
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Dmitri Seniavin e a esquadra Russa doTejo. Parte 1
Quadro de Aleksey Bogolyubov (1824-96). Frota Russa a pós a Batalha de Athos.19 Junho de 1807.Trata-se de um texto excelente a não perder, pelo que aqui vai .
Post 1
“O almirante russo amigo dos portugueses
Em 2007 e 2008, celebram-se os 200 anos da luta dos portugueses contra as tropas napoleónicas que invadiram Portugal. Ao escrever a minha tese de doutoramento, deparei com a história do almirante russo Dmitri Seniavin e a sua aventura no porto de Lisboa durante as invasões francesas. Publico aqui, por capítulos, este facto curioso para dar a conhecer aos meus leitores o nome e a obra de um dos maiores almirantes russos.
"Em 3 de Novembro de 1807, a esquadra do almirante russo Dmitri Seniavin entrou na foz do Tejo para fugir a uma forte tempestade no mar, mas ficou aí retida durante quase um ano devido à tempestuosa situação internacional.
A 7 de Julho desse ano, a Rússia e a França de Napoleão tinham assinado um Tratado de Paz e Amizade em Tilzit e a Corte de São Petersburgo rompera as relações diplomáticas com Londres. A 17 de Novembro, depois da fuga da família real portuguesa para o Brasil e da ocupação do país pelas tropas francesas, a armada inglesa fechou a barra do Tejo não só aos navios franceses, mas também aos dos aliados de Paris.
O almirante Seniavin viu-se numa situação muito complicada. Por um lado, não podia deixar de cumprir as ordens do czar Alexandre I, mas, por outro lado, as suas simpatias estavam do lado dos ingleses e portugueses.
O almirante Seniavin, porém,conseguiu cumprir essa difícil tarefa. Ele compreendeu rapidamente que o general Junot, que havia ocupado Portugal, iria tentar de todas as formas cumprir a vontade de Napoleão, ou seja, provocar a guerra entre a Rússia e Inglaterra pelas mãos do comandante da esquadra russa.
Mas o facto é que, não obstante o corte de relações com Londres, o czar Alexandre não pretendia na realidade entrar em conflito aberto com os ingleses.
Dmitri Seniavin escreveu ao seu comandante supremo depois do primeiro encontro com Junot: “Consegui compreender de algumas palavras por ele ditas que o governo francês não quer perder a oportunidade que lhe dá a permanência da esquadra de Vossa Alteza aqui, para aumentar as dúvidas do governo inglês sobre as intenções de Vossa Majestade Imperial, e numerosos dos oficiais navais franceses que se encontram aqui dizem abertamente que serão nomeados para a esquadra que me foi confiada para o lugar dos oficiais de origem inglesa”.
Alexandre I tarda em enviar instruções, mas Seniavin continua a sua política de evitar o envolvimento dos seus barcos e homens no confronto anglo-francês, o que irrita fortemente o imperador gaulês.
Napoleão tenta fazer com que o almirante deixe de receber ordens de São Petersburgo e passe a cumprir ordens do conde Tolstoi, embaixador russo em Paris, que funcionaria como uma “correia de transmissão” sua.
“A esquadra do almirante Seniavin chegou a Lisboa – escrevia Napoleão a Alexandre a 7 de Dezembro de 1807 – Felizmente, as minhas tropas já se devem encontrar lá. Seria bom se Vossa Alteza incumbisse o conde Tolstoi de ter poder sobre essa esquadra e sobre as suas tropas, para que, em caso de necessidade, possam ser utilizadas sem esperar ordens directas de Petersburgo. Penso também que este poder directo do embaixador de Vossa Alteza teria boa influência no sentido em que poria fim à desconfiança que por vezes revelam os comandantes face aos sentimentos de França”.
A pressão sobre o almirante Seniavin aumenta através da instrução da Corte Russa, enviada no início de 1808, recebida por Andrei Dubatchevski, representante diplomático russo em Lisboa, e dirigida a todos os militares russos: “Em relação ao governo que irá existir em Portugal, é necessário que os vossos actos correspondam em tudo à disposição amiga actualmente existente entre a Rússia e a França”.
