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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Os Uniformes Portugueses na Guerra Peninsular

Mais um livro.
Desta vez sobre uniformes.
Os Uniformes Portugueses na Guerra Peninsular de Pedro Soares Branco.
Tenho as obras deste autor, e esta ultima foi-me oferecida.
Quem bom. Obrigado Nuno por esta oferta.

Mais um livro a não perder.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Ordens e Condecorações Portuguesas 1793-1824.


Como referi, está para breve o livro de Paulo Estrela, «Ordens e Condecorações Portuguesas 1793-1824 ».

"Esta monografia aborda uma temática pouco conhecida da Guerra Peninsular: a Falerística. As Ordens de mérito, Condecorações, Medalhas e Insígnias criadas e/ou concedidas neste período, são quase sempre reproduzidas de uma forma confusa, sem rigor na sua designação e, sem se compreender o que significavam nem, tão pouco, como as insígnias eram na realidade.
De igual forma foi um período em que se permutaram condecorações com os aliados britânicos e espanhóis e que igualmente importa conhecer, até porque, por vezes, estas são confundidas com as portuguesas, mesmo nos documentos oficiais da época.
A regência e o reinado de D. João VI marcam uma verdadeira revolução falerística em Portugal. Além da abordagem à Ordem da Torre e Espada (ordem cimeira nacional) de que se comemoram os 200 anos, procuramos com esta obra apresentar todas as condecorações existentes ou criadas ao longo da Guerra Peninsular, mas de igual forma aquelas criadas para premiar operações fora da Peninsula Ibérica, como é o caso da conquista da Guiana francesa ou das campanhas Cisplatinas, na América meridional.
Também não foi esquecida a polémica participação da Legião Portuguesa junto do Exército francês, que viu dezenas dos seus militares agraciados com condecorações francesas.
Mas porque a Guerra Peninsular acarretou consequências sociais e politicas que se prolongaram muito além do seu término, apresentam-se igualmente aquelas referentes a dois episódios históricos – Vila Francada e Abrilada – que indiciavam a Guerra Civil que se avizinhava a passos largos...
Ainda uma breve referência a outras formas de reconhecimento público do mérito, o que nos levará a breves incursões por disciplinas como a Heráldica, a Vexilologia ou a Armaria.
Estes vários espiódios históricos são complementados com centenas de imagens recolhidas em coleções particulares e públicas, portuguesas e estrangeiras, e por listas nominais de milhares de agraciados com as várias condecorações abordadas. No fim, um indíce remissivo por nomes e títulos nobiliárquicos (mesmo concedidos mais tarde) poderá servir de ferramenta para outros trabalhos de Genealogia e de História militar em geral."

Tribuna da História

domingo, 4 de janeiro de 2009

Novos Livros

Acabo de receber, via forum das Guerra Liberais [AQUI], a notícia de um novo livro. «As Transmissões Militares - Da Guerra Peninsular ao 25 de Abril.»
As Transmissões Militares - Da Guerra Peninsular ao 25 de Abril, obra da autoria da Comissão da História das Transmissões (Exército), com o apoio da Liga de Amigos do Arquivo Histórico Militar editada pela Comissão Portuguesa de História Militar.
VER AQUI
Soube tambem que irá sair em breve o Livro «Ordens e Condecorações Portuguesas…» de Paulo Estrela, editado pela «Tribuna da História» , livro que certamente será excelente.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Novidades. Relatório e Contas da Lusitania, companhia de seguros , S.A.

Foi com uma agradável surpresa que recebi como presente o relatório e contas 2007 da companhia de seguros Lusitânia [Grupo Montepio]. Os documentos contabilísticos encontram-se num CD , junto à capa.
O Livro, esse, é dedicado exclusivamente ao período das invasões francesas. Digo Invasões francesas porque não inclui os anos posteriores a 1810, nas quais o exército operou fora do território nacional.
Trata-se de um livro de excelente qualidade de imagens e papel, com texto bilingue [ inglês e português] e excelentes imagens. Na capa, vistosa, o punho da espada do General Silveira, conde de Amarante ( apesar de eu, como espada, gostar mais da que pertenceu ao conde do Rio Pardo).
O livro têm 5 capítulos . 1- Os antecedentes; 2 – A primeira invasão francesa 3- A segunda invasão francesa, 4- A quarta invasão francesa, 5 -Conclusões.

