quarta-feira, 1 de outubro de 2008
A vedoria.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Há 200 anos. 30 de Setembro de 1808.
**
«Para restaurar as unidades dissolvidas pelos franceses, o exército português é restabelecido oficialmente, por decreto de 30 de Setembro de 1808, no qual o Príncipe Regente ordena que se formem “todos os Corpos de Infantaria, Cavalaria e Artilharia, que compunham o mesmo exército no tempo que foi completamente desorganizado pelo intruso Governo Francês, e Ordenam que todos os Oficiais, Oficiais Inferiores, Tambores e Soldados se reúnam no espaço de hum mez àqueles Corpos a que pertenciam antes da sobredita desorganização, nos seus antigos Quartéis, declarados na relação junta a este edital.”[1] e, em edital anexo da mesma data, se informam os oficiais, os sargentos e os soldados dos locais onde se estão a reorganizar os antigos corpos.
Regimentos de infantaria números 1, 4, 10, 13 e 16 Lisboa; 7 Setúbal; 19 Cascais; 5, 7 e 22 Elvas, 3 Estremoz; 8 Castelo de Vide; 15 Vila Viçosa; 20 Campo-Maior; 2 Lagos; 14 Tavira; 11 Viseu, 23 Almeida; 6 e 18 Porto; 9 Viana 21; Valença; 12 Chaves e 24 Bragança. Regimentos de Cavalaria 1, 4 e 7 Lisboa; 10 Santarém; 8 Elvas; 2 Moura; 3 Beja; 5 Évora; 11 Almeida; 6 e 9 Chaves e 12 Bragança. Regimentos de Artilharia 1 S. Julião, 3 Estremoz, 2 Faro, 4 Porto.
Anexo ao decreto, vinha um edital com a mesma data, onde se informam os oficiais, os sargentos e os soldados dos locais onde se estão a reorganizar os antigos corpos,...
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Canhonheiras executadas na Praça de Campo Maior
FONSECA, José Maria Ferreira da, fl. 1790Reprezentação das canhonheiras executadas na Praça de Campo Maior [Visual gráfico / desenhada [por] José Maria Ferreira da Fonseca, [179-?]. - 1 desenho : tinta-da-china e aguadas, color. ; 30x49 cm http://purl.pt/1244. - Data provável atribuída segundo a filigranaCDU 725.18(469.511)"179"(084.11)domingo, 28 de setembro de 2008
Há 200 anos. 20 a 26 de Setembro de 1808.
D. Miguel Pereira Forjaz, assume em Lisboa a secretaria da pasta dos negócios da guerra e estrangeiros.
Convenção luso-britânica para o desembarque das tropas inglesas no território de Macau.
21 -Desembarca em Macau o almirante inglês William Drury, onde apenas permanece até Dezembro face à hostilidade da população.
24 - Nomeação interina de Cipriano Ribeiro Freire para presidente do Real Erário.
25 - Chega a Macau o novo governador Lucas José de Alvarenga.
26 - A Junta Provisional do Supremo Governo do Reino, estabelecida no Porto, suspende as suas funções.
Há 200 anos. 18 de Setembro de 1808.
Uma proclamação do general britânico Hew Dalrymple, anuncia o restabelecimento da Regência, para que se possa fazer a transferência do poder em Lisboa do exército britânico para as autoridades portuguesas,declarando findo o Governo militar.
Há 200 anos.16 de Setembro de 1808.
Planta da Praça de Campo Maior..., 1797
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Espada do Conde do Rio Pardo.

