domingo, 17 de agosto de 2008

Há 200 anos. O combate da Roliça . 17 de Agosto


«COMBATES DE ÓBIDOS E ROLIÇA. - O general francês, com forças inferiores às de Wellesley, retirou sobre Óbidos, indo ocupar definitivamente as posições de Roliça e Columbeira, tentando tomar contacto com a divisão Loison que devia reforçá-lo, vindo de Tomar. Essa junção, porém, não se efectuou; e o exército Anglo-Português, depois de um breve combate, a 15, em Óbidos, com as avançadas francesas, a 17 defrontou-se com as posições de Roliça, que mandou atacar por seis colunas, envolvendo-as pelo flanco direito dos franceses, para cortá-los de qualquer eventual reforço da divisão Loison. De Laborde, quase envolvido e com graves perdas em oficiais, soldados e artilharia, deu ordem de retirada" sobre Torres Vedras e Runa. O renhido combate da Roliça era o primeiro revés dos franceses em Portugal e o baptismo de fogo dos bisonhos soldados portugueses da restauração.»


Carlos Selvagem , Portugal Militar, INCM.


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«Terminado a 8 desembarque da expedição, Wellesley, começou no dia imediato a avançar sobre Lisboa, contando Reunir-se em Leiria as forcas de Bernardim Freire, o que nunca chegou a efectuar-se apesar das repetidas instancias do comandante em chefe dos aliados e do coronel Trant. A condescendência do general português foi só ate ao ponto de mandar um destacamento dos seus soldados incorporar-se no exército britânico; sem isso a nossa acção na Roliça no Vimeiro teria sido absolutamente nula.
Junot, no entretanto, ia-se preparando para a resistência.
A Loison, que estava no norte, deu ordem para retirar sobre a capital, procurando juntar-se as forças de Delaborde, que marchavam ao seu encontro e, depois de efectuada a junção, que tratassem de se opor a marcha dos ingleses, dificultando-lhes o avanço. Delaborde, porem, antes de se reunir a Loison teve que se defrontar com Wellesley na Rolica onde sozinho, sustentou o choque dos aliados (17 de Agosto). Todas as vantagens da posição dos francezes, que eram realmente grandes, foram destruídas pela esmagadora diferença no numero
dos combatentes, retirando as franceses derrotados e criando alento e entusiasmo os soldados britânicos, pela sua primeira vitória na Península. […]No próprio dia do combate da Roliça foi 9 general em chefe avisado da chegada dum considerável reforço (brigada Anstruther) determinando, em consequencia disso, ir ocupar a posição do Vimeiro, donde lhe protegeria o desembarque.
No dia 18 começou a exercito inglês a deslocar-se, desembarcando o contingente 20; no outro dia mais uma brigada (Ackland) saltava em terra, elevando-se, desde então o efectivo das tropas britânicas a 18:000 homens.»


O poder maritimo na Guerra da Peninsula II - O dominio do mar durante a guerra , Matta Oliveira, RM , Junho 1909.


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Efectivamente , a15 de Agosto trocavam-se os primeiros tiros entre as avançadas das forças Anglo-Portuguesas e as do inimigo, para além das Caldas da Rainha. Na manhã seguinte, marchando pela estrada de Óbidos, Wellesley defrontava-se com as tropas de Delaborde que, tendo abandonado Alcobaça a tempo, ocupavam agora as alturas da Roliça, dominando a enorme bacia que se estende para o sul de Óbidos
O general Delaborde, com forças inferiores às de Wellesley, retirou sobre Óbidos, indo ocupar definitivamente as posições de Roliça e Columbeira, tentando tomar contacto com a divisão Loison que devia reforçá-lo, vindo de Tomar.
Loison, ficara no entanto impedido, em virtude da defesa efectuada em Évora, que visava impedir a junção das forças de Loison com as forças de Delaborde, permitindo aos Ingleses uma superioridade numérica nos combates que se avizinhavam. Sacrificou-se assim Évora em benefício do resultado final da campanha.
A junção, não se efectuou; e o Exército Anglo-Português, depois de um breve combate, a 15, em Óbidos, com as tropas avançadas francesas, a 17 defrontou-se com as posições de Roliça, que mandou atacar por seis colunas, envolvendo-as pelo flanco direito dos franceses, para cortá-los de qualquer eventual reforço da divisão Loison. Delaborde, vendo-se quase envolvido e com graves perdas em oficiais, soldados e artilharia, deu ordem de retirada sobre Torres Vedras e Runa. O renhido combate da Roliça era o primeiro revés dos franceses em Portugal e o baptismo de fogo dos bisonhos soldados portugueses .