Parece que o estou resulta de um conjunto de autores: Prof. Doutor Adriano Moreira ; Dr. Manuel Bairrão Oleiro; Coronel Ribeiro de Faria; Comandante José António Rodrigues Pereira, Comandante Cyrne de Castro , Dr. António Lalande, comandante Carlos Mesquita, e Dr. Javier Saez Salgado.

Para meu mal, e em especial para o Jorge Quinta-Nova, o general Lecor, sem dúvida o melhor oficial do exercito português que operou no exercito anglo português, não faz parte da lista do que os autores consideram ser “ oficiais generais portugueses que mais se distinguiram nas campanhas da guerra peninsular”, mas a omissão inclui a exclusão de oficiais como Agostinho Luís Da Fonseca, Manuel Pamplona Rangel, José Cardoso De Meneses Souto-Maior, D. Luís Inocêncio Benedito De Castro - Conde Resende, ou José De Vasconcelos e Sá.

Se puderem obter um exemplar, não desperdicem a oportunidade.
Aqui ficam as imagens da capa, contra-capa e do seu interior.
Parabens à Lusitania por esta iniciativa.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Incontornável. Vimeiro 1808- Wellesley’s first victory in the Peninsular.

Incontornável, a leitura neste bicentenário da batalha do Vimeiro, da obra de René Chartrand “Vimeiro 1808 - Wellesley’s first victory in the Peninsular”, da Osprey.

Retirado da Osprey:
«About this book
On 2 August 1808 a British army of 14,000 men began landing north of Lisbon under the command of Sir Arthur Wellesley, the future Duke of Wellington. They were coming to assist the Portuguese, Britain's oldest ally, to liberate their country from its French occupiers. Within a month Wellesley was to win two victories over the French at the battles of Roliça and Vimeiro. General Andoche Junot, the French commander, was forced to surrender and evacuate Portugal. René Chartrand examines the first of Wellesley's string of victories in the Peninsular War.
Contents
Origins of the Campaign
Chronology
Opposing Commanders
Opposing Armies
Opposing Plans
Junots French invasion and occupation of Portugal
The 1808 Revolt
Wellesley arrives
The Battle of Rolia

The battle of Vimiero
Aftermath
the Convention of Cintra
The Battlefields today
Bibliography
Index
Paperback; September 2001; 96 pages; ISBN: 9781841763095
»

Rene Chartrand é autor da já conhecida triologia “The Portuguese Army of the Napoleonic Wars».

Ver aqui um post deste blog




sábado, 5 de julho de 2008

Very high spirits.

1810- «The Portuguese troops are in very high spirits and seem anxious to meet the enemy. They are in a very improved state of discipline, and promise well. It would be unfair to doubt them with these qualities. Poor fellows, they fight for everything that is dear to them. I never saw a Regt. embark in better style or higher spirits than the 20th Portuguese Regt. did for Cadiz a few days ago.(...) The French will, I dare hope, find themselves mistaken in the Portuguese troops, and though I am not , sanguine as to the final result, unless Spain does more than she has done yet, I am sure the Conquest will cost them/very dear. »



William Warre, Letters From The Peninsula: 1808-1812, pag 71

terça-feira, 1 de julho de 2008

Novidades. José Acúrsio das Neves - História Geral da Invasão dos Franceses em Portugal, e da Restauração deste Reino.

É com bastante agrado que vemos surgir reedições das grandes obras referentes à Invasões Francesas ou Guerra Peninsular.
Desta vez, é da mão das Edições Afrontamento, que nos chegam os 5 volumes reunidos num só da imprescindível obra de José Acúrsio das Neves (1766-1834), História Geral da Invasão dos Franceses em Portugal, e da Restauração deste Reino.