E, por fim, a 1 de Março do mesmo ano, Alexandre I envia uma ordem aos três comandantes de armadas russas que se encontravam no estrangeiro, entre as quais estava a comandada por Seniavin: “Reconhecendo como útil para o êxito da causa comum e para que seja feito o maior prejuízo ao inimigo colocar as nossas forças navais que se encontram fora da Rússia à disposição de Sua Alteza, o Imperador dos Franceses, ordeno-vos que, em conformidade com isso... o cumprimento indiscutivelmente mais preciso de todas as ordens que vos forem dadas por Sua Alteza, o Imperador Napoleão”.»
( Continua)
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Há 200 anos. 2 e 3 de Setembro de 1808.
Encontrava-se no Tejo, desde 3 de Novembro de 1807, uma esquadra russa [ composta de 7 navios de linha e uma fragata ] proveniente do Mediterrâneo quando no dia 2 de Setembro de 1808 entram no Tejo os primeiros navios da esquadra britânica enviada a Portugal [ composta de 15 navios de linha e 10 fragatas ]. No dia seguinte, 3 de Setembro, os almirantes Charles Cotton, por parte da Inglaterra e Dmitri Seniavin por parte da Rússia assinam uma convenção separada da convenção de Sintra, na qual a Esquadra Russa é entregue à custódia das Forças Inglesas, devendo as tripulações serem enviadas para casa , com as despesas suportadas pela Inglaterra.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Novidades. Pedra Formosa.

sábado, 30 de agosto de 2008
Há 200 anos. 30 de Agosto 1808-Convenção de Sintra estabelecida entre os exércitos francês e britânico
Após a derrota das forças francesas no combate da Roliça (17 Agosto) e na Batalha do Vimeiro (21 Agosto), o General Junot propôs a Wellesley um armistício. Após as negociações decorridas em Sintra, chegou-se à forma final do documento pelo qual se permitia a retirada das tropas francesas, embarcadas em navios ingleses, transportando as suas armas, bagagens e o produto dos saques efectuados em Portugal.sexta-feira, 29 de agosto de 2008
El juego de la gallina ciega
Descripción Física 1 estampa huella de la plancha 154 x 243 mm
Descripción Inscripción en la parte superior: "Bonaparte ciego de sobervia no sabe que Potencia ha de coger ó el juego de la gallina ciega"
Inscripción al pie dela imagen: "1 España 2 Inglaterra 3 Portugal 4 Suecia 5 Austria 6 Turquia 7 Napoleon"
Catálogo del Gabinete de Estampas del Museo Municipal de Madrid. 1, Estampas españolas 173-14
Estampas: cinco siglos de imagen impresa 998
Revolución, Contrarrevolución e Independencia. Madrid, 1989 p. 47
Materia España Historia 1808-1814 (Guerra de la Independencia)
Dibujos, grabados y fotografías
Grabados satíricos
Grabados calcográficos
Napoleón I , Emperador de Francia
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Los Despojos del Aguila Francesa entre España y Portugal
Descripción Física - 1 mapa 18 x 27 cm en h. de 26,5 x 36,5 cm
Descripción - Sobre la imagen cartográfica, pequeños textos referidos a las batallas ganadas por los aliados, indicando fecha, lugar y nombre de los generales franceses que participaron en cada una de ellas. Las victorias se reflejan por el número de plumas arrancadas al águila francesa
Clave numérica indicando la situación de los barcos españoles e ingleses que defienden las costas. - Ciudades representadas por conjuntos de edificaciones según su importancia. - Divisiones administrativas delimitadas por líneas de color. - Costas sombreadas
La fecha de publicación corresponde a la del fin de la Guerra de la Independencia
En el mapa aparecen las figuras de un lobo y un león, que representan a los ejércitos aliados, despojando a un águila, símbolo del Imperio francés.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Há 200 anos. 25 de Agosto 1808. Força do Tenente-General John Moore.
Setúbal e libertada da ocupação francesa.
