segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Biografias .
sábado, 6 de setembro de 2008
Dmitri Seniavin e a esquadra Russa doTejo. Parte 4
"Após a derrota das tropas francesas em Vimieiro, a 9 de Agosto de 1808, Junot vê-se obrigado a abandonar Portugal e o almirante Seniavin, que já tinha estabelecido contactos com o comando da armada inglesa que bloqueava Lisboa em meados de Julho, tentou agora fazer tudo para que a sua armada não fosse apreendida pelas autoridades de Londres, pois a Rússia e a Inglaterra continuavam formalmente em estado de guerra. Argumentando a sua posição numa carta dirigida ao almirante inglês Cotton, Seniavin escreve: “O meu comportamento durante os dez meses de permanência em Lisboa, as minhas recusas constantes de participar mesmo que da forma mais mínima nas medidas hostis que me eram propostas [contra os ingleses]... todos esses motivos convencem-me firmemente que Vossa Excelência terá em atenção as circunstâncias acima assinaladas e que a situação neutra legal seja observada em relação à minha esquadra, enquanto ele estiver no rio Tejo”. A armada russa acabou por ser conduzida para o porto inglês de Portsmouth e, em 1809, os oficiais e marinheiros russos regressaram ao seu país, deixando os navios em Inglaterra, tal como exigiram as autoridades de Londres. E não obstante o Governo de Londres ter, em 1812, devolvido alguns dos navios e pago por aqueles que ficaram em Inglaterra, o czar russo acusou o almirante de ter “entregue” a esquadra ao “inimigo”. Caído em desgraça, o almirante Seniavin, em 1820, vê-se obrigado a dar explicações às autoridades sobre os boatos de que ele pertenceria a uma “sociedade secreta”. Em Novembro desse mesmo ano, Dmitri Seniavin vai a casa do ministro do Interior da Rússia, Victor Kotchubei, para esclarecer a situação. O ministro respondeu que “não esconde do almirante” que ouviu falar dessa sociedade, mas que não acusava Seniavin, pois estava convencido que “não podia imaginar que semelhante iniciativa tonta, vil e hedionda pudesse caber na cabeça de um nobre russo”. Não foram até hoje encontrados documentos que provem que Dmitri Seniavin tenha sido membro de alguma sociedade secreta ou tenha tido contacto com os dezembristas, mas há vários testemunhos que mostram que alguns dos revoltosos pensaram no seu nome para dirigir a Rússia depois do êxito da revolta. O nome do almirante foi várias vezes citado durante os interrogatórios a que os dezembristas foram sujeitos na prisão. Piotr Pestel, um dos dirigentes da revolta de Dezembro de 1825, declarou à Comissão de Investigação: “Bestujev-Riumin, depois de se encontrar em Kiev com o príncipe Trubetskoi e o coronel Briguin, veio depois ter comigo a Lintsi e disse-me que ele soube, através de Trubetskoi e Briguin, da intenção da Sociedade do Norte nomear os almirantes Mordvinov e Seniavin membros do governo provisório”. “No que respeita à nomeação pela Sociedade do Norte dos almirantes Mordvinov e Seniavin para o governo provisório, posso afirmar que o príncipe S. Trubetskoi era da mesma opinião, mas não sei se todos os membros da Sociedade do Norte a partilhavam” – declarou Serguei Muraviov-Apostol no interrogatório". (Fim)
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Dmitri Seniavin e a esquadra Russa doTejo. Parte 3
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Dmitri Seniavin e a esquadra Russa doTejo. Parte 2
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Dmitri Seniavin e a esquadra Russa doTejo. Parte 1
Quadro de Aleksey Bogolyubov (1824-96). Frota Russa a pós a Batalha de Athos.19 Junho de 1807.Trata-se de um texto excelente a não perder, pelo que aqui vai .