Para quando a reedição da colecção das Ordens do Dia do Marechal Beresford?

Meramente informativo : José Acúrsio das Neves na Wikipédia (AQUI)
«Não esquecendo o trauma das invasões francesas, e não perdoando o colaboracionismo e a tibieza de muitos dos poderosos de então, em 1810-1811 publica uma monumental História Geral da Invasão dos Franceses em Portugal, e da Restauração deste Reino, em 5 volumes, a qual, dada a proximidade dos acontecimentos e a presença em lugares de poder de muitos dos criticados, desencadeou acesas polémicas. Uma das mais arrastadas e violentas foi a mantida com o tenente-general Francisco de Borja Garção Stockler, que viria a ser capitão-general dos Açores, que se prolongou por mais de uma década, envolvendo trocas epistolares e publicação de diversos desmentidos e justificações.
De índole conservadora, com a Revolução Liberal do Porto de 24 de Agosto de 1820 iniciou um intenso trabalho de luta política e ideológica, publicando diversas obras entre 1821 e 1824 em oposição ao vintismo, pelo que em 1821 foi demitido dos principais cargos que ocupava


Poderá também ser consultada mais informação (AQUI)

quarta-feira, 4 de junho de 2008

George Simmons - A British Rifleman Journals and Correspondence During the Peninsular War and the Campaign of Wellington

«The Portuguese deserve every praise; they fight like lions.»
«the Portuguese, led on by English officers, fight like Tigers. They have behaved astonishingly well. I have witnessed several regiments of them come on with the greatest enthusiasm.'»


George Simmons (95th Rifles) -A British Rifleman Journals and Correspondence During the Peninsular War and the Campaign of Wellington.(London, 1899) .

terça-feira, 20 de maio de 2008

I give you joy of the glorious news.

16 OCT. 1810 - I give you joy of the glorious news. How delightful it is that the Portuguese have behaved so nobly. They have shown Bony's 'spoiled child of Fortune' what they can do when well organised and commanded. Some of the Regts. were commanded by Portuguese.

William Warre, Letters From The Peninsula: 1808-1812, pag 102

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Dia do Livro e dos direitos de autor.

O Dia Internacional do Livro teve a sua origem na Catalunha.
A data começou a ser celebrada em 7 de Outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes, escritor espanhol. O escritor e editor valenciano, estabelecido em Barcelona, Vicent Clavel Andrés, propôs este dia para a Câmara Oficial do Livro de Barcelona.
Em 6 de Fevereiro de 1926, o governo espanhol, presidido por Miguel Primo de Rivera, aceitou a data e o rei Afonso XIII assinou o decreto real que instituiu a Festa do Livro Espanhol.
No ano de 1930, a data comemorativa foi transferida para 23 de Abril, dia do falecimento de Cervantes.
Mais tarde, em 1995, a UNESCO instituiu 23 de Abril como o Dia Internacional do Livro e dos direitos dos autor, em virtude de a 23 de Abril se assinalar o falecimento ou nascimento de outros escritores, como Josep Pla, Miguel de Cervantes, Vladimir Nabokov e William Shakespeare.
No caso do escritor inglês, tal data não é precisa, pois que em Inglaterra, naquele tempo, ainda utilizava o calendário juliano, pelo que havia uma diferença de 10 dias apara o calendário gregoriano usado em Espanha. Assim Shakespeare faleceu efectivamente 10 dias depois de Cervantes.
Mais informações sobre o Dia Mundial do Livro no portal da Unesco.