A batalha encontra-se descrita em The Battle of Roliça, Portugal: 17 August 1808 na Napoleon Series.

sábado, 16 de agosto de 2008

A Guarda Real de Polícia. A batalha do Vimeiro.

A Guarda de Polícia em Lisboa é criada durante as reformas militares executadas entre 1797 a 1807, nascendo da decisão de D. Rodrigo de Sousa Coutinho ,sendo suborninada a unidade ao Intendente-Geral da Polícia da Corte e Reino, o qual caberá a Pina Manique até 1803.
No fim de 1801, mais concretamente a 10 de Dezembro de 1801, levantou-se o corpo da Guarda Real da Policia, de pé e de cavalo, sendo a organização e o comando da guarda confiados ao conde de Novion, um dos franceses emigrados residentes em Lisboa.
Em 1807, após a partida da família real, a Guarda Real recebeu ordens de permanecer em Portugal e receber o general francês Junot, desde Sacavém até Lisboa. As funções da instituição mantiveram-se as mesmas durante a presença francesa na cidade de Lisboa e o conde de Novion chegou a ser nomeado Governador das Armas da cidade. Os soldados que se recusaram a colaborar foram demitidos.
Quarenta e um soldados da Guarda, comandados pelo capitão da 1. ª companhia, Elizário de Carvalho, participaram na batalha do Vimeiro, tendo o seu comandante morrido durante a carga da cavalaria britânica e portuguesa, que se deu no final da batalha, sendo a única unidade que combateu no Vimeiro com reconhecida audácia e valentia.
Foram seus comandantes: o coronel conde de Novion, de 1801 a 1808; o coronel Filipe de Sousa Canavarro (major do Regimento de Cavalaria n.º 9, de Chaves) de 1808 a 1813 e o coronel D. Joaquim da Câmara, de 1813 a 1817.

Recriação histórica do Cerco de Almeida 2008

Programa
22 de Agosto, Sexta-feira (tarde)

Seminário: Memória, Mito e História: O Sacrifício de Almeida
Local: C.E.A.M.A. – Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida, nas Portas Exteriores de Santo António.
14.30 – Abertura do Seminário e Recepção de Boas-Vindas, pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Almeida.
14.45 – O Jogo do Cerco de Almeida – Apresentação do trabalho produzido pelos alunos do Clube de História e Arqueologia da Escola EB 2,3 e Secundária de Vilar Formoso e coord. pelos Profs. Isabel Magalhães e Carlos Teles.
15.15 – António de Sousa Júnior – Almeida, Fortaleza Mártir de Galharda Epopeia.
15.40 – Prof. Doutora Teresa Cailloux de Almeida – O Cerco de Almeida na Memória dos Franceses de Então e de Agora.
16.05 – Prof. Doutor José D´Encarnação – Sertório, General Romano – Guerrilheiro ou Mito?
16.30 – Prof. Doutor Adriano Vasco Rodrigues – A Legião Portuguesa no Período Napoleónico de Almeida.
16.55 – Pausa para café.
17.30 – Dr. Miguel Angel Martin Mas – William Cox, un Hombre Solo.
17.55 – Coronel Mestre Manuel Jorge Pereira de Carvalho – A Leal Legião Lusitana, Força de Cobertura do Exército de Portugal, e a Praça de Almeida como Ponto de Projecção, em 1809.
18.20 – D. Manuel Felício, Bispo da Guarda – O mito dos ideais da Revolução Francesa e a memória da invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão, há dois séculos.
18.45 – Prof. Doutora Maria Helena Carvalho dos Santos – Os Mitos: entre a voz do povo e os sentimentos de honra..
19.10 – Prof. Doutor Francisco Ribeiro da Silva – As respostas dos concelhos das “três Províncias do Norte” à imposição da Contribuição de Guerra de 1808.
19.35 – Debate
19.45 – Encerramento dos trabalhos.
21.30 – VOX ANGELIS – Requiem aos Mortos (Homenagem às Vítimas do Desastre de 26 de Agosto de 1810).
Local: Igreja Matriz de Almeida.
23.00 - 24.00 – Ronda de Sentinelas e Patrulhas nas Portas de S. Francisco e Bastiões da Fortaleza. Surtidas francesas à Vila, com resposta de fogo das baterias e fuzis a partir do Baluarte de S. Pedro. (Actividade que pretende reconstituir os momentos de tensão de um cerco e da eminência do contacto com o inimigo).
00.00 – DEOLINDA – (“Cantar a tristeza rindo” é o lema dos Deolinda)
Local: Escadaria dos Paços do Concelho de Almeida