Era o seguinte , o texto do lote:

«320
A Espada do Conde do Rio Pardo, Capitão-general do Rio Grande e Vice-Rei da Índia - Uma das poucas armas de indiscutível atribuição. Leva o seu brasão Embutido em Ouro em ambas as faces da lamina. A espada em si mostra todas as características duma boa espada de combate dum militar português de alta patente dos primeiros anos do século XIX. As suas guarnições são em bronze dourado a fogo, o porno em feitio de águia. Bainha em bronze dourado a fogo com gravação dum troféu de armas e com motivos florais e geométricos. A lamina (como o resto da arma em excelente estado de conservação), ainda conserva o seu azulado de origem e todo o seu embutido em fios de ouro. A história desta espada bem como a do seu dono são bem conhecidas. Chamamos a atenção para o artigo publicado na revista "Jornal do Exercito" em Abril de 1983. Resumindo, trata-se da arma de Dom Diogo de Sousa, 1.° Conde do Rio Pardo, que nasceu em Lisboa a 17 de Maio de 1755 e faleceu em 12 de Julho de 1829. Como oficial de carreira foi nomeado Governador-Geral de Moçambique (1793). Cinco anos mais tarde foi para o Brasil, Maranhão. Em 1807 foi encarregado de organizar a nova Capitania de Rio Grande do Sul, onde criou as vilas de São Pedro e de Rio Pardo atraindo para ali grande número de colonos. Em 1810 recebeu ordens para ocupar Montevideu que estava em revolução, tendo os seus caudilhos violado a fronteira brasileira. Destruiu as forcas de Artigas. Em 1812 foi no nomeado Vedor da Casa Real. Em 1815 recebeu o titulo de Conde do Rio Pardo e o grau de cavaleiro da Torre e Espada. Em 1816 foi nomeado Vice-Rei da Índia onde se destacou por uma governação considerada brilhante. Em consequencia da revolução de 1820, acabou por ser preso em Goa em 1821 e liberto pouco depois, jurando a constituição em 1822. Em 1824 foi nomeado Conselheiro da Guerra, em 1825 Presidente do Conselho Ultramarino e em 1826 Par do Reino. Dom Diogo de Sousa entrou em combate em três continentes levando consigo esta sua espada. Uma arma idêntica vem representada na gravura dos planos dos uniformes publicados em Lisboa em 1806. A arma deve datar de pouco tempo antes. As inscrições em fios de oura devem ter sido aplicadas no Brasil em 1815 na sua espada de serviço. Não se trata de uma espada de honra, feita somente para um solene momento da entrega, mas duma espada militar que viu serviço e que durante a sua época de serviço acabou por ser enobrecida com o brasão e a titulo do seu dono, o que e bastante mais raro mas compreensível pelas circunstancias da sua nomeação no Brasil. Comprimento total 110 em. Uma Arma de Indiscutível Interesse Histórico, curiosamente, tanto para 0 Brasil, como para Moçambique, Goa e Portugal.
Base e valor sob pedido »
Penso que esta espada terá ido parar também ao espólio da seguradora Lusitânia,
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Novidades. Relatório e Contas da Lusitania, companhia de seguros , S.A.
Foi com uma agradável surpresa que recebi como presente o relatório e contas 2007 da companhia de seguros Lusitânia [Grupo Montepio]. Os documentos contabilísticos encontram-se num CD , junto à capa.
O Livro, esse, é dedicado exclusivamente ao período das invasões francesas. Digo Invasões francesas porque não inclui os anos posteriores a 1810, nas quais o exército operou fora do território nacional. O livro têm 5 capítulos . 1- Os antecedentes; 2 – A primeira invasão francesa 3- A segunda invasão francesa, 4- A quarta invasão francesa, 5 -Conclusões.
Parece que o estou resulta de um conjunto de autores: Prof. Doutor Adriano Moreira ; Dr. Manuel Bairrão Oleiro; Coronel Ribeiro de Faria; Comandante José António Rodrigues Pereira, Comandante Cyrne de Castro , Dr. António Lalande, comandante Carlos Mesquita, e Dr. Javier Saez Salgado.