Divisão do Tenente-General Mackenzie Fraser
1º batalhão 4º Regimento
1º batalhão 28º Regimento
1º batalhão 79º Regimento
1º batalhão 92ºRegimento
Divisão do Major-General Murray
1º batalhão de Linha King’s German Legion
2 º batalhão de Linha King’s German Legion
5º batalhão de Linha King’s German Legion
7ª batalhão de Linha King’s German Legion
Divisão do Major-General E. Paget
1º batalhão 52º Regimento
3 Companhias 1 batalhão 95º Regimento
1º Batalhão de Infantaria Ligeira King’s German Legion
2 º Batalhão de Infantaria Ligeira King’s German Legion
3º regimento de cavalaria de Dragões Ligeiros King’s German Legion
Companhia de Guarnição King’s German Legion
Artilharia
Tenente-Coronel George Wood e Major Julius Hartmann com:
2ª Companhia [Tieling] King’s German Legion
4ª Companhia [Heise] King’s German Legion
Companhia Drummond do 3º Batalhão
Companhia Wilmotdo 3º Batalhão
sábado, 23 de agosto de 2008
Critica ao livro "O Exército Português na Guerra Peninsular"
Acaba de sair na The Napoleon Series , uma critica de Anthony Gray ao livro "O Exército Português na Guerra Peninsular". A critica encontra-se na secção " Reviews: Books on Military Subjects", a qual poderá ser lida AQUI.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Há 200 anos. Batalha do Vimeiro. 21 de gosto de 1808.
Na colina a sul da povoação do Vimeiro estavam a 6ª Brigada (Fane) e a 7ª Brigada (Anstruther) apoiadas por 6 peças de artilharia. A brigada de Anstruther ocupava na esquerda a Igreja e o antigo cemitério, interceptando o caminho que seguia de Carrascais até à povoação do Vimeiro. Na povoação estava a reserva e no vale, imediatamente a oeste do Vimeiro, estava a Cavalaria.
Junto à povoação de Maceira estava a infantaria portuguesa e uma parte da cavalaria. Por ser considerado o lado menos provável de aproximação do inimigo, Wellesley deixou o flanco nordeste, correspondente à estrada que vai do Vimeiro à Lourinhã por Fonte de Lima e Ventosa, guarnecido somente com um piquete da Infantaria portuguesa e alguns soldados britânicos. Wellesley decidiu não empregar a pouca cavalaria que tinha em missões de vigilância
Junot decide efectuar o ataque principal no centro do dispositivo inglês e um ataque secundário no flanco nordeste dos Ingleses.
Depois de almoçar, Junot, sem ter mandado sequer reconhecer a fortíssima posição escolhida pelas forças Anglo-portuguesas no Vimeiro, ordena o ataque geral. quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Há 200 anos. Ordem de Batalha Anglo-Portuguesa na Batalha do Vimeiro . 21 Agosto de 1808.
A Força Portuguesa que combateu na Batalha do Vimeiro era igual à que fora formada por ocasião do Combate da Roliça. Ver Ordem de Batalha da Roliça AQUI.
A diferença existe apenas no número de homens, pois teremos de retirar as baixas havidas no Combate da Roliça. No que respeita ao Exército Português, há que retirar 7 baixas no batalhão de caçadores do Porto (erradamente numerado [ Caçadores 6] na vasta bibliografia existente, pois os batalhões de caçadores como unidades independentes apenas iriam ser formadas no ano seguinte).
Quando se fala em “Caçadores do Porto”, certamene estamos perante a unificação das companhias de caçadores que existiam como parte dos regimentos de infantaria e que actuavam como um batalhão .
Caçadores do Porto interveio na Roliça com 569 homens e no Vimeiro com 562.
As unidades britânicas, claro está, tiveram mais baixas na Roliça, no entanto foram reforçadas.
NaRoliça a força total britânica foi de 13.307, enquanto no Vimeiro foi de 16.778.
Força Anglo-Portuguesa na batalha do Vimeiro.