Como homenagem ao Livro, aqui deixo a imagem do livro português mais vezes impresso e traduzido, obra de alguém que também foi um militar profissional: Luís Vaz de Camões.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Guerra do ultramar. Modern African Wars (2)

Consultando a Osprey, deparei com este novo titulo Modern African Wars (2)Angola and Mozambique 1961-74 (Men-at-Arms 202).
Temos entre nós, ainda vivos, os militares que combateram nesta guerra, ainda por estudar com imparcialidade e sem preconceitos ideológicos ou políticos. Desconheço qual o conteúdo da obra, mas certamente, seja qual for, será uma obra a não perder.
About this book
Portugal was both the first and the last of the great European colonial powers. For 500 years Portugal had colonies in Africa. In 1960, as liberation movements swept across colonial Africa, the Portuguese flag still flew over vast expanses of territory across the continent. The spread of decolonization and the establishment of independent states whose governments were sympathetic to the cause of African nationalism led, in the early 1960s, to a series of wars in Angola, Guiné and Mozambique. This book details each of these liberation movements, focusing on the equipment, uniforms and organization of the Portuguese forces.
Contents
Preface
Portugal's African Empire
The Liberation Movements
The Portuguese Forces
The Portuguese Forces in Action
The Plates

terça-feira, 15 de abril de 2008

Novo livro. As divisões e as brigadas de infantaria do exército Anglo-Português.

O próximo livro terá por título: «A ORGANIZAÇÃO DO EXÉRCITO DO EXÉRCITO ANGLO-PORTUGUÊS 1808 – 1814. As Divisões e as Brigadas Portuguesas de infantaria.» Encontra-se em fase final, sendo o seu índice provisório o seguinte:

I- AS EVOLUÇÕES MILITARES DO SEC. XVIII
-CORPOS E DIVISÕES
-O EXÉRCITO FRANCÊS
-O EXÉRCITO BRITÂNICO
-O EXÉRCITO PORTUGUÊS
II- INTEGRAÇÃO DOS EXÉRCITO PORTUGUÊS E BRITÂNICO E SUA ADAPTAÇÃO AO SERVIÇO DE CAMPANHA
-O EXÉRCITO PORTUGUÊS
-O EXÉRCITO BRITÂNICO
III- HISTÓRICO DAS DIVISÕES
-INTEGRAÇÃO DOS EXÉRCITOS
-AS BRIGADAS BRITÂNICAS
IV- ORGANIZAÇÃO DO EXÉRCITO ANGLO PORTUGUÊS EM DIVISÕES
-A FORMAÇÃO DAS DIVISÕES
-O COMANDO
-INTEGRAÇÃO DAS BRIGADAS PORTUGUESAS
V- COMANDO E CONTROLE DO EXÉRCITO ANGLO-PORTUGUÊS
VI- ESTADO-MAIOR DAS DIVISÕES E BRIGADAS
-DIVISÕES
-AS BRIGADAS
VII- ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO PORTUGUÊS
VIII- HISTÓRICO DAS DIVISÕES
IX- AS BRIGADAS PORTUGUESAS
-GÉNESE DAS BRIGADAS PORTUGUESAS
-HISTÓRICO DAS BRIGADAS DE INFANTARIA PORTUGUESAS
X- BIOGRAFIAS
-BIOGRAFIA DOS OFICIAIS GENERAIS COMANDANTES DAS DIVISÕES
-BIOGRAFIA DOS OFICIAIS COMANDANTES DAS BRIGADAS PORTUGUESAS
XI-APÊNDICES
-A ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS-MAIORES
-ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO INGLÊS
-ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO PORTUGUÊS
-THE GENERAL ORDERS
-GENERAL REGULATIONS AND ORDERS FOR THE ARMY
-MEDALHAS E CONDECORAÇÕES DA GUERRA PENINSULAR
-ANEXOS
-BIBLIOGRAFIA