Para meu mal, e em especial para o Jorge Quinta-Nova, o general Lecor, sem dúvida o melhor oficial do exercito português que operou no exercito anglo português, não faz parte da lista do que os autores consideram ser “ oficiais generais portugueses que mais se distinguiram nas campanhas da guerra peninsular”, mas a omissão inclui a exclusão de oficiais como Agostinho Luís Da Fonseca, Manuel Pamplona Rangel, José Cardoso De Meneses Souto-Maior, D. Luís Inocêncio Benedito De Castro - Conde Resende, ou José De Vasconcelos e Sá.Se puderem obter um exemplar, não desperdicem a oportunidade.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
A Vedoria . Mercado de Escravos. Alfândega de Lagos
Mais uma vez, indo à boleia de Jorge Penin de Freitas , que nos fala da Vedoria "O vedor geral era o responsável máximo pela administração e finanças do exército de cada província" , aqui vai um post sobre o edifício da Vedoria de Lagos.
Fonte : IPPAR.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
As mostras.
domingo, 21 de setembro de 2008
Conde Lippe, o Sargento-Mor e o Fidalgo. II
sábado, 20 de setembro de 2008
Wellington Congress 2010.
Date: 8-11 July 2010
Description: The fourth in a sequence of congresses based around the career of the first Duke of Wellington, as well as the wider context in Britain, Ireland, the Empire and continental Europe, 1780 to 1850. There will also be a special focus on the Peninsular War.
Details: website Conference
organisers: Professor Chris Woolgar
Venue: University of Southampton
Contact: Professor Chris Woolgar Email: archives@soton.ac.uk
Tel: +44 (0)23 8059 2721 Fax: +44 (0)23 8059 5451
Address: Wellington Congress 2010, Archives and Manuscripts, Hartley Library, University of Southampton, Highfield, Southampton SO17 1BJ, United Kingdom
Deadlines: call for papers: 16 October 2009; registration: May/June 2010
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sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Conde Lippe, o Sargento-Mor e o Fidalgo.

Para evitar duvidas que se possam oferecer sobre esta matéria, estabeleço o seguinte: Que de ora em diante, todo o Sargento que nas mostras responda pela companhia e que pela natureza do seu encargo deve saber ler e escrever correctamente porque o Oficial Comandante da mesma pode não o saber, por ser Fidalgo.
Dado em Salvaterra de Magos
16 de Fevereiro de 1764”
Ao contrario do que muitos autores , obras e textos referem, o Sargento[Sargento-Mor] referido no texto, não é o actual sargento [escalão de Sargentos] , mas sim um oficial superior [actual Major] encarregue do comando de uma companhia.
Em 1763, com a reforma do conde de Lippe, os regimentos serão organizados em 7 companhias (unidades administrativas). A reforma implicou o regresso ao conceito de que cada regimento era um batalhão do ponto de vista táctico. Para além do coronel e do tenente-coronel, o Major («sargento-mór») tinha também a administração de uma companhia.
Assim se o texto fosse lido na actualidade, onde se lê Sargento ( Sargento-Mor) , deverá ler-se Major. Em tempo algum, no exercito Português , um Sargento teve organicamente o comando de uma companhia.
Tal como refere Manuel Amaral, “É por isso que, se a função militar era considerada geralmente nobre, de acordo com a legislação, só quem chegava ao posto de major efectivo adquiria verdadeiramente a qualidade de fidalgo, como se pode ler, entre outras, na lei de criação dos cadetes : «Tendo os mesmos pretendentes o foro de Moço Fidalgo da Minha Casa, e daí para cima; ou sendo filhos de Oficiais Militares, que tenham, ou tivessem tido pelo menos a Patente de Sargento-Mór pago [Major efectivo].»”
Este apontamento não retira a confirmação, de que muitos nobres eram analfabetos, e alguns encontravam-se a comandar unidades militares.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
D.Nuno da Cunha de Ataíde.
Forte de São Roque de Lagos ou Forte da Meia Praia.
Foto Francisco Castelo.