23 de Agosto, Sábado
9.30 - Hastear das bandeiras dos países participantes.
Local: Câmara Municipal Almeida
11.00 – Evocação da Batalha de Fuentes de Oñoro. (Recriação do combate que, entre o dia 3 e 4 de Maio de 1811, opôs Anglo-Lusos e Franceses nas Ruas a Norte de Fuentes de Oñoro e da Ribeira de Dos Casas).
Local: Vilar Formoso/ Fuentes de Oñoro.
*Haverá transporte assegurado desde o Largo 25 de Abril (Portas Exteriores de S. Francisco) com meia hora de antecedência, e após a recriação em Vilar Formoso.
15.30 - Inauguração da Exposição “ A Fronteira da Beira e a Defesa do Território, Cartografia, Fortificação e Arquitectura Militar”, pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal, com apresentação do T. Cor. Berger.
Local: Portas Interiores de Santo António.
16.00 – Workshop 1 – “O Projecto do Município para a Regeneração da Zona do Castelo”
TEMAS EM DISCUSSÃO:
- O Arranjo Urbanístico do Alto da Cidadela
- A Importância Arqueológica e sua Integração
- O Projecto do Miradouro da Praça-Forte
Local: C.E.A.M.A. – Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida, Portas Exteriores de Santo António, com início junto à Torre do Relógio para visita e primeiros comentários no local.
17.30 – Workshop 2 – “O 1º Simpósio de Artes de Almeida: um Programa de Escultura para o Concelho”
TEMAS EM DISCUSSÃO:
- O Memorial do Sacrifício de Almeida e os 200 Anos da Guerra Peninsular
- O Memorial do 25 de Abril e as outras Intervenções de Arte Pública como momentos de renovação urbanística a assinalar
Local: C.E.A.M.A. – Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida, Portas Exteriores de Santo António.
(Exposição/venda de publicações com edição da Câmara Municipal de Almeida e outros artigos alusivos às Comemorações no C.E.A.M.A., Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida, e no Posto de Turismo).
19.00 – CONCLUSÃO DO SIMPÓSIO DE ESCULTURA, com entrega de diplomas pelo Presidente da Câmara Municipal
22.00 - 24.00 – Combate Nocturno com fogo de Artilharia e de mosquete de Infantaria nas muralhas e baluartes da Praça-Forte de Almeida.
(Um dos momentos altos do evento, onde no enlace entre a escuridão e a luz difusa das tochas, o inimigo tenta forçar a entrada na Praça de Almeida, dando origem a um renhido combate de fuzilaria, bala rasa e lanterneta de canhão e terçar de baionetas. Por entre as portas de S. Francisco, a Rua da Muralha, os Baluartes de S. Pedro, a culminar no Baluarte de St.º António, as tropas Portuguesas e Inglesas resistem às arremetidas dos Batalhões Franceses e os nossos aguentam mais uma noite.)
23.00 – MELECH MACHAYA (FANFARRA)
Local: Palco do Hospital de Sangue