Post 1
“O almirante russo amigo dos portugueses
Em 2007 e 2008, celebram-se os 200 anos da luta dos portugueses contra as tropas napoleónicas que invadiram Portugal. Ao escrever a minha tese de doutoramento, deparei com a história do almirante russo Dmitri Seniavin e a sua aventura no porto de Lisboa durante as invasões francesas. Publico aqui, por capítulos, este facto curioso para dar a conhecer aos meus leitores o nome e a obra de um dos maiores almirantes russos.
"Em 3 de Novembro de 1807, a esquadra do almirante russo Dmitri Seniavin entrou na foz do Tejo para fugir a uma forte tempestade no mar, mas ficou aí retida durante quase um ano devido à tempestuosa situação internacional.
A 7 de Julho desse ano, a Rússia e a França de Napoleão tinham assinado um Tratado de Paz e Amizade em Tilzit e a Corte de São Petersburgo rompera as relações diplomáticas com Londres. A 17 de Novembro, depois da fuga da família real portuguesa para o Brasil e da ocupação do país pelas tropas francesas, a armada inglesa fechou a barra do Tejo não só aos navios franceses, mas também aos dos aliados de Paris.
O almirante Seniavin viu-se numa situação muito complicada. Por um lado, não podia deixar de cumprir as ordens do czar Alexandre I, mas, por outro lado, as suas simpatias estavam do lado dos ingleses e portugueses.
O almirante Seniavin, porém,conseguiu cumprir essa difícil tarefa. Ele compreendeu rapidamente que o general Junot, que havia ocupado Portugal, iria tentar de todas as formas cumprir a vontade de Napoleão, ou seja, provocar a guerra entre a Rússia e Inglaterra pelas mãos do comandante da esquadra russa.
Mas o facto é que, não obstante o corte de relações com Londres, o czar Alexandre não pretendia na realidade entrar em conflito aberto com os ingleses.
Dmitri Seniavin escreveu ao seu comandante supremo depois do primeiro encontro com Junot: “Consegui compreender de algumas palavras por ele ditas que o governo francês não quer perder a oportunidade que lhe dá a permanência da esquadra de Vossa Alteza aqui, para aumentar as dúvidas do governo inglês sobre as intenções de Vossa Majestade Imperial, e numerosos dos oficiais navais franceses que se encontram aqui dizem abertamente que serão nomeados para a esquadra que me foi confiada para o lugar dos oficiais de origem inglesa”.
Alexandre I tarda em enviar instruções, mas Seniavin continua a sua política de evitar o envolvimento dos seus barcos e homens no confronto anglo-francês, o que irrita fortemente o imperador gaulês.
Napoleão tenta fazer com que o almirante deixe de receber ordens de São Petersburgo e passe a cumprir ordens do conde Tolstoi, embaixador russo em Paris, que funcionaria como uma “correia de transmissão” sua.
“A esquadra do almirante Seniavin chegou a Lisboa – escrevia Napoleão a Alexandre a 7 de Dezembro de 1807 – Felizmente, as minhas tropas já se devem encontrar lá. Seria bom se Vossa Alteza incumbisse o conde Tolstoi de ter poder sobre essa esquadra e sobre as suas tropas, para que, em caso de necessidade, possam ser utilizadas sem esperar ordens directas de Petersburgo. Penso também que este poder directo do embaixador de Vossa Alteza teria boa influência no sentido em que poria fim à desconfiança que por vezes revelam os comandantes face aos sentimentos de França”.
A pressão sobre o almirante Seniavin aumenta através da instrução da Corte Russa, enviada no início de 1808, recebida por Andrei Dubatchevski, representante diplomático russo em Lisboa, e dirigida a todos os militares russos: “Em relação ao governo que irá existir em Portugal, é necessário que os vossos actos correspondam em tudo à disposição amiga actualmente existente entre a Rússia e a França”.
