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sábado, 17 de maio de 2008

N. S. do Carmo em Valença do Minho. Padroeira do 21º regimento de infantaria.



Aqui fica outra imagem condecorada com a Cruz da Guerra Peninsular. A da N. S. do Carmo .




Esteve presente nas batalhas do Busaco, Fuentes de Oñoro, Badajos, Salamanca, Vitoria, Pirineus, Nivelle, Nive ,Orthez e Tolouse.































A Imagem encontra-se na Igreja de N. S. do Carmo em Valença do Minho ,Praça Militar de 1ª categoria e quartel do 21º regimento de Infantaria.

Ao lado da imagem, encontra-se este quadro.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Santo António, o mais famoso militar do regimento de Lagos.Parte 2

O Brasil foi o país que mais galardoou Santo António, por intermédio de promoções e honras militares. Foi Soldado, Alferes, Capitão, Sargento-Mor e Tenente-Coronel de Infantaria, com o respectivo soldo na Bahia, onde também foi capitão na fortaleza de Santo António da Barra,
Coronel em São Paulo, capitão em Goiás, soldado na Paraíba e Espírito Santo, capitão de cavalaria em Ouro Preto (com o soldo anual de 480$00), tenente no Recife. Capitão de Cavalaria, em Vila Rica-MG. Em Pernambuco, foi Tenente de Artilharia e Capitão; em Igarassu, ainda em Pernambuco, não havendo quartel na cidade, Santo António foi eleito Vereador, com o título de “Protetor da Câmara”. No Rio de Janeiro, foi Soldado, Capitão, Sargento-Mor e Tenente-Coronel (“vencendo soldo, de oitenta mil réis mensais”, pago até alguns anos após à proclamação da República). Em Portugal , parece que serviu no Regimento de Infantaria de Peniche, com o posto de alferes, e no Regimento de Infantaria de Cascais, onde não tendo graduação militar efectiva, era capitão-honorário.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Quartel de Lagos.



















Lapide existente por cima da porta que albergava as companhias do regimento.
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* *
«No felice reinado da Rainha N.S.
D. Maria I
Sendo G.or e Cap. General deste R.O Conde de Val de Reis
Joze fulgencio de Mendonça e Moura
do Conselho de Sua magestade , Gentil-Homam da Camara do Principe N.S. e deputado da junta dos Tres Estados, se restabeleceu e reedificou este trem ,construindo de novo este armazem , os dois lateraes fronteiros à officina de serralharia a nascente, dando-se a nova structura interior aos outros armazens e officinas de carpintaria que não tem do seu antigo estado senão as paredes e arcos que se acham em principios de ruina nos annos de 1793 e 1794 »

domingo, 27 de abril de 2008

hinc vis belli et victoria virtus

Existe uma pedra colocada por cima do portão do quartel de Lagos com a seguinte inscrição:
« hinc vis belli et victoria virtus»
Trata-se de uma pedra pouco visível e esquecida. Numa tradução livre a pedra tem inscrita a seguinte frase: “Daqui a força na guerra e a vitória da coragem”.

sábado, 19 de abril de 2008

Comandantes do Regimento de infantaria nº 15 em Lagos- Parte 2


Comandantes do Regimento 1926-1939
Cor António Ezequiel David (1926 a 1927)
Gen Joaquim M. Cabeçadas (1928 a 1929)
Cor António Vaz da Palma (1929 a 1930)
Cor Ernesto Júdice de Oliveira (1934 a 1935)
Cor Mário S. R. de Menezes (1935 a 1936)
Cor G. F. de Abreu (1936 a 1937)
Cor Francisco G. Velhinho (1938 a 1939)

Infogravura de Sérgio Veludo Coelho

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Comandantes do Regimento de infantaria nº 15 em Lagos- Parte 1.


Comandantes do Regimento 1842-1901

-Cor José Quinteno Dias (1843 a 1846)
-Cor António C. França (1846 a 1847)
-Brig Granadeiro J. C. Horta (1857 a 1860)
-Cor Carlos F. Buyo (1870 a 1872)
-Cor José Freire de Andrade (1872 a 1873)
-Cor José M. Lobos S. Ávila (1879 a 1886)
-Cor Francisco P. L. P. Real (1886 a 1886)
** ? (1886 a 1901)


Infogravura de Sérgio Veludo Coelho

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Regimento de infantaria nº 15 em Lagos.

Esta unidade militar teve como origem o 2º Regimento de Infantaria de Olivença, criado por decreto de 10 de Maio de 1763, decreto que confirmou o desdobramento do antigo Regimento de Olivença, realizado em Setembro de 1762 durante a Guerra do Pacto de Família.
Só em 19 de Maio de 1806 tomou a designação de Regimento de Infantaria n. º 15. A unidade foi dissolvida por Junot , sendo a sua força integrada na Legião Portuguesa.