domingo, 13 de abril de 2008

Oficiais Comandantes das Ordenanças. Parte 2

Lagos

-MANUEL, DE AZEVEDO COUTINHO, Capitão de Ordenanças da Companhia de cavalos, por morte de outro( sic). Em 28-VI-1759.
-ANTÓNIO DA COSTA PAIVA, Sargento-Mor de Ordenanças, vago pela promoção de Valentim de Aguiar e Sousa a Sargento-Mor de Auxiliares. Em 07-I-1762.
-JOSÉ DA GUARDA, FRAGOSO, Capitão de Ordenanças na Companhia que foi de Manuel de Azevedo Coutinho. Em 07-IX-1762.
-ANTÓNIO MEXIA BARROSA, Capitão de Ordenanças, que vagou por morte de João Guterres Liote. Em 20-IX-1764.
-JOSÉ MARREIROS AREZ, Capitão de Ordenanças da Companhia de cavalos, que vagou por Francisco Pereira da Cunha Côrte-real passar a servir os lugares de letras. Em 11-VII-1765.
-ANTÓNIO TAVARES LIOTE, Capitão de Ordenanças, que vagou por baixa que se deu a Nicolau de Ataíde Mascarenhas. Em 23-IX-1765.
-VICENTE BORGES, Capitão de Ordenanças da gente marítima, que vagou por baixa que teve Diogo Rebelo. Em 17-X-1765,
-JOÃO DE VILLALOBOS, Capitão de Ordenanças, que vagou por morte de António Mexia Barbosa. Em 13-IV-l771.
-MANOEL JOSÉ CORDEIRO, Capitão de Ordenanças, que vagou por morte de Joao de Vilalobos. Em 18-III-1782.
-JOSÉ DA COSTA FRANCO, Capitão de Ordenanças da gente marítima, que vagou por morte de Vicente Borges Simões. Em 08-IV-1782. Reformado no posto de Sargento-mor de Ordenanças em 20-VII-1807.
-JOÃO CORREIA, Capitão de Ordenanças da Companhia formada nos distritos de Bordeira, Carrapateira e Pedralva, termo da cidade de Lagos, que vagou por morte de Manuel de Jesus. Em 15-XI-1782.
-HENRIQUE PEREIRA DA CUNHA DE AZEVEDO CORTE-REAL, Capitão-Mor de Ordenanças, que foi criado de novo. Em 27-IX-1784,
-FERNANDO JOSÉ PEREIRA, Capitão de Ordenanças, que vagou pela promoção de António Tavares Liote a Capitão do Terço de Infantaria Auxiliar da comarca de Lagos. Em 08-I-1787.
-LAZARO MOREIRA LANDEIRO CORTE-REAL, Capitão de Ordenanças, que vagou por morte de José Marreiros. Em 23-IX-1793.
-LAZARO MOREIRA LANDEIRO CORTE-REAL, Sargento-Mor de Ordenanças, posto criado de novo. Em 10-IV-1794.
-VICENTE DE AZEVEDO MAGALHÃES, Capitão de Ordenanças que vagou pelo acesso de Henrique Pereira da Cunha Azevedo Corte-Real. Em l5-VII-1794.
-JOSÉ DE MELO, Sargento-Mor de Ordenanças, que vagou pela promoção de Lazaro Moreira Landeiro Corte-Real a Capitão-Mor de Vila do Bispo. Em 11-VII-1795.
-FRANCISCO RODRIGUES DE OLIVEIRA PRADO, Capitão de Ordenanças da Companhia de Cavalos, que vagou pela promoção de Lazaro Moreira Landeiro Corte-Real. Em 20-1-1796.
-JOAQUIM MANUEL. PIMENTA, Capitão de Ordenanças da freguesia de São Sebastião, da cidade de Lagos, que vagou por morte de Fernando José Pereira. Em 01-III-1805. Reformado no posto de Sargento-Mor de Ordenanças em 17-VIII-1807.
-PEDRO ALVARES DE ATAÍDE, Capitão de Ordenanças da Companhia de cavalos, que vagou por morte de Francisco Rodrigues de Oliveira Prado. Em 29-VIII-1805.
-JOAQUIM DE AZEVEDO, Capitão de Ordenanças da freguesia de Santa Maria da cidade de Lagos, que vagou pela reforma de Manuel José Cordeiro. Em 16-IX-1805.
-JOÃO SILVESTRE DE MACEDO, Sargento-mor de Ordenanças agregado, para entrar em efectivo quando vagar o actual. Em 02-V-1806.
-JOSÉ CORREIA TELLO, reformado no posto de Sargento-Mor de Ordenanças. Em 02-II-1809.
-JOÃO DE MELLO, Capitão-Mor de Ordenanças, que vagou pela reforma de Vicente de Azevedo Magalhães. Em 21-VIII-1810.
-MATIAS DA LUZ, Sargento-mor de Ordenanças agregado. Em 13-IX-1810.
-FRANCISCO FLORIANO DE AZEVEDO, Capitão da 1ª Companhia de Ordenanças. Em 06-IV-1830.
-PEDRO TAVARES, Capitão-Mor do Terço de Ordenanças de Lagos. Em 11-VIII-1830.
-TOMÁS JOSÉ DE ANDRADE PIMENTEL., Capitão da 4: Companhia de Ordenanças, que vagou pela reforma de António Joaquim Ferreira Braklamy, que recusou o mesmo posto. Em 03-II-1831.
-DOMINGOS JOSÉ DA CUNHA, Capitão da 2ª Companhia de Ordenanças, sendo Alferes da 4: Companhia. Em 30-VII-1831.
-MANUEL DIAS SEABRA DA CUNHA, Capitão de Ordenanças da Companhia montada, sendo Ajudante das mesmas Ordenanças. Em 14-XT-1831.
-VICENTE VIEIRA GALVÃO, Sargento-Mor de Ordenanças, sendo Capitão Comandante das mesmas. Em 20-IV-1830.
-JOAO DIAS CORREIA, Capitão de Ordenanças da Companhia marítima. Em 27-IX-1832.
-JOÃO MANUEL GOMES, Capitão da 3: Companhia de Ordenanças, sendo Alferes da mesma. Em 01-III-1833.