Comandante em Chefe das Forças: General Sir Arthur Wellesley Conde de Wellington
Quartel-Mestre General :Tenente-Coronel W. H. De Lancey
General Adjunto: Tenente-Coronel Lord Aylmer ao comando
Comandante da Artilharia: Tenente-Coronel H. Framingham
Comandante da Engenharia: Coronel R. Fletcher
CAVALARIA
Oficial ao Comando : Tenente-Coronel C.D. Taylor
20 Regimento de Dragões 240
ARTILHARIA
Oficial ao Comando : Tenente-Coronel W. Robe
2 baterias e meia 226 homens 16 peças
1 Brigada Comandada pelo Major General Sir Rowland Hill
1/5º Regimento Britânico de Infantaria 944
1/9º Regimento Britânico de Infantaria 761
1/38º Regimento Britânico de Infantaria º Regimento Britânico de Infantaria 953
2 Brigada Comandada pelo Major General R. Ferguson
36º Regimento Britânico de Infantaria 591
1/40º Regimento Britânico de Infantaria 923
1/71º Regimento Britânico de Infantaria 935
3 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General M. Nightingall
29º Regimento Britânico de Infantaria 616
1/82º Regimento Britânico de Infantaria 904
4 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General B. Bowes
1/6º Regimento Britânico de Infantaria 943
1/32º Regimento Britânico de Infantaria 870
5 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General C. Craufurd
1/45º Regimento Britânico de Infantaria 915
91º Regimento Britânico de Infantaria 917
6 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General Henry Fane
1/50º Regimento Britânico de Infantaria 945
5/60º Regimento Britânico de Infantaria [Rifles] 604
2/95º Regimento Britânico de Infantaria(Rifle Corps) [Rifles] 4 companhias 456
7 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General R. Anstruther
2/9º Regimento Britânico de Infantaria 633
2/43º Regimento Britânico de Infantaria 721
2/5º Regimento Britânico de Infantaria 2 654
2/97º Regimento Britânico de Infantaria 695
8 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General W. Acland
2º Regimento Britânico de Infantaria 731
20º Regimento Britânico de Infantaria 7'/2 companhias 401
1/95º Regimento Britânico de Infantaria(Rifle Corps) [Rifles] 2 companhias 200
Força britanica : 16.778
DESTACAMENTO PORTUGUÊS: TENENTE-CORONEL NICOLAS TRANT
6 Regimento de Cavalaria 104
11. Regimento de Cavalaria 50
12 Regimento de Cavalaria 104
Cavalaria da polícia de Lisboa 41
4 Regimento de Artilharia Portuguesa 210
12 Regimento de Infantaria 605
21 Regimento de Infantaria 605
24 Regimento de Infantaria 304
Batalhão de Caçadores do Porto 562
Forças Portuguesas: 2.585
Forças Anglo-Portuguesas: 19.363
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Incontornável. Vimeiro 1808- Wellesley’s first victory in the Peninsular.
Retirado da Osprey:
«About this book
On 2 August 1808 a British army of 14,000 men began landing north of Lisbon under the command of Sir Arthur Wellesley, the future Duke of Wellington. They were coming to assist the Portuguese, Britain's oldest ally, to liberate their country from its French occupiers. Within a month Wellesley was to win two victories over the French at the battles of Roliça and Vimeiro. General Andoche Junot, the French commander, was forced to surrender and evacuate Portugal. René Chartrand examines the first of Wellesley's string of victories in the Peninsular War.
Contents
Origins of the Campaign
Chronology
Opposing Commanders
Opposing Armies
Opposing Plans
Junots French invasion and occupation of Portugal
The 1808 Revolt
Wellesley arrives
The Battle of Rolia
The battle of Vimiero
Aftermath
the Convention of Cintra
The Battlefields today
Bibliography
Index
Paperback; September 2001; 96 pages; ISBN: 9781841763095»
Rene Chartrand é autor da já conhecida triologia “The Portuguese Army of the Napoleonic Wars».
Forças Britanicas na Batalha do Vimeiro.