E, por fim, a 1 de Março do mesmo ano, Alexandre I envia uma ordem aos três comandantes de armadas russas que se encontravam no estrangeiro, entre as quais estava a comandada por Seniavin: “Reconhecendo como útil para o êxito da causa comum e para que seja feito o maior prejuízo ao inimigo colocar as nossas forças navais que se encontram fora da Rússia à disposição de Sua Alteza, o Imperador dos Franceses, ordeno-vos que, em conformidade com isso... o cumprimento indiscutivelmente mais preciso de todas as ordens que vos forem dadas por Sua Alteza, o Imperador Napoleão”.»
( Continua)
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Há 200 anos. 2 e 3 de Setembro de 1808.
Encontrava-se no Tejo, desde 3 de Novembro de 1807, uma esquadra russa [ composta de 7 navios de linha e uma fragata ] proveniente do Mediterrâneo quando no dia 2 de Setembro de 1808 entram no Tejo os primeiros navios da esquadra britânica enviada a Portugal [ composta de 15 navios de linha e 10 fragatas ]. No dia seguinte, 3 de Setembro, os almirantes Charles Cotton, por parte da Inglaterra e Dmitri Seniavin por parte da Rússia assinam uma convenção separada da convenção de Sintra, na qual a Esquadra Russa é entregue à custódia das Forças Inglesas, devendo as tripulações serem enviadas para casa , com as despesas suportadas pela Inglaterra.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Novidades. Pedra Formosa.

sábado, 30 de agosto de 2008
Há 200 anos. 30 de Agosto 1808-Convenção de Sintra estabelecida entre os exércitos francês e britânico
Após a derrota das forças francesas no combate da Roliça (17 Agosto) e na Batalha do Vimeiro (21 Agosto), o General Junot propôs a Wellesley um armistício. Após as negociações decorridas em Sintra, chegou-se à forma final do documento pelo qual se permitia a retirada das tropas francesas, embarcadas em navios ingleses, transportando as suas armas, bagagens e o produto dos saques efectuados em Portugal.sexta-feira, 29 de agosto de 2008
El juego de la gallina ciega
Descripción Física 1 estampa huella de la plancha 154 x 243 mm
Descripción Inscripción en la parte superior: "Bonaparte ciego de sobervia no sabe que Potencia ha de coger ó el juego de la gallina ciega"
Inscripción al pie dela imagen: "1 España 2 Inglaterra 3 Portugal 4 Suecia 5 Austria 6 Turquia 7 Napoleon"
Catálogo del Gabinete de Estampas del Museo Municipal de Madrid. 1, Estampas españolas 173-14
Estampas: cinco siglos de imagen impresa 998
Revolución, Contrarrevolución e Independencia. Madrid, 1989 p. 47
Materia España Historia 1808-1814 (Guerra de la Independencia)
Dibujos, grabados y fotografías
Grabados satíricos
Grabados calcográficos
Napoleón I , Emperador de Francia
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Los Despojos del Aguila Francesa entre España y Portugal
Descripción Física - 1 mapa 18 x 27 cm en h. de 26,5 x 36,5 cm
Descripción - Sobre la imagen cartográfica, pequeños textos referidos a las batallas ganadas por los aliados, indicando fecha, lugar y nombre de los generales franceses que participaron en cada una de ellas. Las victorias se reflejan por el número de plumas arrancadas al águila francesa
Clave numérica indicando la situación de los barcos españoles e ingleses que defienden las costas. - Ciudades representadas por conjuntos de edificaciones según su importancia. - Divisiones administrativas delimitadas por líneas de color. - Costas sombreadas
La fecha de publicación corresponde a la del fin de la Guerra de la Independencia
En el mapa aparecen las figuras de un lobo y un león, que representan a los ejércitos aliados, despojando a un águila, símbolo del Imperio francés.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Há 200 anos. 25 de Agosto 1808. Força do Tenente-General John Moore.
Setúbal e libertada da ocupação francesa.