24 de Agosto, Domingo
9.30 - Hastear das bandeiras dos países participantes, seguido de desfile até à Praça Alta para Cerimónia de Homenagem aos Mortos do Cerco de Almeida e a John Beresford.
(Actividade formal de tributo, por parte da Autarquia e do seu Presidente, aos tombados na defesa de Almeida e do território Português, incluindo os nossos Aliados; é um momento forte de comoção a que se convida à participação da população de Almeida e onde será deposta uma coroa de flores no monumento da Praça Alta).
11.00 – Recriação da Batalha do Cerco de Almeida com combates entre as Portas de Santo António; explosão do paiol, rendição da Praça de Almeida.
(Momento alto das Comemorações do Cerco de Almeida, onde numa batalha final, demonstrativa de algumas tácticas de guerra da época, Tropas Anglo-Lusas, Milícias e Ordenanças Portuguesas e Tropas Napoleónicas se defrontam ferozmente, e quando tudo parece apontar para um sucesso Nacional, o paiol do castelo explode destruindo a capacidade defensiva da Praça e levando à sua rendição, que será feita formalmente pelo Comando da guarnição da Praça e pelo Comando Francês, seguindo as leis e regras de honra de guerra da época).
12.00 – Missa
Local: Igreja Paroquial
14.00 – Animação de Rua com episódios recriados pelos VIV´ARTE em sintonia com ARRUADAS, músicas e bailias da época pelos ANDARILHOS.

Há 200 anos. 16 de Agosto 1808

Wellesley manda fazer um alto para se assegurar das praias de Nazaré.

As tropas de Loison marcham sobre Alcoentre.

Proclamação de Junot aos habitantes de Lisboa antes de sair da capital ao encontro das forças anglo-portuguesas.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008


Combate da Roliça. Programa do Bicentenário.

Retirado do Blog " Batalha da Roliça 1808-2008" fica o programa do bicentenário desse combate.
Pequena nota: Na verdade, não foi uma batalha no sentido estrito do termo, mas antes um combate.

Programa de Actividades da Efeméride para o mês de Agosto
SÁBADO, 9 DE AGOSTO
17H00 - Inauguração de Exposição da Câmara Municipal de Lisboa. “Rio e Lisboa: construções de um império”
Local: Sede do Círculo de Cultura Musical Bombarralense
18H00 - Inauguração de Exposição de Cartografia do Estado-Maior do Exército
Local: Museu Municipal do Bombarral
19H00 - Festa Popular
Local: Adro da Igreja da Roliça

QUARTA-FEIRA, 13 DE AGOSTO
21H30 - Conferência de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto
“O papel da Igreja no tempo das Invasões Francesas”
Local: Auditório Municipal do Bombarral

QUINTA-FEIRA, 14 DE AGOSTO
21H00 - Chegada da Imagem peregrina de Nossa Senhora de Vila Viçosa à Igreja da Roliça.
Eucaristia e Vigília de Oração

SEXTA-FEIRA, 15 DE AGOSTO
19H00 - Missa no alto da Serra do Picoto, presidida por S. Eminência o Cardeal Patriarca de Lisboa D. José Policarpo.
Seguir-se-á procissão até à capela da Senhora da Oliveira na Azambujeira dos Carros, culminando com momento musical e fogo de artifício

SÁBADO, 16 DE AGOSTO
09H30 - Recriação histórica da Batalha da Roliça
Será realizada na zona da Columbeira e consiste num assalto à Serra do Picoto. A acção integra figurantes de diversos países, numa organização conjunta com a Associação Napoleónica Portuguesa.
13H00 - Almoço convívio na Columbeira
18H00 - Recriação histórica da Batalha do Vimeiro

DOMINGO, 17 DE AGOSTO
10H00 - Homenagem aos mortos de todas as guerras, junto ao recém-restaurado túmulo do Tenente-coronel George Lake. Participação do Exército Português com guarda de honra e fanfarra.
10H30 - Descerramento de lápide evocativa na Serra do Picoto.
11H30 - Sessão Solene da Comemoração do Bicentenário
13H00 - Almoço convívio

Há 200 anos. 15 de Agosto 1808

O exército Britânico e o Português entram nas Caldas da Rainha.

O general Beresford recebe ordens para sair da Madeira com destino a Portugal.

Alcácer do Sal é saqueada pelos franceses.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

British Historical Society of Portugal.



Foi-me indicado por outro amante das campanhas peninsulares, que a British Historical Society of Portugal realiza visitas aos locais das batalhas da Guerra Peninsular, designadamente têm um programa de 5 dias para o bicentenário do Combate da Roliça e Batalha do Vimeiro.