Lista retirada de Nuno Gonçalo Pereira Borrego, As Ordenanças e as Milícias em Portugal-Subsídios para o seu Estudo , Guarda-Mor ,2006 p 152-153.

sábado, 12 de abril de 2008

Oficiais Comandantes das Ordenanças. Parte 1

Barão de São João

-SALVADOR FERNANDES DA COSTA, Capitão de Ordenanças da Companhia formada nos lugares de Barão de S. João e Barão de S. Miguel, distrito de Lagos, que vagou por morte de Diogo Correia. Em 15-X-1764.
-JOÃO SILVESTRE DE MACEDO, Capitão de Ordenanças de Barão de São João, termo de Lagos, que vagou por morte de Salvador Fernandes da Costa. Em 02-VII-1802.
Bensafrim

-PEDRO DA COSTA, Capitão de Ordenanças do lugar de Bensafrim, distrito de Lagos, que vagou por morte de Manuel Jacques de Paiva, Em 15-X-1764.
Luz
-FRANCISCO XAVIER FERREIRA, Capitão de Ordenanças da freguesia de ossa Senhora da Luz, termo da cidade de Lagos, que vagou por morte de Pedro da Costa. Em l5-XI-1782.
-JOSÉ FRANCISCO GREGO, Capitão de Ordenanças da freguesia de Nossa Senhora da Luz, que vagou por morte de Francisco Xavier Ferreira. Em 05-X-1805.

Infogravura de Sergio Veludo Coelho

Lista retirada de Nuno Gonçalo Pereira Borrego, As Ordenanças e as Milícias em Portugal-Subsídios para o seu Estudo , Guarda-Mor ,2006 p 152-153.

sábado, 5 de abril de 2008

« Praças fortalezas e baterias do reyno do Algarve .»