Divisão do Tenente-General Mackenzie Fraser
1º batalhão 4º Regimento
1º batalhão 28º Regimento
1º batalhão 79º Regimento
1º batalhão 92ºRegimento
Divisão do Major-General Murray
1º batalhão de Linha King’s German Legion
2 º batalhão de Linha King’s German Legion
5º batalhão de Linha King’s German Legion
7ª batalhão de Linha King’s German Legion
Divisão do Major-General E. Paget
1º batalhão 52º Regimento
3 Companhias 1 batalhão 95º Regimento
1º Batalhão de Infantaria Ligeira King’s German Legion
2 º Batalhão de Infantaria Ligeira King’s German Legion
3º regimento de cavalaria de Dragões Ligeiros King’s German Legion
Companhia de Guarnição King’s German Legion
Artilharia
Tenente-Coronel George Wood e Major Julius Hartmann com:
2ª Companhia [Tieling] King’s German Legion
4ª Companhia [Heise] King’s German Legion
Companhia Drummond do 3º Batalhão
Companhia Wilmotdo 3º Batalhão
sábado, 23 de agosto de 2008
Critica ao livro "O Exército Português na Guerra Peninsular"
Acaba de sair na The Napoleon Series , uma critica de Anthony Gray ao livro "O Exército Português na Guerra Peninsular". A critica encontra-se na secção " Reviews: Books on Military Subjects", a qual poderá ser lida AQUI.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Há 200 anos. Batalha do Vimeiro. 21 de gosto de 1808.
Na colina a sul da povoação do Vimeiro estavam a 6ª Brigada (Fane) e a 7ª Brigada (Anstruther) apoiadas por 6 peças de artilharia. A brigada de Anstruther ocupava na esquerda a Igreja e o antigo cemitério, interceptando o caminho que seguia de Carrascais até à povoação do Vimeiro. Na povoação estava a reserva e no vale, imediatamente a oeste do Vimeiro, estava a Cavalaria.
Junto à povoação de Maceira estava a infantaria portuguesa e uma parte da cavalaria. Por ser considerado o lado menos provável de aproximação do inimigo, Wellesley deixou o flanco nordeste, correspondente à estrada que vai do Vimeiro à Lourinhã por Fonte de Lima e Ventosa, guarnecido somente com um piquete da Infantaria portuguesa e alguns soldados britânicos. Wellesley decidiu não empregar a pouca cavalaria que tinha em missões de vigilância
Junot decide efectuar o ataque principal no centro do dispositivo inglês e um ataque secundário no flanco nordeste dos Ingleses.
Depois de almoçar, Junot, sem ter mandado sequer reconhecer a fortíssima posição escolhida pelas forças Anglo-portuguesas no Vimeiro, ordena o ataque geral. quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Há 200 anos. Ordem de Batalha Anglo-Portuguesa na Batalha do Vimeiro . 21 Agosto de 1808.
A Força Portuguesa que combateu na Batalha do Vimeiro era igual à que fora formada por ocasião do Combate da Roliça. Ver Ordem de Batalha da Roliça AQUI.
A diferença existe apenas no número de homens, pois teremos de retirar as baixas havidas no Combate da Roliça. No que respeita ao Exército Português, há que retirar 7 baixas no batalhão de caçadores do Porto (erradamente numerado [ Caçadores 6] na vasta bibliografia existente, pois os batalhões de caçadores como unidades independentes apenas iriam ser formadas no ano seguinte).
Quando se fala em “Caçadores do Porto”, certamene estamos perante a unificação das companhias de caçadores que existiam como parte dos regimentos de infantaria e que actuavam como um batalhão .
Caçadores do Porto interveio na Roliça com 569 homens e no Vimeiro com 562.
As unidades britânicas, claro está, tiveram mais baixas na Roliça, no entanto foram reforçadas.
NaRoliça a força total britânica foi de 13.307, enquanto no Vimeiro foi de 16.778.
Força Anglo-Portuguesa na batalha do Vimeiro.