A própria data de construção não é certa, e as múltiplas transformações por que passou ao longo da sua existência, determinaram a adulteração completa da disposição original interna. Logo em 1755, aquando do grande terramoto, o forte sofreu pesados danos, desmoronando-se algumas paredes. O processo de reconstrução que se seguiu foi, ao que tudo indica, demasiado demorado e a fortificação nunca mais atingiu a importância que se crê ter estado na sua origem. Dez anos após o tremor de terra, uma notícia indica não existir ainda quartel e armazém para a pólvora no seu interior. Parece mesmo que a reconstrução definitiva do forte apenas teve lugar quarenta anos depois de 1755, nas vésperas do país ser invadido pelas tropas francesas.Fosse como fosse, o certo é que logo na terceira década do século XIX o forte estava destruído e abandonado. Uma relação de trabalhos elaborada nos anos quarenta de Oitocentos indica que os trabalhos de reconstrução a realizar seriam de grande vulto, neles se integrando a desobstrução de grande parte das muralhas, indicador de que era já estrutural o abandono da fortaleza. Pelo final do século, o espaço passou para a Alfândega de Faro, que aqui instalou um ponto de fiscalização da sua Guarda. Ao longo do século XX, as várias tentativas para se rentabilizar (e preservar convenientemente) o espaço debateram-se com a inércia das instituições. Uma proposta de adaptação a unidade turística, sugerida pela DGEMN, não foi concretizada e, no presente, o pequeno forte mantém uma guarnição da Guarda Fiscal no interior, ao mesmo tempo que as velhas muralhas, de boa construção militar, se vão degradando, apresentando já perigosos sinais de desagregação, junto a alguns cunhais.sábado, 13 de setembro de 2008
Ordem do dia. 23 de Maio de 1813.
N. 3. As circunstâncias com tudo tem aumentado os inconvenientes, que resultam de semelhante conduta, e o Comandante das Forças roga aos oficiais do exercito, que se lembrem, que as operações do exercito são executadas dentro dos territórios de Potências amigas, cujas leis para a protecção das pessoas revestidas com autoridade são rigorosas como as da Grã-Bretanha, e que toda [razia ?] que se fizer, o ou insulto que se praticar contra as autoridades civis do Governo, será seguida das mesmas consequências, que o mesmo comportamento produziria em Inglaterra.
N. 4. O Comandante das Forças roga, que se tome o cuidado de comunicar estas ordens aos oficiais, e tropas Portuguesas, do mesmo modo que ás Britânicas ; e ele espera que os Portugueses terão a mesma atenção, e respeito para com as autoridades civis de Espanha, que todas as classes de pessoas são obrigadas pelas leis de Portugal a ter para com as autoridades civis de Portugal.
MOZINHO, Ajudante-General.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
CONGRESSO INTERNACIONAL E INTERDISCIPLINAR COMEMORATIVO DA GUERRA PENINSULAR
Academia Portuguesa da História, o Centro de Estudos Anglo-Portugueses e a Comissão Portuguesa de História Militar realizaram nos dias 7 a 9 de Novembro de 2007 um Congresso Internacional e Interdisciplinar Comemorativo da Guerra Peninsular assinalando a passagem dos 200 anos das Invasões Napoleónicas em Portugal.
Para quem não pode estar presente, aqui fica o programa, que primou pela excelência.
Esperemos por mais organizações destas.
As sessões tiveram lugar em Lisboa ,na Fundação Calouste Gulbenkian.
7 Novembro 2007
09:30 – 10.00 Sessão de Abertura (Auditório 3)
10:00 – 10.30 Sessão Plenária
Moderador: Maria Leonor Machado de Sousa
António Pedro Vicente “As Guerras Peninsulares revisitadas (após dois séculos)”
10:30 – 11.00 Pausa para café
11:00 – 12.30 Sessões Simultâneas
História Militar
Moderador: António Pedro Vicente
Auditório 3
Eurico de Ataíde Malafaia “Quais foram as determinantes influentes e o tempo de duração da guerra peninsular?”