Comandante da Força Tenente General Sir Arthur Wellesley
Segundo Comandante Major General Sir Brent Spencer
Quartel-Mestre General : Tenente-Coronel W. H. De Lancey ao comando
General Adjunto: Tenente-Coronel Lord Aylmer ao comando
Deputado Quartel- Mestre General Tenente-coronel graduado James Bathurst
Deputado General Adjunto Tenente-coronel graduado George Tucker
Artilharia Tenente-coronel William Robe
Cavalaria Tenente-Coronel C.D. Taylor
Comandante da Artilharia: Tenente-Coronel H. Framingham
Comandante da Engenharia: Coronel R. Fletcher
1º Brigada
Brigada Comandada pelo Major General Sir Rowland Hill
1º Batalhão do 5° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Northumberland
1º Batalhão do 9° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- East Norfolk
1º Batalhão do 38° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- 1º Staffordshire
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
2º Brigada
Brigada Comandada pelo Major General Ronald Ferguson
36° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Herefordshire
1º Batalhão do 40° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- 2º Somersetshire
1º Batalhão do 71° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Highland Light Infantry
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
3º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Miles Nightingall
29° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Worcestershire Regiment
1º Batalhão do 82° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Prince of Wale´s Volunteers
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
4º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Barnard Bowes
1º Batalhão do 6° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- 1º Warwickshire Regiment
1º Batalhão do 32° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Cornwall
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
5º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro James Catlin Craufurd
1º Batalhão do 45° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Nottinghamshire
1º Batalhão do 91° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Argyllshire Highlanders
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
6º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Henry Fane
1º Batalhão do 50° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- West Kent
5 Companhias, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
4 Companhias 2º Batalhão do 95° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Rifle Corps
7º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Robert Anstruther
2º Batalhão do 9° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- East Norfolk
2º Batalhão do 43° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Monmouthshire Light Infantry
2º Batalhão do 52° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Oxfordshire Light Infantry
97° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Queens Own German
8º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Wroth Palmer Acland
2° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Queen’s Regiment
20° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- East Devonshire
2 Companhias 1º Batalhão do 95° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Rifle Corps
INDEPENDENTES
20° Regimento Britânico de Cavalaria “Light Dragoon”
*
* *
Uma Ordem Geral de 21 Agosto, emitida depois da batalha de Vimeiro, determinou e ordenou que duas companhias do 1º Batalhão do 95° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Rifle Corps fossem integradas na 6ª Brigada e determinou que uma Companhia do 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American fossem integradas nos 7º e 8ª Brigadas, deixando só três companhias assim com a 6ª Brigada.
Em 21 Agosto, o Coronel John Harding chegou para comandar a artilharia.
Uma Ordem Geral de 22 Agosto ordenou a transferência do 97° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Queens Own German para a 8ª Brigada.
A 22 Agosto, o Tenente General Dalrymple chega e assume o comando do exército.
Ele imediatamente suspende as operações, concordando com a uma suspensão de hostilidades e começou a negociar uma convenção para a retirada de forças francesas de Portugal, a infame Convenção de Cintra.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Ribombar dos canhões marcou reconstituição histórica da Batalha do Vimeiro .
Mais noticias em Batalhas Napoleonicas (aqui ) e RCL (aqui ).
Programa ( aqui).
Bicentenário. Batalha do Vimeiro.
ESQUIOPPETTA, Domingo, fl. 1800-1850Batalha do Vimeiro [Visual gráfico / D. Schioppetta delin. ; J. Cardini esculp.. - [S.l. : s.n., entre 1810 e 1812]. - 1 gravura : água-forte, p&b http://purl.pt/5296. - Data baseada na inscrição e período de actividade dos gravadores. - Dim. da matriz: 33x44,1 cm. - Soares, E. - Hist. grav., nº 427)CDU 355.48 Batalha do Vimeiro(084.1) 94(469)"1808"(084.1) 762(=1.450)"18"(084.1).domingo, 17 de agosto de 2008
Há 200 anos. O combate da Roliça . 17 de Agosto

Junot, no entretanto, ia-se preparando para a resistência.
A Loison, que estava no norte, deu ordem para retirar sobre a capital, procurando juntar-se as forças de Delaborde, que marchavam ao seu encontro e, depois de efectuada a junção, que tratassem de se opor a marcha dos ingleses, dificultando-lhes o avanço. Delaborde, porem, antes de se reunir a Loison teve que se defrontar com Wellesley na Rolica onde sozinho, sustentou o choque dos aliados (17 de Agosto). Todas as vantagens da posição dos francezes, que eram realmente grandes, foram destruídas pela esmagadora diferença no numero
dos combatentes, retirando as franceses derrotados e criando alento e entusiasmo os soldados britânicos, pela sua primeira vitória na Península. […]No próprio dia do combate da Roliça foi 9 general em chefe avisado da chegada dum considerável reforço (brigada Anstruther) determinando, em consequencia disso, ir ocupar a posição do Vimeiro, donde lhe protegeria o desembarque.
No dia 18 começou a exercito inglês a deslocar-se, desembarcando o contingente 20; no outro dia mais uma brigada (Ackland) saltava em terra, elevando-se, desde então o efectivo das tropas britânicas a 18:000 homens.»
**
O general Delaborde, com forças inferiores às de Wellesley, retirou sobre Óbidos, indo ocupar definitivamente as posições de Roliça e Columbeira, tentando tomar contacto com a divisão Loison que devia reforçá-lo, vindo de Tomar.