VASCONCELOS, José de Sande, 1730-1808
Mappa da configuração de todas as praças fortalezas e baterias do reyno do Algarve [Material cartográfico] / Joze de Sande Vascos.. - 44 plantas : manuscritas, color. ; 57x50 cm http://purl.pt/762. - Este atlas terá sido elaborado, provavelmente, em 1788, em conformidade com: Brabo, F. A. D. (2004) "José de Sande Vasconcelos: engenheiro militar e cartógrafo no Algarve nos finais do séc. XVIII". Stilus, nº 6-7 (Jan.-Dez.), pp. 145-176

Fortalezas e baterias de:
Alvor
Meia-Praia
Ponta do Pau da Bandeira
Pinhão
Porto-de-Mós
Biblioteca Nacional

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Algarve Brigade is not surpassed by any in the army.

«Fourteenth regiment of the line. — The fourteenth regiment of infantry of the line was embodied at Tavira, in Algarve, and Is, I believe, faking it altogether, the finest regiment in the service. When I saw this regiment at Chamusca, in February last, it mustered about two thousand five hundred men, upon parade. The fourteenth has been formed, and altogether organised, by lieutenant-colonel Le Mesurier of his majesty's twenty-first regiment. I have already observed that this regiment forms, with the second, what it called the Algarve brigade. The men appear in general to be much stronger, and, in my opinion, a more martial race, than the inhabitants of Portugal. They have more of the Spanish than Portuguese character and on that account, I think, make better soldiers; and certainly the Algarve Brigade is not surpassed by any in the army.»

In "The Royal Military Chronicle: Or, British Officers Monthly Register", November 1811, Printed by and for J . Davis.

O Regimento de infantaria nº 14, aquartelava em Tavira e formava com o 2º de Lagos a Brigada do Algarve.
Havilland Le Mesurier, era um oficial britanico que ingressou no exercito portugues até a data da sua morte na batalha dos Pirineus em Julho de 1813. Quando ingressou como a Tenente Coronel do Regimento de Tavira referiu: “In the 19th Line regiment seven officers were over sixty, and in one cavalry regiment 'the three eldest cornets [alferes] make up near 180 years.”. Pretendia com esta crítica descrever o Estado envelhecido das unidades portuguesas e incapacidade do quadro de oficiais, velhos e pouco profissionais.
Le Mesurier é citado por JohnGreham em "Wellington´s fighting cocks: the portuguese army in the península" – inserido na obra “The Peninsular War, Aspects of the Struggle for the Iberian Península» ; Staplehurst Spellmount, 1998, p. 174.


quinta-feira, 3 de abril de 2008

O Exército Português na Guerra Peninsular.

Este livro nasceu por impulso do Dr. Manuel Amaral, autor de “Olivença, 1801. Portugal em Guerra do Guadiana ao Paraguai”, e Prof. Mendo Castro Henriques autor de “Salamanca 1812, Companheiros de Honra” , ambos reputados estudiosos desta época com provas dadas.
Muito tenho de agradecer ao Comandante Augusto Salgado, autor de «Os Navios de Portugal na Grande Armada” publicado pela Prefácio, editora que me abriu os braços na pessoa do seu editor, Dr. Nuno de Carvalho.
Muito contribuíram os estímulos, desafios e paciência dos meus amigos Sérgio Veludo Coelho, João Luís Lopes dos Reis entretanto falecido, e Paulo Cruz Almeida.
Finalmente e mais importante. Tenho de agradecer aos meus pais, que nunca me abandonam ,estando sempre ao meu lado ; e à minha mulher e filhos que, com amor, me vêm partir em “campanha” rumo ao passado, suportando longas viagens à Praças Militares e locais das batalhas..

Algarve Brigade, the finest in the service...

“I was left here to form the Algarve Brigade, the finest in the service, who march tomorrow morning”.

William Warre « Letters From The Peninsula- 1808-1812» Staplehurst : Spellmount; 1999, p. 39.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Um belo ar marcial.

«The grenadiers of the brigade of Algarve particularly attracted my notice: they were all fine-sized, soldier-like men ; and their brown complexions, black mustachios, and large dark eyes, gave them a truly martial appearance.»

Moyle Sherer, Recollections of the Peninsula , 1824 , ed. Longman , Hurst, Rees, Orme, and Brown p.104