Ver (AQUI) A British Historical Society of Portugal e (AQUI) o programa.

Peninsular War Battlefield Tours
Roliça & Vimeiro, Bussaco and the Lines of Torres Vedras
Five day tour with anniversary celebrations (Here)

Há 200 anos. 13 de Agosto 1808

O exército espanhol de Castaños entra em Madrid.
Loison a as suas tropas estacionam em Santarém por dois dias.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Há 200 anos. Ordem de Batalha Anglo-Portuguesa na Roliça. Agosto de 1808.



G.S.M .( General Service Medal) britanica atribuida pela participação do agraciado na Roliça, Vimeiro e Corunha.

Comandante em Chefe das Forças
Tenente General Sir Arthur Wellesley

CAVALARIA
OFICIAL COMANDANTE
Tenente-coronel C.D. Taylor

20 º Regimento Britânico de Cavalaria de “Dragoons” Ligeiros 180

ARTILHARIA
OFICIAL COMANDANTE: TENENTE-CORONEL William Robe

16 Peças 15 integradas em 6 Brigadas e uma peça de 9 arráteis (libras) Independente.

220 homens no total.

1 BRIGADA- comandante o Major General Sir Rowland Hill
1º batalhão do 5º Regimento Britânico de Infantaria-Northumberland 990
1º batalhão do 9º Regimento Britânico de Infantaria-East Norfolk -East Norfolk 833
1º batalhão do 38º Regimento Britânico de Infantaria-1st Staffordshire 957
2 Peças de 6 arráteis (libras) libras e um obus

2 BRIGADA- comandante o Major General Ronald Ferguson
36º Regimento Britânico de Infantaria-Herefordshire 647
1º batalhão do 40º Regimento Britânico de Infantaria-2nd Somersetshire 843
1º batalhão do 71º Regimento Britânico de Infantaria-Highland-(Infantaria Ligeira) 903
2 Peças de 6 arráteis (libras) libras e um obus

3 Brigada Comandante o brigadeiro Miles Nightingall
29º Regimento Britânico de Infantaria -Worcestershire 863
1º batalhão do 82º Regimento Britânico de Infantaria-Prince of Wales’s Volunteers 991
2 peças de 6 arráteis (libras) libras

4 Brigada Comandante o brigadeiro Barnard Bowes
1º batalhão do 6º Regimento Britânico de Infantaria-1st Warwickshire 1020
1º batalhão do 32º Regimento Britânico de Infantaria-Cornwall 941
peças de 6 arráteis (libras) libras

5 Brigada Comandante o brigadeiro James Catlin Craufurd
1º batalhão do 50º Regimento Britânico de Infantaria-West Kent 1019
91º Regimento Britânico de Infantaria 917
peças de 6 arráteis (libras) libras

6 Brigada Comandante o brigadeiro Henry Fane
1º batalhão do 45º Regimento Britânico de Infantaria-Nottinghamshire 599
5º Batalhão do 60º Regimento Britânico de Infantaria-Royal American 936
2º Batalhão do 95º Regimento Britânico de Infantaria-Rifle Corps (4 companhias) 400
Peças de 6 arráteis (libras) libras e um obus

Exército Português
Destacamento Português: Tenente-coronel Nicholas Trant
- 2.076 combatentes (não combateu)
Artilharia
Regimento de Artilharia nº4 - 210 -comandante o capitão António Bazilio de Faria.
Cavalaria:

Regimento de Cavalaria nº 6 - ( Bragança )- 104 - comandante o capitão José Pereira da Costa.
Regimento de Cavalaria nº 11 - (Almeida)- 50 - comandante o alferes Nicolau de Abreu Castelo Branco.
Regimento de Cavalaria nº 12 - (Miranda)- 104 - comandante o capitão Francisco Teixeira Lobo.
Cavalaria da Guarda Real da Policia - 41

Infantaria

Regimento de Infantaria n.º 12 (Chaves)- 605 - comandante o major Francisco Bernardo da Costa.
Regimento de Infantaria n.º 21 (Valença)- 605 -- comandante o major Francisco Gomes da Cunha Rego.
Regimento de Infantaria n.º 24 (Bragança) - 304 - comandante o major Francisco Lopes da Cunha.
Batalhão de Caçadores - 569 -comandante o tenente-coronel Velho da Cunha.
Total 2:592 combatentes