Comandante em Chefe das Forças: General Sir Arthur Wellesley Conde de Wellington
Quartel-Mestre General :Tenente-Coronel W. H. De Lancey
General Adjunto: Tenente-Coronel Lord Aylmer ao comando
Comandante da Artilharia: Tenente-Coronel H. Framingham
Comandante da Engenharia: Coronel R. Fletcher
CAVALARIA
Oficial ao Comando : Tenente-Coronel C.D. Taylor
20 Regimento de Dragões 240
ARTILHARIA
Oficial ao Comando : Tenente-Coronel W. Robe
2 baterias e meia 226 homens 16 peças
1 Brigada Comandada pelo Major General Sir Rowland Hill
1/5º Regimento Britânico de Infantaria 944
1/9º Regimento Britânico de Infantaria 761
1/38º Regimento Britânico de Infantaria º Regimento Britânico de Infantaria 953
2 Brigada Comandada pelo Major General R. Ferguson
36º Regimento Britânico de Infantaria 591
1/40º Regimento Britânico de Infantaria 923
1/71º Regimento Britânico de Infantaria 935
3 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General M. Nightingall
29º Regimento Britânico de Infantaria 616
1/82º Regimento Britânico de Infantaria 904
4 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General B. Bowes
1/6º Regimento Britânico de Infantaria 943
1/32º Regimento Britânico de Infantaria 870
5 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General C. Craufurd
1/45º Regimento Britânico de Infantaria 915
91º Regimento Britânico de Infantaria 917
6 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General Henry Fane
1/50º Regimento Britânico de Infantaria 945
5/60º Regimento Britânico de Infantaria [Rifles] 604
2/95º Regimento Britânico de Infantaria(Rifle Corps) [Rifles] 4 companhias 456
7 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General R. Anstruther
2/9º Regimento Britânico de Infantaria 633
2/43º Regimento Britânico de Infantaria 721
2/5º Regimento Britânico de Infantaria 2 654
2/97º Regimento Britânico de Infantaria 695
8 Brigada Comandada pelo Brigadeiro General W. Acland
2º Regimento Britânico de Infantaria 731
20º Regimento Britânico de Infantaria 7'/2 companhias 401
1/95º Regimento Britânico de Infantaria(Rifle Corps) [Rifles] 2 companhias 200
Força britanica : 16.778
DESTACAMENTO PORTUGUÊS: TENENTE-CORONEL NICOLAS TRANT
6 Regimento de Cavalaria 104
11. Regimento de Cavalaria 50
12 Regimento de Cavalaria 104
Cavalaria da polícia de Lisboa 41
4 Regimento de Artilharia Portuguesa 210
12 Regimento de Infantaria 605
21 Regimento de Infantaria 605
24 Regimento de Infantaria 304
Batalhão de Caçadores do Porto 562
Forças Portuguesas: 2.585
Forças Anglo-Portuguesas: 19.363
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Incontornável. Vimeiro 1808- Wellesley’s first victory in the Peninsular.
Retirado da Osprey:
«About this book
On 2 August 1808 a British army of 14,000 men began landing north of Lisbon under the command of Sir Arthur Wellesley, the future Duke of Wellington. They were coming to assist the Portuguese, Britain's oldest ally, to liberate their country from its French occupiers. Within a month Wellesley was to win two victories over the French at the battles of Roliça and Vimeiro. General Andoche Junot, the French commander, was forced to surrender and evacuate Portugal. René Chartrand examines the first of Wellesley's string of victories in the Peninsular War.
Contents
Origins of the Campaign
Chronology
Opposing Commanders
Opposing Armies
Opposing Plans
Junots French invasion and occupation of Portugal
The 1808 Revolt
Wellesley arrives
The Battle of Rolia
The battle of Vimiero
Aftermath
the Convention of Cintra
The Battlefields today
Bibliography
Index
Paperback; September 2001; 96 pages; ISBN: 9781841763095»
Rene Chartrand é autor da já conhecida triologia “The Portuguese Army of the Napoleonic Wars».
Forças Britanicas na Batalha do Vimeiro.