João Vieira Borges “Portugal Militar no Início do Século XIX”
António da Silva Ribeiro “As Invasões Francesas e a Organização Superior de Defesa Nacional”
Brasil
Moderador: Gabriel Espírito Santo
Sala 2
José Miguel Sardica “Sem rei nem roque.” O apocalíptico ano de 1807’’
Carlos Baptista Valentim “A partida da Família Real para o Brasil em 1807: Estratégia e Logística Naval. Uma Abordagem da Componente Naval”
Luiz Cavalcanti Gazzaneo “A Transferência do Governo Português para o Rio de Janeiro, a Preservação da Integridade da Monarquia Portuguesa e um dos Generais Invencíveis que Napoleão Teve – O Príncipe Regente de Portugal”
Maria José Bigotte Chorão “Os Arquivos levados para o Brasil pela Corte”
A Guerra na Literatura
Moderador: Maria Leonor Machado de Sousa
Sala 3
João Almeida Flor “The Peasant of Portugal – Um Guerrilheiro Mítico no Imaginário Romântico”
Manuel Gomes da Torre “A 2ª Invasão Francesa em The Sisters of the Douro de Edward Quillinan”
Miguel Alarcão “Waiting for Junot: os Filhos da Estrela e a Serra da Lua”
12 h 30 – 14 h 30 Almoço
14:30 – 16:00 Sessões Simultâneas
História e Política
Moderador: José Baptista Pereira
Sala 1
John Villiers “Viscount Strangford and the partido inglês at the court of Lisbon, 1806-1807”
Maria de Jesus Caimoto Duarte “As reivindicações de D. Carlota Joaquina à Regência espanhola”
João Brandão Ferreira “A Primeira Invasão Francesa: por que não se lutou desde a Primeira Hora”
José Viriato Capela “A 1ª Invasão: a abertura do debate sobre as reformas para Portugal”
Insígnias e Heráldica
Moderador: Alexandre de Sousa Pinto
Sala 2
Miguel Metelo Seixas “Dinastia, Instituição, Território: a simbólica estatal portuguesa e as armas do Reino Unido, de Portugal, Brasil e Algarves”
Humberto Mendes de Oliveira “A ‘Revolução Napoleónica’ e o seu Contributo para a Revolução Falerística Portuguesa”
Miguel Sanches de Baêna e Pedroso da Silva “Influências da Guerra Peninsular na Heráldica Castrense”
Guerra e Viagens
Moderador: João Almeida Flor
Sala 3
Ana Paula Avelar “Reflexões em torno da escrita de viagem no contexto das Guerras Peninsulares”
Paulo Lowndes Marques “Diário Peninsular de Charles Crowe (1812-1813)”
Maria Leonor Machado de Sousa “Um olhar clínico sobre Portugal: Adam Neale”
16:00 – 16:30 Pausa para café
16:30 – 18.00 Sessões Simultâneas
Cinema e outras Artes
Moderador: Maria do Rosário Lupi Bello
Sala 1
Mário Avelar “A Caçada do Malhadeiro, de Quirino Simões. Alteridade e drama(s) freudiano(s)”
Foteini Vlachou “Between History and Art: Drawings, Engravings and the Interpretation of the Peninsular War”
Margarida Pina de Reffoios “Esboço de uma Gastronomia durante o Período das Invasões Francesas”
Medicina e Farmacia
Moderador: Fernando Bívar Weinhöltz
Sala 2
Ana Leonor Pereira e João Rui Pita “Saúde, Farmácia e Medicamentos no Período das Invasões Francesas”
João Martins Neto “A Farmacopeia nas Invasões Francesas”
Carlos Vieira Reis “Teodoro Ferreira de Aguiar – Criador das Reais Escolas de Cirurgia”
Guerra e Viagens
Moderador: Gabriela Gândara Terenas
Sala 3
Maria Zulmira Castanheira “Portugal, a Visão de um Militar Inglês: George Thomas Landmann”