NOTAS: Da infantaria portuguesa esteve no combate dá Roliça o batalhão de caçadores, na força de 569 homens, comandado pelo tenente-coronel Velho da Cunha. Quase todo o batalhão - 400 praças - foi incorporado na brigada Hill. Ocupou primeiramente a aldeia de S. Mamede e depois apossou-se do moinho em que os franceses apoiavam o seu flanco esquerdo. Combateu e teve 7 baixas.
Da coluna da direita, só constituída por portugueses. e comandada pelo Tenente-coronel Nicholas Trant, faziam parte o Regimento de Infantaria n.º 12, com 605 praças, comandado pelo major Francisco Bernardo da Costa; o Regimento de Infantaria n.º 21, com 605 praças, comandado pelo major Francisco, da Cunha Rego, e o Regimento de Infantaria n.º 24, com 304 praças, comandado pelo major Francisco José Lopes da Cunha.
Esta coluna, além da infantaria, tinha também 50 cavaleiros portugueses.
Artilharia Estiveram presentes na acção 210 praças –do Regimento de Artilharia 4, comandadas pelo capitão António Bazilio de Faria. Combateram 40 praças somente debaixo das ordens dum oficial inglês.
Cavalaria - Estiveram presentes 104 praças do Regimento de Cavalaria 6, comandadas pelo capitão José Pereira da Costa; 5 do Regimento de Cavalaria 11 sob o comando do alferes Nicolau de Abreu Castelo Branco; 104 do Regimento de Cavalaria 12, comandadas pelo capitão Francisco Teixeira Lobo e 41 praças da cavalaria da policia. Combateu toda a cavalaria.

Há 200 anos. 12 de Agosto 1808

Chegam a Leiria as tropas de Wellesley, que se unem as forças portuguesas.

Dá-se um combate em Abrantes, no qual participam forças do Regimento de Infantaria nº 24.
A guarnição francesa é obrigada a render-se perante o ataque conduzido pelo capitão de cavalaria Manuel de Castro Correia de Lacerda à frente de alguns soldados do regimento de Infantaria 24, de ordenanças e populares armados.

As forças do general [françês] Delaborde retiram de Alcobaça para Óbidos.


Parte da cronologia inserida no Blog foi retirada do livro "Da crise do antigo regime à revolução Liberal 1799-1820" de Fernando de Castro Brandão, eurpress, 2005.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

domingo, 10 de agosto de 2008

D. João VI, Rei de Portugal, Brasil e Algarves.

MESQUITA, João de, fl. ca. 1816D. João VI, Rey de Portugal, Brazil e Algarves [Visual gráfico / Mesquita dezenhou em 1816 ; Quinto gravou em 1817. - [S.l : s.n., 1817]. - 1 gravura : água-forte e ponteado, p&b ; 27x16,7 cm (imagem com letra) http://purl.pt/5866. - Dim. da f. truncada (sem margens): 28x17 cm PTBN E. 1534 V.. - Dim. da f.: 31x20 cm PTBN E. 4974 P.. - Provável prova de estado, em cujo círculo de enquadramento do escudo-de-armas de Portugal falta o desenho da esfera armilar PTBN E. 4974 P.. - Soares, E. - Dic. icon., nº 1542-P2)

Há 200 anos. 9 de Agosto 1808

O general Loison ocupa militarmente Abrantes.

Há 200 anos. 7 de Agosto 1808

Wellesley encontra-se com Bernardim Freire de Andrade em Montemor-o-Novo. As forças do general Loison atravessam o Tejo dirigindo-se para Abrantes.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

O desembarco em Lavos e as campanhas de Wellington na Radio.

Acabo de saber atraves do Napoleon Series desta série de programas de radio da BBC referentes à Guerra Peninsular.

Aqui fica o link At War with Wellington


Ficam tambem umas belas fotografias do desembarque de Wellesley e suas forças, uma das quais é colocada neste post.
"News of the british landings in Portugal along with all the commemorative events, battles and of course the BBC radio 4 series. "