S.l. : s.n., ca. 185-?]. - 1 gravura : água-forte, color. a guache ; 32x23 cm http://purl.pt/1082. - Data atribuída segundo características formais CDU 355.1(469)"18"(084.1) 762(=1.469)"18"(084.1)


Capítulo 4. O período romântico e o triunfo liberal.



O ideário liberal trouxe novas influências à sociedade portuguesa, incluindo o Exército e, sem dúvida os seus uniformes. A aparência discreta do soldado português, em tons de azul ou castanho, foi progressivamente enriquecida com novos recortes e adornos, típicos do período romântico, sendo o plano de uniformes de 1834 o corolário destas novas tendências. Novos fardamentos, com casacas de dupla fileira de botões, mais justas ao corpo mas mais desconfortáveis, são as primeiras alterações a ser perceptíveis na iconografia que acompanhava aquele plano de uniformes, assim como a velha barretina cilíndrica, herdada dos ingleses, que foi substituída pelo novo, ornado e pesado modelo de topo de sino, de marcadas influências prussiana e francesa. Também outros adornos se tornaram mais exuberantes, como as dragonas e charlateiras, nomeadamente as dos oficiais e da cavalaria, numa profusão de canotões de fios dourados e franjas com as cores regimentais. A cavalaria, anteriormente confinada a uma aplicação táctica indefinida, foi, a partir de 1834, dividida em regimentos de cavalaria ligeira, respectivamente seis regimentos de caçadores a cavalo e dois regimentos de lanceiros. Estes últimos foram uniformizados ao melhor estilo europeu, com jaqueta curta e cintada e com a barretina de topo rectangular, característica deste tipo de tropas, denominada de Schapska, com a sua origem nos regimentos de lanceiros polacos do período napoleónico.
A artilharia também sofreu algumas alterações, tanto na aplicação táctica como nos próprios uniformes, que passaram a distinguir a artilharia de campanha, montada e a artilharia de posição ou de sítio. Mantendo as tradicionais cores e os atributos regimentais da Arma, o encarnado e as peças cruzadas que ornavam as chapas das barretinas, golas e virados das abas das casacas, os artilheiros montados passariam a usar uniformes e armas individuais similares aos da cavalaria, o que incluía sabres, pistolas e carabinas. A farda tinha abas posteriores curtas e rematava-se com um cinto de lã à cavaleiro em vez do talabarte com patrona enquanto os artilheiros a cavalo usavam boldrié com canana, com gancho para carabina. Os artilheiros apeados equipavam-se de maneira semelhante à infantaria, com casacas de abas longas, correames cruzados, com patrona e porta baionetas e eram armados com mosquetes longos de pederneira, do modelo distribuído às Armas apeadas, geralmente Brown Bess inglesas, substituindo-se a baioneta regulamentar de infantaria pelo terçado, espécie de espada curta, característica da Artilharia.
Este plano de uniformes de 1834 significou um relativo romper estilístico com todo um sistema uniformológico que perdurava desde o plano de 1806, assim como acompanhou e reflectiu paralelamente a introdução de novos conceitos tácticos, nomeadamente na cavalaria e na artilharia. É de notar que a maioria dos oficiais do novo exército liberal que saiu da Guerra Civil de 1832-1834 haviam estado emigrados na França e na Inglaterra, onde absorveram as modas militares do período romântico, contrariamente aos quadros de comando das velhas estruturas absolutistas, assumidamente tradicionalistas e impermeáveis às influências externas, atitude que lhes poderá ter provocado a derrota no campo de batalha.
Afastada, aparentemente, a ameaça do absolutismo miguelista, confrontaram-se as facções liberais, divididas entre a esquerda dura dos seguidores da Constituição de 1820 e a direita cartista, defensora da Carta Constitucional, que tinha origem na que havia sido outorgada por D. Pedro, em 1826. No meio, deambulavam os Setembristas (Golpe de Setembro de 1836), constitucionalistas moderados, que no golpe de Fevereiro de 1842 haviam sido afastados do poder por Costa Cabral (Bebiano, 1993, p. 260 - 261).
O exército regular continuava politizado e instável, dividido em várias facções, e era secundado na instabilidade política por inúmeros batalhões de voluntários, herdeiros das antigas milícias e ordenanças. Contudo, o carácter rural destas fora substituído pela componente profundamente burguesa dos referidos batalhões da Guarda Nacional e de voluntários. Estes batalhões, de grande utilidade na guerra civil de 1832-1834, tornaram-se em contingentes de duvidoso valor militar, por vezes pretexto para uma certa burguesia envergar um uniforme, de preferência vistoso, e para exibir um mosquete e uma baioneta pelas ruas. E à semelhança de algumas dessas guardas, também elas perdiam muitas vezes o entusiasmo quando enfrentadas por tropas regulares, não restando outra solução senão voltar a entregar o mosquete e volver a casa.
Para se ter uma ideia da proliferação destas unidades de voluntários, refira-se que, entre 26 de Dezembro de 1840 e 14 de Fevereiro de 1850, as Ordens do Exército (O.E.) registam oitenta e cinco batalhões e companhias de voluntários de infantaria, cavalaria e artilharia, e deste número destacam-se vinte e nove batalhões de caçadores (Brito, 1988, p. 18 - 19). Para um país pequeno como Portugal, esta quantidade inusitada de unidades era flutuante, sendo os batalhões e companhias convocados e desmobilizados, conforme a situação política do momento. As mobilizações são intensas entre 1840 - 1841, no período que antecede o golpe de Fevereiro de 1842, e depois em 1846 - 1847, com o deflagrar da guerra civil da Patuleia. É de notar a proficuidade de batalhões ou companhias de caçadores, vinte e nove num total das já referidas oitenta e cinco unidades. É compreensível, dado o sentido de elite que o uniforme de caçadores, adoptado por estas unidades, conferia ao seu usuário, mesmo que o seu desempenho militar não correspondesse ao garbo da farda. Os uniformes de caçadores continuavam, na década de 1840, a manter as características básicas que tornavam tão solicitados por muitas unidades de voluntários. Assim, mantinha-se o castanho pinhão, com adornos em negro, como cores gerais para todas as peças do uniforme, factor que iria perdurar desde 1806 até, praticamente, ao plano de uniformes de 1885.
Continua

