Sérgio Veludo Coelho.
Fim.
Notas relativas às unidades militares que estiveram aquarteladas na Cidade de Lagos seus militares e campanhas em que participaram. Algumas notas sobre o exército português entre 1790 e 1820 e a guerra peninsular tambem conhecida pelo período das invasões francesas.

LEGRAND, Charles, fl. entre 1839 e 1847 Arsenal do Exército em Lisboa [Visual gráfico / Legrand. - [S.l. : s.n., ca. 1842] ([Lisboa] : Off. Lith de M. e l Luiz. - 1 gravura : litografia, p&b ; 14,6x22,7 cm (esquadria). - Data baseada no período de actividade do autorCDU 725.18(469.411.16)Arsenal do Exército(084.1) 763(=1:469)"18"(084.1)
**
«Para restaurar as unidades dissolvidas pelos franceses, o exército português é restabelecido oficialmente, por decreto de 30 de Setembro de 1808, no qual o Príncipe Regente ordena que se formem “todos os Corpos de Infantaria, Cavalaria e Artilharia, que compunham o mesmo exército no tempo que foi completamente desorganizado pelo intruso Governo Francês, e Ordenam que todos os Oficiais, Oficiais Inferiores, Tambores e Soldados se reúnam no espaço de hum mez àqueles Corpos a que pertenciam antes da sobredita desorganização, nos seus antigos Quartéis, declarados na relação junta a este edital.”[1] e, em edital anexo da mesma data, se informam os oficiais, os sargentos e os soldados dos locais onde se estão a reorganizar os antigos corpos.
Regimentos de infantaria números 1, 4, 10, 13 e 16 Lisboa; 7 Setúbal; 19 Cascais; 5, 7 e 22 Elvas, 3 Estremoz; 8 Castelo de Vide; 15 Vila Viçosa; 20 Campo-Maior; 2 Lagos; 14 Tavira; 11 Viseu, 23 Almeida; 6 e 18 Porto; 9 Viana 21; Valença; 12 Chaves e 24 Bragança. Regimentos de Cavalaria 1, 4 e 7 Lisboa; 10 Santarém; 8 Elvas; 2 Moura; 3 Beja; 5 Évora; 11 Almeida; 6 e 9 Chaves e 12 Bragança. Regimentos de Artilharia 1 S. Julião, 3 Estremoz, 2 Faro, 4 Porto.
Anexo ao decreto, vinha um edital com a mesma data, onde se informam os oficiais, os sargentos e os soldados dos locais onde se estão a reorganizar os antigos corpos,...
FONSECA, José Maria Ferreira da, fl. 1790Reprezentação das canhonheiras executadas na Praça de Campo Maior [Visual gráfico / desenhada [por] José Maria Ferreira da Fonseca, [179-?]. - 1 desenho : tinta-da-china e aguadas, color. ; 30x49 cm http://purl.pt/1244. - Data provável atribuída segundo a filigranaCDU 725.18(469.511)"179"(084.11)

Foi com uma agradável surpresa que recebi como presente o relatório e contas 2007 da companhia de seguros Lusitânia [Grupo Montepio]. Os documentos contabilísticos encontram-se num CD , junto à capa.
O Livro, esse, é dedicado exclusivamente ao período das invasões francesas. Digo Invasões francesas porque não inclui os anos posteriores a 1810, nas quais o exército operou fora do território nacional.
Para meu mal, e em especial para o Jorge Quinta-Nova, o general Lecor, sem dúvida o melhor oficial do exercito português que operou no exercito anglo português, não faz parte da lista do que os autores consideram ser “ oficiais generais portugueses que mais se distinguiram nas campanhas da guerra peninsular”, mas a omissão inclui a exclusão de oficiais como Agostinho Luís Da Fonseca, Manuel Pamplona Rangel, José Cardoso De Meneses Souto-Maior, D. Luís Inocêncio Benedito De Castro - Conde Resende, ou José De Vasconcelos e Sá.