Isabel Oliveira Martins “A Primeira Invasão: o Testemunho de James W. Ormsby”
Ana Rita Padeira “John Patterson, uma Campanha em Portugal”
20:00 Jantar
8 Novembro 2007
09:00 – 10:30 Sessões Simultâneas
História Política e Religião
Moderador: José Alberto Loureiro dos Santos
Auditório 3
Manuel Everard do Amaral “Portugal entre a França e a Inglaterra (1803-1807)”
Júlio Rodrigues da Silva “Aspectos Político-Militares e Diplomáticos da 1ª Invasão Francesa”
Aires Gameiro “Paulo de Magallon d’ Argens(1784-1859): de Capitão do Grande Exército de Napoleão a Restaurador da Ordem Hospitaleira de São João de Deus em França”
Brasil
Moderador: João Paulo Pereira da Silva
Janaina Cardoso de Mello “Reflexões sobre a Guerra nos Oitocentos (Brasil-Portugal)”
Regina Costa Dantas “A Casa do Rei: Reflexões sobre a Moradia de D. João VI no Brasil”
Nuno Simão Ferreira “A Invasão Francesa e a Partida para o Brasil da Família Real e da Corte Portuguesas Segundo as Memórias do 7º Marquês de Fronteira”
A Guerra na Literatura
Moderador: Isabel Oliveira Martins
Sala 3
António Martins Gomes “Monarquia e Jacobinismo em Carlos Malheiro Dias”
Rogério Miguel Puga “As Relações Anglo-Portuguesas durante a Guerra Peninsular em A Casa dos Fantasmas (1865), de Rebelo de Silva”
Aires Gomes Fernández “Da Baioneta à Pena: as Invasões Francesas na obra de Arnaldo Gama”
10:30 – 11:00 Pausa para café
11:00 – 12:30 Sessões Simultâneas
História Militar
Moderador: António Azevedo Sacchetti
Auditório 3
Augusto Alves Salgado “A Importância doa Navios da Coroa de Portugal nas Invasões de 1580 e 1807”
Pedro Franco de Avilez “O Poder Militar e Naval de Portugal em 1807”
José Rodrigues Pereira “A Marinha Portuguesa no Tempo de Napoleão”
Personalidades Británicas
Moderador: David Cranmer
Sala 2
John Severn “Splendid Allies: The Duke of Wellington and the Portuguese”
Brian M. De Toy “Admiral George Berkeley and Peninsular Victory, 1809-1812”
Adrian Bridge “British port shipper John Croft's (1778-1862) role in the spying network and The Distribution”
‘Guerra de la Independencia’
Moderador: João Paulo Pereira da Silva
Sala 3
Gilbert G. Fernández “The Spanish War of Independence: The Military Formation of the Principal General of the First Carlist War”
Jesus Marin Calvarro “Viajeros forzosos por Extremadura: testimonios de soldados británicos en la Guerra de la Independencia”
Maria Teresa Corchado Pascasio “La Guerra da la Independencia en Extremadura. La visión de los militares ingleses”
Miguel Martin Mas “Jaque a Portugal! : Salamanca 1807 – 1813”
12:30 – 14:30 Almoço
14:30 – 16:00 Sessões Simultâneas
A Guerra no Cinema
Moderador: Maria de Deus Duarte
Auditório 3
David EvansGabriela Gândara TerenasMaria de Deus DuarteMaria do Rosário Lupi Bello “Representações da Guerra Peninsular: do Romance ao Ecrã”
Medicina e Farmacia
Moderador: João Martins Neto
Sala 2
Romero Bandeira, Sara Gandra e Ana Mafalda Reis “A intervenção médico-cirúrgica no terreno segundo Larrey, cirurgião-chefe de Napoleão”
Augusto Moutinho Borges “O Tratamento dos Doentes e Enfermos Militares em Portugal nos anos de 1807/1808”
Fernando Bívar Weinöltz “As Invasões Napoleónicas: Contributo para a Tiflologia”