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Marine de Portugal .


MICHEL, H., fl. ca. 1800-1809 Marine de Portugal [Visual gráfico = Portuguese Marine / H. Michel del. ; I. Clark sculp.. - London : J.Booth, 1809. - 1 gravura : água-tinta, aguarelada http://purl.pt/5326. - Dim. da comp. sem letra: 19x16,8 cmCDU 359(=469)"18"(084.1) 762(=1.410)"18"(084.1)


Biblioteca Nacional

domingo, 12 de outubro de 2008

Soldados armados da Legião, [Lisboa, 1806]


SOLDADOS ARMADOS DA LEGIAO Soldados armados da Legião [Visual gráfico. - [Lisboa : s.n., 1806]. - 1 gravura : buril, p&b ; 37x22 cm http://purl.pt/6104. - Data atribuída segundo o Plano de Uniformes de 19 de Maio de 1806 (cf. com M. P. -Uniformes de Caçadores : 1808 a 1910. Ms. BN E.A. 114 P.). - Farda da Legião Portuguesa sob o comando do Marquês de Alorna desde 1795CDU 355.1(469)"1806"(084.1)


Biblioteca Nacional.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Cavalerie da Novion, ou de Police à Lisbone.



MICHEL, H., fl. ca. 1800-1809 Cavalerie da Novion, ou de Police à Lisbone [Visual gráfico = Novion, or Lisbon Police Cavalry / H. Michel del. ; I. Clark sculp.. - London : J.Booth, 1809. - 1 gravura : água-tinta, aguarelada http://purl.pt/5219. - Dim. da comp. sem letra: 18,5x19 cmCDU 357(=469)"18"(084.1) 762(=1.410)"18"(084.1)


biblioteca nacional

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

O arsenal do Exército . Parte 1 . Sérgio Veludo Coelho.

