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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O Exército Aliado Anglo-Português (1809 - 1814)





Boas novidades.
O meu segundo livro já está à venda ( Bertrand, Fnac, etc).
Chamo a atenção de que se trata de um trabalho de investigação, não sendo um livro de leitura fácil. Foram quase 15 anos de investigação, tendo como público alvo aqueles que se dedicam a esta época da história e pretendem saber com exactidão a organização do exercito Anglo-Português, e quem eram os seus comandantes, carreiras militares, interação entre ambos, etc.
Espero que gostem.
Aguardo comentarios, apontamentos e correcções.

Irei começar a colocar alguns post que ajudarão a compreender melhor o livro, e darei inicio a transposição parcial no que respeita a Lagos.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

D. Miguel Pereira Forjaz, Conde da Feira (1769-1827)


Saíu mais uma obra que qualquer amante de história não pode perder.
Trata-se da tradução de uma tese de Francisco De La Fuente sobre um dos maiores estadistas do séc. XIX. Wellington referindo-se a D. Miguel Pereira Forjaz, dizia que este era "o homem mais hábil da peninsula. "

A sua imagem ficou manchada pela sua intervenção na morte de seu primo Gomes Freire de Andrade, e com a famosa frase " Felizmente hoje há luar"

Aqui fica a indicação da obra:

D. Miguel Pereira Forjaz, Conde da Feira (1769-1827)
Autor(a): Fuente, Francisco De La

Data: 2011, Janeiro
ISBN: 9789898219237
N. Páginas: 318
Formato: 170*240

Apresentação do Livro

D. Miguel Pereira Forjaz, foi certamente o Português com a maior responsabilidade na organização da defesa da nossa independência durante a Guerra Peninsular, como general e membro do Conselho de Regência (1808-1820), como Secretário para os assuntos da Guerra e Negócios Estrangeiros, durante a ausência da corte no Brasil. Beresford, marechal de exército português, durante a Guerra reportava a D. Miguel. Em conjunto geriram a reorganização das forças armadas em Portugal após a revolta patriótica anti-napoleónica de 1808. Era também com D. Miguel que Wellington tratava dos problemas políticos e administrativos do exército Anglo-Português.

Forjaz participou como oficial de estado-maior na campanha do Rossilhão e na Guerra de 1801. Secretariou depois a elaboração e discussão das diversas medidas que foram propostas ao príncipe-regente Dom João para reformar e modernizar o Exército e para a reestruturação político-militar do País. Estas propostas de reorganização do Exército, no seu essencial viriam a ser implementadas mais tarde por si a partir de 1806, 1808 e 1809, em acordo com o marechal Beresford que as aplicará na prática, embora por vezes se atribua erradamente ao chefe militar inglês a autoria das reformas do exército.

Tendo inicialmente estado ligado por laços familiares e profissionais ao designado “partido francês”, D. Miguel Pereira Forjaz acabou por ser o organizador institucional da aliança militar Anglo-Portuguesa que outrora atacara. Forjaz sabia que o País não conseguiria ganhar a guerra contra Napoleão sem uma importante ajuda militar Britânica. Essa ajuda era no entanto sujeita a constantes renegociações com Londres. A salvaguarda dessa aliança e dos limites do esforço possível será o seu combate diplomático quotidiano, em constante confronto com os seus colegas da Regência, com o governo no Brasil, com o embaixador português em Londres e com os britânicos em Lisboa. Infatigável e pragmático, Forjaz acabará por conseguir o objectivo para que tinha sido mandatado pelo Príncipe-Regente: a defesa da independência de Portugal contra as ambições de Napoleão.

BIOGRAFIA DO AUTOR
Francisco de la Fuente nasceu em Havana, Cuba, e imigrou para os Estados Unidos. Estudou na Florida State University onde completou o seu doutoramento sob a direcção do professor Donald D. Horward. A Fundação Calouste Gulbenkian concedeu-lhe duas bolsas para investigar D. Miguel Pereira Forjaz e a sua contribuição para a defesa de Portugal durante a Guerra Peninsular. Tem participado em inúmeras conferências internacionais e assim como no Consortium on Revolutionary Europe e apresentou comunicações sobre vários aspectos da participação de Portugal na Guerra Peninsular. Reside actualmente em Tallahassee, Florida.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

domingo, 13 de dezembro de 2009

domingo, 29 de novembro de 2009

O 14 de Infantaria.


Um convite para um novo livro. "O 14 de Infantaria.".