Comandante da Força Tenente General Sir Arthur Wellesley
Segundo Comandante Major General Sir Brent Spencer
Quartel-Mestre General : Tenente-Coronel W. H. De Lancey ao comando
General Adjunto: Tenente-Coronel Lord Aylmer ao comando
Deputado Quartel- Mestre General Tenente-coronel graduado James Bathurst
Deputado General Adjunto Tenente-coronel graduado George Tucker
Artilharia Tenente-coronel William Robe
Cavalaria Tenente-Coronel C.D. Taylor
Comandante da Artilharia: Tenente-Coronel H. Framingham
Comandante da Engenharia: Coronel R. Fletcher
1º Brigada
Brigada Comandada pelo Major General Sir Rowland Hill
1º Batalhão do 5° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Northumberland
1º Batalhão do 9° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- East Norfolk
1º Batalhão do 38° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- 1º Staffordshire
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
2º Brigada
Brigada Comandada pelo Major General Ronald Ferguson
36° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Herefordshire
1º Batalhão do 40° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- 2º Somersetshire
1º Batalhão do 71° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Highland Light Infantry
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
3º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Miles Nightingall
29° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Worcestershire Regiment
1º Batalhão do 82° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Prince of Wale´s Volunteers
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
4º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Barnard Bowes
1º Batalhão do 6° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- 1º Warwickshire Regiment
1º Batalhão do 32° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Cornwall
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
5º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro James Catlin Craufurd
1º Batalhão do 45° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Nottinghamshire
1º Batalhão do 91° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Argyllshire Highlanders
1 Companhia, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
6º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Henry Fane
1º Batalhão do 50° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- West Kent
5 Companhias, 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American
4 Companhias 2º Batalhão do 95° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Rifle Corps
7º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Robert Anstruther
2º Batalhão do 9° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- East Norfolk
2º Batalhão do 43° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Monmouthshire Light Infantry
2º Batalhão do 52° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Oxfordshire Light Infantry
97° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Queens Own German
8º Brigada
Brigada Comandada pelo Brigadeiro Wroth Palmer Acland
2° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Queen’s Regiment
20° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- East Devonshire
2 Companhias 1º Batalhão do 95° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Rifle Corps
INDEPENDENTES
20° Regimento Britânico de Cavalaria “Light Dragoon”
*
* *
Uma Ordem Geral de 21 Agosto, emitida depois da batalha de Vimeiro, determinou e ordenou que duas companhias do 1º Batalhão do 95° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Rifle Corps fossem integradas na 6ª Brigada e determinou que uma Companhia do 5º Batalhão do 60º [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Royal American fossem integradas nos 7º e 8ª Brigadas, deixando só três companhias assim com a 6ª Brigada.
Em 21 Agosto, o Coronel John Harding chegou para comandar a artilharia.
Uma Ordem Geral de 22 Agosto ordenou a transferência do 97° [Foot] Regimento Britânico de Infantaria- Queens Own German para a 8ª Brigada.
A 22 Agosto, o Tenente General Dalrymple chega e assume o comando do exército.
Ele imediatamente suspende as operações, concordando com a uma suspensão de hostilidades e começou a negociar uma convenção para a retirada de forças francesas de Portugal, a infame Convenção de Cintra.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Ribombar dos canhões marcou reconstituição histórica da Batalha do Vimeiro .
Mais noticias em Batalhas Napoleonicas (aqui ) e RCL (aqui ).
Programa ( aqui).
Bicentenário. Batalha do Vimeiro.
ESQUIOPPETTA, Domingo, fl. 1800-1850Batalha do Vimeiro [Visual gráfico / D. Schioppetta delin. ; J. Cardini esculp.. - [S.l. : s.n., entre 1810 e 1812]. - 1 gravura : água-forte, p&b http://purl.pt/5296. - Data baseada na inscrição e período de actividade dos gravadores. - Dim. da matriz: 33x44,1 cm. - Soares, E. - Hist. grav., nº 427)CDU 355.48 Batalha do Vimeiro(084.1) 94(469)"1808"(084.1) 762(=1.450)"18"(084.1).