LEGRAND, Charles, fl. entre 1839 e 1847 Arsenal do Exército em Lisboa [Visual gráfico / Legrand. - [S.l. : s.n., ca. 1842] ([Lisboa] : Off. Lith de M. e l Luiz. - 1 gravura : litografia, p&b ; 14,6x22,7 cm (esquadria). - Data baseada no período de actividade do autorCDU 725.18(469.411.16)Arsenal do Exército(084.1) 763(=1:469)"18"(084.1)

Hoje damos inicio ao primeiro texto de Sergio Veludo Coelho sobre o arsenal do exército.


O arsenal do exército - Parte 1.


Por determinação do conde de Lippe, pelo Alvará Régio de 24 de Março de 1764, a Tenência passou a denominar-se por Real Arsenal do Exército. Em 1791, o Alvará Régio de 21 de Outubro estabeleceu um regulamento pelo qual se deveriam reger os Arsenais Reais do Exército e Intendência Geral da Fundição de Artilharia e Laboratórios de Instrumentos Bélicos, sob a inspecção da Junta da Fazenda dos Três Estados. A principal repartição do Arsenal do exército situava-se no edifício da extinta Tenência, a antiga Fundição de Baixo. Mas este edifício também continuou a funcionar como depósito de peças de artilharia, espingardas e outras armas de fogo e brancas. As instalações do arsenal do exército não se encontravam num único edifício mas estavam compreendidas em várias dependências. Apesar disso o Arsenal Real do Exército, em Lisboa, entre os finais do século XVIII e no início do século XIX, não deixava de ser um pólo industrial de importância estratégica para a defesa nacional, sobretudo face aos desafios que teve de enfrentar e que resultaram das várias campanhas militares que foram consequência da intervenção militar portuguesa no Roussillon, a Guerra das Laranjas em 1801 e todo o período da Guerra Peninsular, entre 1807 e 1814. Nas infra estruturas do Arsenal de Lisboa destacavam-se quatro estabelecimentos principais que eram as instalações da Fundição de Baixo, o Parque de Stª Clara e respectiva Fábrica de Armas, a Fundição de Baixo e o Laboratório de Stª Apolónia. A maior parte dos operários do Arsenal eram civis e com os mais diversos ofícios. O armamento, equipamento, fardamento e outros materiais de guerra e de campanha eram exigentes em termos de fabrico, provas e manutenção e envolviam uma extensa variedade de ofícios que se podem observar nos extensos mapas abaixo transcritos, dizendo apenas respeito ao estabelecimento de Lisboa, com relações de materiais produzidos nas respectivas oficinas e a listagem dos trabalhadores.»
Continua.

Military sketch of the country between Lisbon and Vimeiro


FADEN, William, 1749-1836 A military sketch of the country between Lisbon and Vimeiro occupied by the British Army under the command of Lieutenant General Viscounte Wellington [Material cartográfico] / Published with permission of the Quarter Master General by W. Faden Geographer to his Magestaty & to his Royal Highnefs the Prince of Wales. - Escala [ca. 1:95000], 8 British Miles [legais] = [13,50 cm]. - [Londres], Sharing Cross : W. Faden, 1810. - 1 mapa : gravura, aguarelado, color. ; 58,30x46,70 cm, em folha de 68,00x53,20 cm http://purl.pt/3437. - Apresenta duas cotas antigas inscritas no verso: CC 658 e I - 22 PTBNP: C.C. 284 A.CDU 355.4(469:44)(084.3) 912"18"(084.3) 914.69(084.3)

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Canhonheiras executadas na Praça de Campo Maior

FONSECA, José Maria Ferreira da, fl. 1790Reprezentação das canhonheiras executadas na Praça de Campo Maior [Visual gráfico / desenhada [por] José Maria Ferreira da Fonseca, [179-?]. - 1 desenho : tinta-da-china e aguadas, color. ; 30x49 cm http://purl.pt/1244. - Data provável atribuída segundo a filigranaCDU 725.18(469.511)"179"(084.11)