Trata-se de uma obra actual que explora a história do regimento 14 desde a sua fundação na Cidade de Tavira até à actual localização em Viseu. Este trabalho é tanto mais notável, porquanto explora a sua historia mais remota, a qual comemora agora 200 anos, ao mesmo tempo que nos leva às glorias da tão esquecida 1ª Guerra Mundial e as actuais missões de Paz por esse Mundo fora, repleta de imagens únicas retiradas dos seus arquivos. Uma excelente historia regimental livro a não perder.

Este tipo de obras, que é bastante vulgar no Reino Unido ou EUA, é raro em Portugal. Os militares portugueses, salvo raras excepções, esquecem com frequência a sua história e os seus camaradas que os precederam, agindo como se as suas unidades fossem de geração espontânea, e eles fossem os únicos detentores da alma castrense.

Os parabéns ao Coronel Rui Moura por não esquecer as origens do seu regimento e dos seus homens, e qual o seu futuro.







Um excelente livro coordenado pelo Coronel Rui Moura , sendo tambem autor de parte dos textos.

O Coronel de Infantaria Rui Fernando Baptista Moura tomou posse como Comandante do Regimento de Infantaria nº 14 em 9/30/2008 .
Esta unidade (RI 14) teve o seu inicio, como se sabe, na cidade de Tavira.
Esta unidade tem um pequeno museu a não perder.

sábado, 20 de junho de 2009

Francis Seymour Larpent -The Private Journal Of Judge-Advocate Larpent

1-3-1813
There is one regiment of the Caçadores that is the constant astonishment of the English. Badly paid, no new clothes for the last two years, almost in rags this winter, and yet scarcely a man has been 'sick. I wish this was the case with them all. Our men are getting their clothes much better than last year, but still many are sick.
Francis Seymour Larpent -The Private Journal Of Judge-Advocate Larpent, pág 64

28.6.1813
The 23rd and 11th Portuguese regiments, who behaved in the field on the 23rd as well as any British did or could do, are on the march, though smaller animals, most superior. They were cheerful, orderly, and steady. The English troops were fagged, [half tipsy, weak, disorderly, and unsoldierlike; and yet the Portuguese suffer greater real hardships, for they have no tents, and only bivouac, and have a worse commissariat.
Francis Seymour Larpent -The Private Journal Of Judge-Advocate Larpent, pág 168

3.8.1813
(…)The Portuguese behaved in general most inimitably, the 4th, 10th, and 12th regiments in particular. The 10th did, indeed, once give way, but rallied; and the 4th charged twice, I think, on the 27th June, in good English style.-
Francis Seymour Larpent -The Private Journal Of Judge-Advocate Larpent, pág 209

21.7.1813
Lord Wellington, talking of the Portuguese, said that it was extraordinary just now, to observe their conduct; that no troops could behave better; that they never had now a notion of turning; and that nothing could equal their forwardness now, and willing, ready them-
Francis Seymour Larpent -The Private Journal Of Judge-Advocate Larpent, pág 196

23.8.1813
Nothing can look better than the condition of the Portuguese troops. They are cleaner than our men; or look so, at least. - They are better clothed now by far, for they have taken the best care of their clothes; they are much gayer, and have an air, and a je ne sais quoi, particularly the Caçadores both the officers and private men, quite new in a Portuguese. It is curious to observe the effects of good direction and example, how soon it tells. -
Francis Seymour Larpent -The Private Journal Of Judge-Advocate Larpent, pág 241

11.2.1814
Some of our old regiments have scarcely a man in the hospital, except the wounded, and it is astonishing how well some of the Portuguese regiments stand it, who are more exposed than our men. The last month' s rest, and the new clothes, which most regiments have now received, will revive the army amazingly; some who are still without their clothes are, to be sure, absolutely in rags, or like the king of the beggars. -
Francis Seymour Larpent -The Private Journal Of Judge-Advocate Larpent, pág 389

18.2.1814-
There are also about six thousand Portuguese ready to join in Portugal, but who remain for want of transport, as I am told: this is unlucky, as they were well-seasoned recruits.It is curious that even latterly, ever since we left the mountains, almost all our advanced troops-the advanced line have been Portuguese; they not only stop our deserters, but go off very much less themselves.
Francis Seymour Larpent, The Private Journal Of Judge-Advocate Larpent, pág 395