Memórias e Relatos de Guerra
Moderador: Maria Zulmira Castanheira
Sala 3
António Ventura “A literatura de memórias francesa sobre a Guerra Peninsular”
José Luís Assis “A Entrada das Forças Napoleónicas em Portugal em 1807 segundo os relatos do Barão Thiebault, Tenente-General do Estado-Maior de Junot”
Maria da Conceição Castel-Branco “Sir Nicholas Trant em Portugal: imagens da vida pública e da vida privada durante a Guerra Peninsular”
Tereza Caillaux de Almeida “Para uma tipologia da memória relativa às Invasões Francesas”
16:00 – 16:30 Pausa para café
16:30 – 18.00 Sessões Simultâneas
História Militar
Moderador: António Pires Ventura
Auditório 3
Manuel Pereira de Carvalho “A Raiva dos Militares do Norte quando souberam que os Franceses e Espanhóis entraram em Portugal”
José Vieira dos Santos “As Invasões Francesas. A acção das Tropas Portuguesas relatada pelo General Ribeiro Artur”
Fransisco de La Fuente “Portuguese Resistance to Napoleon: Dom Miguel Forjaz and the Mobilization of Portugal”
Guerra e Imprensa
Moderador: Gabriela Gândara Terenas
Sala 2
Maria de Fátima Nunes “Invasões Francesas: transferência de saberes e de práticas culturais”
Fernanda Sousa Maia e Isilda Costa Monteiro “O Sentido da Comemoração – As Invasões Francesas e o 1º Centenário”
Ana Vicente “The Duke of Wellington’s Funeral as reported by my great-grandmother Bessie Rayner Parkes”
Imprensa e História Literaria
Moderador: Maria Zulmira Castanheira
Sala 3
Isabel Nobre Vargues “A Emergência da Imprensa nas Invasões Francesas”
João Paulo Pereira da Silva“Ecos e Representações da Guerra Peninsular numa Revista Inglesa do Porto”
Patricia Odber de Baubetta “Women and Literary History in the 19th Century”
9 Novembro 2007
09:00 – 10:30 Sessões Simultâneas
História Militar
Moderador: Guilherme Belchior Vieira
Auditório 3
Rogério Pereira Borralheiro “A 1ª Invasão e a Mobilização Concelhia para a Defesa da Fronteira Transmontana”
Henrique Martins de Matos “O Norte de Portugal e a Galiza em luta contra os Invasores”
Jorge Martins Ribeiro “A cidade do Porto e a Invasão Franco-Espanhola de 1807-1808”
Antonio Moliner Prada “La Revolución de 1808 en España y Portugal en la obra del Dr. José Ferreira Cardoso da Costa”
Economia e Direito
Moderador: Maria de Fátima Nunes
Sala 2
António Alves Caetano “A Guerra Peninsular e a Economia Portuguesa”
Daniel Ribeiro Alves “A Guerra Peninsular e o mundo dos negócios: o caso de João Ferreira Troca”
Anete Costa Ferreira “O Movimento Alfandegário nos portos de Portugal no início do século XIX”
Bibliografia e História Literária
Moderador: Maria da Conceição Castel-Branco
Sala 3
Maria Graciete Silva “Entre ventos e marés: o Portugal literário de Sané, ou de como Filinto Elísio é chamado a servir a causa napoleónica”
Juan Zarandona “Portugal en la History of the Peninsular War (1822-1832) de Robert Southey (1774-1843): la redención por el heroísmo”
João da Rocha Pinto “Short-cuts. Ensaio Crítico sobre a Bibliografia da Guerra Peninsular (1793-1814), incidindo principalmente sobre a 1ª Invasão Francesa (1808)”
10:30 – 11:00 Pausa para café
11:00 – 12:30 Sessões Simultâneas
História Militar
Moderador: José Lopes Alves
Auditório 3