Biblioteca Nacional

domingo, 28 de setembro de 2008

Planta da Praça de Campo Maior..., 1797


XAVIER, Inácio Caetano, fl. 1797Planta da Praça de Campo Maior... [Visual gráfico / Caetano Paulo Xavier debaixo das direcções [de] Mathias Joze Dias Azedo, 1797. - 1 desenho : tinta-da-china, vermelha e aguadas ; 34x47 cm http://purl.pt/1245CDU 725.18(469.511)"1797"(084.11)


Biblioteca Nacional

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

El juego de la gallina ciega

El juego de la gallina ciega.
Fecha entre 1812-1814]
Descripción Física 1 estampa huella de la plancha 154 x 243 mm
Descripción Inscripción en la parte superior: "Bonaparte ciego de sobervia no sabe que Potencia ha de coger ó el juego de la gallina ciega"
Inscripción al pie dela imagen: "1 España 2 Inglaterra 3 Portugal 4 Suecia 5 Austria 6 Turquia 7 Napoleon"
Catálogo del Gabinete de Estampas del Museo Municipal de Madrid. 1, Estampas españolas 173-14
Estampas: cinco siglos de imagen impresa 998
Revolución, Contrarrevolución e Independencia. Madrid, 1989 p. 47
Materia España Historia 1808-1814 (Guerra de la Independencia)
Dibujos, grabados y fotografías
Grabados satíricos
Grabados calcográficos
Napoleón I , Emperador de Francia

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Los Despojos del Aguila Francesa entre España y Portugal

Los Despojos del Aguila Francesa entre España y Portugal

Fecha - 1814?]
Descripción Física - 1 mapa 18 x 27 cm en h. de 26,5 x 36,5 cm
Descripción - Sobre la imagen cartográfica, pequeños textos referidos a las batallas ganadas por los aliados, indicando fecha, lugar y nombre de los generales franceses que participaron en cada una de ellas. Las victorias se reflejan por el número de plumas arrancadas al águila francesa
Clave numérica indicando la situación de los barcos españoles e ingleses que defienden las costas. - Ciudades representadas por conjuntos de edificaciones según su importancia. - Divisiones administrativas delimitadas por líneas de color. - Costas sombreadas
La fecha de publicación corresponde a la del fin de la Guerra de la Independencia
En el mapa aparecen las figuras de un lobo y un león, que representan a los ejércitos aliados, despojando a un águila, símbolo del Imperio francés.


Biblioteca Nacional de España

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Bicentenário. Batalha do Vimeiro.

ESQUIOPPETTA, Domingo, fl. 1800-1850Batalha do Vimeiro [Visual gráfico / D. Schioppetta delin. ; J. Cardini esculp.. - [S.l. : s.n., entre 1810 e 1812]. - 1 gravura : água-forte, p&b http://purl.pt/5296. - Data baseada na inscrição e período de actividade dos gravadores. - Dim. da matriz: 33x44,1 cm. - Soares, E. - Hist. grav., nº 427)CDU 355.48 Batalha do Vimeiro(084.1) 94(469)"1808"(084.1) 762(=1.450)"18"(084.1).
Imagem Biblioteca Nacional

domingo, 10 de agosto de 2008

D. João VI, Rei de Portugal, Brasil e Algarves.

MESQUITA, João de, fl. ca. 1816D. João VI, Rey de Portugal, Brazil e Algarves [Visual gráfico / Mesquita dezenhou em 1816 ; Quinto gravou em 1817. - [S.l : s.n., 1817]. - 1 gravura : água-forte e ponteado, p&b ; 27x16,7 cm (imagem com letra) http://purl.pt/5866. - Dim. da f. truncada (sem margens): 28x17 cm PTBN E. 1534 V.. - Dim. da f.: 31x20 cm PTBN E. 4974 P.. - Provável prova de estado, em cujo círculo de enquadramento do escudo-de-armas de Portugal falta o desenho da esfera armilar PTBN E. 4974 P.. - Soares, E. - Dic. icon., nº 1542-P2)