13.6.1814-On stopping at the village of Fignan, to give my horses some corn, I was very glad to find the inhabitants regretting the departure of the Portuguese regiment which had been quartered there, as they had behaved so well. They told me the people cried when they crossed the water, and the next day so many soldiers carne back to take another farewell of their new friends, that the officers were compelled to place a guard to prevent it.-
Francis Seymour Larpent -The Private Journal Of Judge-Advocate Larpent, pág 545

terça-feira, 5 de maio de 2009

Letters From The Peninsula


1812-The conduct of the Portuguese Troops during the whole Siege, and under very trying circumstances, has been most exemplary, particularly their Artillery, which is really very good. It is difficult to say which troops, the British or Portuguese, are the most indifferent to danger. In both it is quite remarkable. But John goes to work more steadily and sullenly, while the Portuguese must be well led, and have his joke. They are great wits in their way, and, without the resolution and impenetrable sang-froid of the British, they have more patience and subordination under greater privations and hardship. But the Portuguese has not the bodily strength of the former, is naturally lazy, and is not used to our pickaxes and shovels. Therefore on the working parties the British do their work better in half the time. Both seem equally careless of danger. They agree perfectly well together, and amongst the men there is scarce an instance of disagreement or disturbance.

William Warre, Letters From The Peninsula: 1808-1812, pag 156

quarta-feira, 29 de abril de 2009

MAPS & PLANS

Aqui está uma bela obra à venda num leilão do Palácio do Correio Velho.

Leilão nº 214 - Colecção Capucho1ª Sessão: 5 de Maio (3ª feira) - 21:00 H

Lote 0077
Descrição
MAPS & PLANS, Showing the Principal Movements, Battles & Sieges, in which the British Army was engaged during the War from 1808 to 1814 in the Spanish Peninsula and the south of France.

London, Published by James Wyld, Geographer to the Queen, 1840.In -fólio atlântico, 86 x 68 cm com III folhas de frontispicio, dedicatória e Indice e 39 folhas algumas duplas em 1 vol.Ex- libris de António Capucho. Esta preciosa colecção de mapas em finas litografias está reunida numa luxuosa encadernação da época em chagrin castanho,com lombada, cantos e rótulo em pele mais escura, titulo a ouro na pasta anterior envolto por corôa de louros. A parte respeitante a Portugal destes notáveis mapas, representa: Batalhas do Vimeiro, Rio Douro, Roliça, Almeida, Santarém, Bussaco, Linhas de Lisboa, Condeixa, Guarda, Foz de Arouce, Ceira, Sabugal, vistas da Serra de Montejunto, Arruda e Sobral de Monte Agraço, Cintra, Torres Vedras, Pombal, Guarda, operações do exército inglês desde a Baia do Mondego até à evacuação dos franceses de Lisboa, em 1808, etc.




Estimativa € 1.500 / € 3.000




Condições Negociais: Ao valor de martelo será adicionada a comissão de comprador de 15.12%

sexta-feira, 24 de abril de 2009

O Dia Internacional do Livro

Dia 23 de Abril, Dia Internacional do Livro e dos Direitos de Autor.

Já o ano passado fizera um post sobre este dia .

Para não repetir, aqui fica o link para o post, neste dia tão importante.

sábado, 18 de abril de 2009

THE ANGLO - PORTUGUESE ARMY OF 1808

"THE ANGLO - PORTUGUESE ARMY OF 1808"


Revista das edições
DEL PRADO - RELIVE WATERLOO MAGAZINE NO 45
Colecção
GREAT BATTLES OF THE NAPOLEONIC WARS
Título
THE ANGLO - PORTUGUESE ARMY OF 1808
Editado por
OSPREY




sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Livros

Navegando por alfarrabistas, reparei neste livro com um excelente tema bastante actual.

"APONTAMENTOS POLITICOS SOBRE OS PRINCIPAES ABUSOS, E DEFEITOS DO ANTIGO GOVERNO DE PORTUGAL, E MEIOS PARA SE EMENDAREM:
" de Francisco Vieira de ABREU ; Impressão Régia, Lisboa, 1820.

Claro que os abusos são sempre nos antigos governos e nunca nos actuais.

Mas esse é um problema que se resolve deixando passar o tempo.

Logo será antigo.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Revista de Artilharia

Outra novidade. A Revista de Artilharia publicou a sua 1000 revista.




Nesta revista, vem um artigo do Cor. Art João Vieira Borges com o titulo " A Guerra Peninsular na Revista de Artilharia "


A boa novidade é que tal artigo está online aqui.



Já antes tinha sido publicado u artigo sobre a peça francesa capturada durante a batalha de Vitoria, artigo com o título "Um Canhão da Guerra Peninsular " aqui.

Tenho a revista algures, não me lebrando do nome do autor do mesmo.