Teresa Fonseca “Elvas na Primeira Invasão Francesa”
Jorge Fonseca “O saque de Montemor-o-Novo e Évora por Loison em Julho de 1808”
Francisco Vaz “O Saque de Évora pelo Exército Napoleónico em 1808 – O Testemunho de D. Frei Manuel do Cenáculo”
Manuel Canaveira “Frei Manuel do Cenáculo e Loison”
Legislação e Diplomacia
Moderador: António de Jesus Bispo
Sala 2
José Pérez-Prendes Muñoz-Arraco “Los principios contenidos en la legislación de José Bonaparte”
Remédios Morán Martín “Proyectos de abolición del régimen señorial en la legislación de José Bonaparte”
Fernando Martins de Almeida “O Desempenho da Diplomacia na 1ª Década do século XIX”
Ana Leal de Faria “O ‘caso’ Silvestre Pinheiro Ferreira em Berlim”
Ecos da Guerra fora da Península
Moderador: Miguel Alarcão
Sala 3
Mendo Castro Henriques “As Campanhas Portuguesas do Uruguai 1801-1821”
José Baptista de Sousa “The Hollands, Portugal and Peninsular War (1808-1809)”
Dimitris Michalopoulous “Portugal et Belgique: Des cas analogues”
12:30 – 14:30 Almoço
14:30 – 16:00 Sessões Simultâneas
História Militar
Moderador: António Martins Barrento
Auditório 3
Nick Hallidie “The British Cemetery, Elvas, Portugal”
Paulo da Cunha Oliveira “Na senda de Soult – os assaltos populares aos Mosteiros de S. Bento”
António Rosa Mendes “Olhão e o Algarve na revolta de 1808”
A Guerra nas Artes
Moderador: Ana Rita Padeira
Sala 2
Maria Cristina Moreira e Sérgio Veludo Coelho “Sinais da Primeira Invasão Francesa na Escultura Portuguesa em Espaço Público”
Justino Mendes de Almeida “Um Monumento a Hércules nas Linhas de Torres”
Manuela Synek “Elementos Iconográficos e Monumentos Escultóricos que representam os Heróis da Guerra Peninsular em Portugal”
História Militar
Moderador: Rogério de Oliveira
Sala 3
Rui Carita “A ocupação da Madeira pelos Ingleses em 1807”
Paulo Miguel Rodríguez “Um bastião britânico: a Ilha da Madeira durante a Guerra Peninsular”
Nuno Valdez dos Santos “A Passagem das Talhadas”
16:00 – 16:30 Pausa para café
16:30 – 18.00 Sessões Simultâneas
Música
Moderador: David Evans
Auditório 3
David Cranmer “A Batalha do Bussaco: Um Retrato Musical”
Célia Pereira da Costa “Consequências da Guerra Peninsular na Música Militar Portuguesa”
Richard Long eJohn King “Music of the Early 19th Century for the Machete and Guitar”
Personalidades Francesas
Moderador: Ana Paula Avelar
Sala 2
Donald H. Barry “General Louis Loison and the Three Invasions of Portugal”
Donald D. Horward “Marshal Masséna and Portugal; The third Invasion, 1810”
Jackson Sigler “The French Expatriates”
História Militar
Moderador: João Azevedo Araújo Geraldes
Sala 3
Mark Gerges “Manage Them the Best You Can: Integrating Allied Cavalry During the Peninsular War”
Maria Helena Rua “Análise Histórica e Território – Contributo para o estudo da defesa da cidade de Lisboa – as Guerras Peninsulares”
José Moreira Freire “Beresford e a reconstrução do exército português em tempo de guerra”
18:00 Sessão de Encerramento
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Congresso Histórico" OLHÃO, O ALGARVE & PORTUGAL NO TEMPO DAS INVASÕES FRANCESAS"
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
SIR JAMES LUCAS YEO.