Em Julho de 1808 foi reorganizado por ordem da Real Junta do Governo do Alentejo sediada em Estremoz, e em 14 de Outubro foi formalmente restabelecido. Depois da 1ª invasão francesa o Regimento de Infantaria nº 15 foi reorganizado e enviado para Vila Viçosa. Foi comandado pelo Coronel Luís Do Rego Barreto, cognominado de "O Bravo" pelo General Beresford, sendo uma das unidades que mais se notabilizou durante a Guerra Peninsular. Após a Guerra Peninsular o Regimento ficou aquartelado em Braga. A unidade foi mudando de aquartelamentos durante bastante tempo. Entre 1834 e 1901 foi dissolvido e reorganizado por diversas vezes, ora em Estremoz, ora em Lagos, em Évora ou em Faro.
Esta unidade esteve aquartelada em lagos entre 1842-1901 e 1926-1939.

Lagos 1842-1901
Foi pela reorganização do Exército de 1842, que o regimento de Lagos passou a ser número 15 assim se conservando até 1901 data em que é transferido para Tomar.

Lagos 1926-1939
Lagos volta a receber esta unidade de 1926 até 1939 data em que aquartelava definitivamente em Tomar até aos dias de hoje.


Imagem biblioteca nacional

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Quartel de Lagos.

Em 1715-16 foi construído um edifício para albergar o Trem de artilharia, passando pouco tempo depois para o Regimento de Artilharia e Marinha do Reino do Algarve. Em 1755 o tremor de terra destruiu o edifício.
Por Decreto de 17 de Julho de 1793 foi restabelecido o Trem de Artilharia.
O actual quartel foi construído em 1795, no lugar da antiga ermida de Santa Bárbara, sob a porta de São Gonçalo, sendo destinado ao Regimento de Lagos. A sua construção foi ordenada pelo Governador, Nuno José Fulgêncio de Mendonça e Moura, Conde do Vale de Reis.
Trata-se de um edifício de arquitectura militar de linhas simples, sendo composto de vários corpos de 1 e 2 pisos que encerram a parada militar. Tem a sua entrada pela Rua Castelo dos Governadores, sendo esta a que se encontra na fotografia.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Lagos na Segunda Guerra Mundial.

Durante a segunda guerra mundial, Lagos integrou com o seu Batalhão de Caçadores Nº 4 a 4ª Região Militar.
Em 1940/45 o Exército Português tinha como unidades permanentes de infantaria: 16 Regimentos de Infantaria ( 1 a 16), 3 Batalhões Independentes de Infantaria nas ilhas ( 17 a 19) e 10 Batalhões de Caçadores ( 1 a 10). A organização no final da 2ª Guerra Mundial não deveria ser muito diferente da que resultava da organização do Exército de 1927.
Com base neste dispositivo o Exército Português mobilizou durante a 2ª Guerra Mundial um corpo de Exército com três divisões e forças de defesa das ilhas.

4ª Região Militar com Quartel-General em Évora.
Regimento de Infantaria Nº 3 (Beja)
Regimento de Infantaria Nº 4 (Faro)
Regimento de Infantaria Nº 16 (Évora)
Batalhão de Caçadores Nº 1 (Portalegre)
Batalhão de Caçadores Nº 4 (Lagos)
Regimento de Artilharia Ligeira Nº 1 (Évora)
Regimento de Cavalaria Nº 3 (Estremoz)
Escola Prática de Artilharia (Vendas Novas)
Hospital Militar Regional Nº 4 (Évora)

Comando Militar da Praça de Elvas (integrado na 4ª Região Militar) com Quartel-General em Elvas
Batalhão de Caçadores Nº 8 (Elvas)
Regimento de Lanceiros Nº 1 (Elvas)
Hospital Militar da Praça de Elvas (Elvas)

quarta-feira, 12 de março de 2008

Regimento de Infantaria nº 2.

O regimento teve origem no Terço Novo do Algarve organizado por decreto de 14 de Agosto de 1693, derivado do desdobramento de alguns dos antigos terços.
Em Setembro de 1762, durante a Guerra do Pacto de Família, foi desdobrado formando o Regimentos do Conde do Vimeiro e de D. Diogo Monney. Em 10 de Maio de 1763 foi reagrupado.
Em 19 de Maio de 1806 tomou a designação de Regimento de Infantaria n.º 2.
Em 31 de Dezembro de 1807 foi licenciado por ordem do general Espanhol D. Francisco Solano y Ortiz de Rosas (Marquês del Socorro y de la Solana), integrando a futura Legião Portuguesa que serviu o exército Imperial Francês. Efectivamente o 4.º e 5.º Regimentos de infantaria da Legião Portuguesa foram constituídos irregularmente com os restos dos antigos regimentos de Infantaria 2, 3, 5, 7, 8, 9, 14, 17, 20, 21 e 22, dissolvidos pelo General Francês Andoche Junot (Duque de Abrantes) por Decreto de 16 de Janeiro de 1808.
Para restaurar as unidades dissolvidas pelos franceses, o exército português é restabelecido oficialmente, por decreto de 30 de Setembro de 1808.
O Regimento de Infantaria nº 2 é mandado reunir a14 de Outubro desse ano.
Este regimento acabaria por sair de Lagos em 6 de Outubro de 1832.
O regimento de Lagos teve ainda as seguintes designações:
Terço Novo do Algarve.
Regimento de Infantaria Novo do Algarve.
Regimento de Infantaria de Lagos.