Loison, ficara no entanto impedido, em virtude da defesa efectuada em Évora, que visava impedir a junção das forças de Loison com as forças de Delaborde, permitindo aos Ingleses uma superioridade numérica nos combates que se avizinhavam. Sacrificou-se assim Évora em benefício do resultado final da campanha.
A junção, não se efectuou; e o Exército Anglo-Português, depois de um breve combate, a 15, em Óbidos, com as tropas avançadas francesas, a 17 defrontou-se com as posições de Roliça, que mandou atacar por seis colunas, envolvendo-as pelo flanco direito dos franceses, para cortá-los de qualquer eventual reforço da divisão Loison. Delaborde, vendo-se quase envolvido e com graves perdas em oficiais, soldados e artilharia, deu ordem de retirada sobre Torres Vedras e Runa. O renhido combate da Roliça era o primeiro revés dos franceses em Portugal e o baptismo de fogo dos bisonhos soldados portugueses .
sábado, 16 de agosto de 2008
A Guarda Real de Polícia. A batalha do Vimeiro.
Recriação histórica do Cerco de Almeida 2008
22 de Agosto, Sexta-feira (tarde)
Seminário: Memória, Mito e História: O Sacrifício de Almeida
Local: C.E.A.M.A. – Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida, nas Portas Exteriores de Santo António.
14.30 – Abertura do Seminário e Recepção de Boas-Vindas, pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Almeida.
14.45 – O Jogo do Cerco de Almeida – Apresentação do trabalho produzido pelos alunos do Clube de História e Arqueologia da Escola EB 2,3 e Secundária de Vilar Formoso e coord. pelos Profs. Isabel Magalhães e Carlos Teles.
15.15 – António de Sousa Júnior – Almeida, Fortaleza Mártir de Galharda Epopeia.
15.40 – Prof. Doutora Teresa Cailloux de Almeida – O Cerco de Almeida na Memória dos Franceses de Então e de Agora.
16.05 – Prof. Doutor José D´Encarnação – Sertório, General Romano – Guerrilheiro ou Mito?
16.30 – Prof. Doutor Adriano Vasco Rodrigues – A Legião Portuguesa no Período Napoleónico de Almeida.
16.55 – Pausa para café.
17.30 – Dr. Miguel Angel Martin Mas – William Cox, un Hombre Solo.
17.55 – Coronel Mestre Manuel Jorge Pereira de Carvalho – A Leal Legião Lusitana, Força de Cobertura do Exército de Portugal, e a Praça de Almeida como Ponto de Projecção, em 1809.
18.20 – D. Manuel Felício, Bispo da Guarda – O mito dos ideais da Revolução Francesa e a memória da invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão, há dois séculos.
18.45 – Prof. Doutora Maria Helena Carvalho dos Santos – Os Mitos: entre a voz do povo e os sentimentos de honra..
19.10 – Prof. Doutor Francisco Ribeiro da Silva – As respostas dos concelhos das “três Províncias do Norte” à imposição da Contribuição de Guerra de 1808.
19.35 – Debate
19.45 – Encerramento dos trabalhos.
21.30 – VOX ANGELIS – Requiem aos Mortos (Homenagem às Vítimas do Desastre de 26 de Agosto de 1810).
Local: Igreja Matriz de Almeida.
23.00 - 24.00 – Ronda de Sentinelas e Patrulhas nas Portas de S. Francisco e Bastiões da Fortaleza. Surtidas francesas à Vila, com resposta de fogo das baterias e fuzis a partir do Baluarte de S. Pedro. (Actividade que pretende reconstituir os momentos de tensão de um cerco e da eminência do contacto com o inimigo).
00.00 – DEOLINDA – (“Cantar a tristeza rindo” é o lema dos Deolinda)
Local: Escadaria dos Paços do Concelho de Almeida
23 de Agosto, Sábado
9.30 - Hastear das bandeiras dos países participantes.
Local: Câmara Municipal Almeida
11.00 – Evocação da Batalha de Fuentes de Oñoro. (Recriação do combate que, entre o dia 3 e 4 de Maio de 1811, opôs Anglo-Lusos e Franceses nas Ruas a Norte de Fuentes de Oñoro e da Ribeira de Dos Casas).
Local: Vilar Formoso/ Fuentes de Oñoro.
*Haverá transporte assegurado desde o Largo 25 de Abril (Portas Exteriores de S. Francisco) com meia hora de antecedência, e após a recriação em Vilar Formoso.
15.30 - Inauguração da Exposição “ A Fronteira da Beira e a Defesa do Território, Cartografia, Fortificação e Arquitectura Militar”, pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal, com apresentação do T. Cor. Berger.
Local: Portas Interiores de Santo António.
16.00 – Workshop 1 – “O Projecto do Município para a Regeneração da Zona do Castelo”
TEMAS EM DISCUSSÃO:
- O Arranjo Urbanístico do Alto da Cidadela
- A Importância Arqueológica e sua Integração
- O Projecto do Miradouro da Praça-Forte
Local: C.E.A.M.A. – Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida, Portas Exteriores de Santo António, com início junto à Torre do Relógio para visita e primeiros comentários no local.
17.30 – Workshop 2 – “O 1º Simpósio de Artes de Almeida: um Programa de Escultura para o Concelho”
TEMAS EM DISCUSSÃO:
- O Memorial do Sacrifício de Almeida e os 200 Anos da Guerra Peninsular
- O Memorial do 25 de Abril e as outras Intervenções de Arte Pública como momentos de renovação urbanística a assinalar
Local: C.E.A.M.A. – Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida, Portas Exteriores de Santo António.
(Exposição/venda de publicações com edição da Câmara Municipal de Almeida e outros artigos alusivos às Comemorações no C.E.A.M.A., Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida, e no Posto de Turismo).
19.00 – CONCLUSÃO DO SIMPÓSIO DE ESCULTURA, com entrega de diplomas pelo Presidente da Câmara Municipal
22.00 - 24.00 – Combate Nocturno com fogo de Artilharia e de mosquete de Infantaria nas muralhas e baluartes da Praça-Forte de Almeida.
(Um dos momentos altos do evento, onde no enlace entre a escuridão e a luz difusa das tochas, o inimigo tenta forçar a entrada na Praça de Almeida, dando origem a um renhido combate de fuzilaria, bala rasa e lanterneta de canhão e terçar de baionetas. Por entre as portas de S. Francisco, a Rua da Muralha, os Baluartes de S. Pedro, a culminar no Baluarte de St.º António, as tropas Portuguesas e Inglesas resistem às arremetidas dos Batalhões Franceses e os nossos aguentam mais uma noite.)
23.00 – MELECH MACHAYA (FANFARRA)
Local: Palco do Hospital de Sangue
24 de Agosto, Domingo
9.30 - Hastear das bandeiras dos países participantes, seguido de desfile até à Praça Alta para Cerimónia de Homenagem aos Mortos do Cerco de Almeida e a John Beresford.
(Actividade formal de tributo, por parte da Autarquia e do seu Presidente, aos tombados na defesa de Almeida e do território Português, incluindo os nossos Aliados; é um momento forte de comoção a que se convida à participação da população de Almeida e onde será deposta uma coroa de flores no monumento da Praça Alta).
11.00 – Recriação da Batalha do Cerco de Almeida com combates entre as Portas de Santo António; explosão do paiol, rendição da Praça de Almeida.
(Momento alto das Comemorações do Cerco de Almeida, onde numa batalha final, demonstrativa de algumas tácticas de guerra da época, Tropas Anglo-Lusas, Milícias e Ordenanças Portuguesas e Tropas Napoleónicas se defrontam ferozmente, e quando tudo parece apontar para um sucesso Nacional, o paiol do castelo explode destruindo a capacidade defensiva da Praça e levando à sua rendição, que será feita formalmente pelo Comando da guarnição da Praça e pelo Comando Francês, seguindo as leis e regras de honra de guerra da época).
12.00 – Missa
Local: Igreja Paroquial
14.00 – Animação de Rua com episódios recriados pelos VIV´ARTE em sintonia com ARRUADAS, músicas e bailias da época pelos ANDARILHOS.
Há 200 anos. 16 de Agosto 1808
As tropas de Loison marcham sobre Alcoentre.
Proclamação de Junot aos habitantes de Lisboa antes de sair da capital ao encontro das forças anglo-portuguesas.



