terça-feira, 14 de outubro de 2008

Fora de contexto-O Último Duelo em Portugal.

Enquanto assistia à história do último duelo à morte na Escócia, entre Landale e Morgan, lembrei-me do último duelo à morte em Portugal, no qual participou um familiar.
O duelo, entre António Centeno (monárquico e capitalista) e António Beja da Silva (republicano, vereador e vice-presidente da CML) teve lugar no Campo Grande, alegando ambos os duelistas motivos de honra. Se a memória não me falha, António Beja da Silva, morreu de ataque cardíaco. António Centeno era um grande esgrimista, e já anteriormente participara em duelos .

Foto de um duelo à espada.

domingo, 12 de outubro de 2008

Há 200 anos. 12 a 21 de Outubro de 1808.

12 de Outubro -Decreto de criação no Rio de Janeiro de um Banco Nacional, com os respectivos estatutos.
13 de Outubro -As forças inglesas sob o comando do General David Baird começam a chegar a La Corunha, ficando estacionadas ao largo.
16 de Outubro - As autoridades chinesas pressionam o Governo de Macau para forçarem a saída das tropas inglesas daquele território.
21 de Outubro - Aviso do príncipe regente tornando obrigatória a circulação da pataca espanhola de prata pelo valor de 800 réis.
Iniciam-se os distúrbios entre chineses de Macau e as forças militares inglesas ali estacionadas.

Soldados armados da Legião, [Lisboa, 1806]


SOLDADOS ARMADOS DA LEGIAO Soldados armados da Legião [Visual gráfico. - [Lisboa : s.n., 1806]. - 1 gravura : buril, p&b ; 37x22 cm http://purl.pt/6104. - Data atribuída segundo o Plano de Uniformes de 19 de Maio de 1806 (cf. com M. P. -Uniformes de Caçadores : 1808 a 1910. Ms. BN E.A. 114 P.). - Farda da Legião Portuguesa sob o comando do Marquês de Alorna desde 1795CDU 355.1(469)"1806"(084.1)


Biblioteca Nacional.

sábado, 11 de outubro de 2008

Há 200 anos. 11 de Outubro de 1808.

O exército britânico comandado pelo general Moore começa a deslocar-se para Espanha. Todas as unidades estarão em movimento no dia 18, e Moore sairá de Lisboa em 26.
O general espanhol Blake reocupa Bilbao, enquanto as forças francesas sob o comando do general Merlin retiram.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Cavalerie da Novion, ou de Police à Lisbone.



MICHEL, H., fl. ca. 1800-1809 Cavalerie da Novion, ou de Police à Lisbone [Visual gráfico = Novion, or Lisbon Police Cavalry / H. Michel del. ; I. Clark sculp.. - London : J.Booth, 1809. - 1 gravura : água-tinta, aguarelada http://purl.pt/5219. - Dim. da comp. sem letra: 18,5x19 cmCDU 357(=469)"18"(084.1) 762(=1.410)"18"(084.1)


biblioteca nacional

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Filme : The Four Feathers - 2002.

«You may be lost, but not forgotten. Those who have journey far, to fight, for a land, know that the soldiers greatest comfort is to have is friends close at hand in the heat of battle, It ceases to be an idea for which we fight for the flag. Rather we fight for the man on our left, And we fight for the man on our right. When all the armies have scattered, And when all the empires fall away, All that remains is the memory of those precious moments We spent side by side.»
Tradução livre:
Podem estar perdidos, mas não esquecidos. Aqueles que viajaram longe para lutar em terras estranhas, sabem que o maior consolo do soldado é ter os amigos por perto. No calor da refrega, da batalha, nós deixamos de nos bater por um ideal ou por uma bandeira. Em vez disso, lutamos pelo homem à nossa esquerda, e lutamos pelo homem à nossa direita. Depois dos exércitos serem licenciados, depois da queda dos impérios, tudo o que resta é a lembrança daqueles instantes preciosos, passados lado a lado.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Há 200 anos. 2 a 7 de Outubro de 1808.

2 de Outubro- A guarnição francesa da praça de Almeida depõe armas.
Retiram-se de Elvas as ultimas forças francesas.

4 de Outubro -Provisão proibindo a admissão a despacho de livros e papéis impressos sem licença da Mesa de Desembargo do Paço criada no Rio de Janeiro.

7 de Outubro -Para celebrar a expulsão dos franceses manda-se libertar grande número de presos que se encontravam nas cadeias dos distritos de Lisboa e Porto.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O arsenal do Exército . Parte 5 e última. Sérgio Veludo Coelho.

Continuação.
«O negociante Heinrich Anschutz ficaria obrigado a fornecer mensalmente 1250 espingardas completas, isentas de taxas de transportes e alfândegas ao serem carregadas no porto de Hamburgo com os respectivos custos de transportes a ficarem a cargo do negociante alemão. No documento era referido que os canos das espingardas, apesar de já virem provados de Suhl, conforme os regulamentos, seriam de novos analisados no Real Arsenal do Exército, através do processo de disparo de uma bala de chumbo do calibre da arma e uma carga de pólvora de guerra do peso da bala. Os canos gastos ou danificados seriam substituídos por outros à responsabilidade da Heinrich Anschutz Companie, que poderia nomear quem for necessário para assistir às provas em Lisboa. O pagamento seria feito mediante a entrega dos lotes de 1250 espingardas, o que incluía um adiantamento do pagamento das primeiras 1250 armas, no valor de 7750 Risedaller e que corresponderiam ao último pagamento do contracto, este que deveria chegar a um valor total de 186000 Risedaller de prata. Os pagamentos seriam feitos em Hamburgo, ao ritmo de entrega dos lotes das espingardas e nos casos em que a quantidade de armas ultrapassasse o lote, seria feito o acerto de contas por inteiro, tarefa a cargo de banqueiros alemães, comissionados pelo Governo português. O negociante Heinrich Anschutz, no final do documento, declarava que garantia, pelos seus bens, de que cumpriria todas as obrigações do contrato (AHM DIV 1-13-14-23 m0001/2/3). Carlos António Napion, Inspector do Arsenal Real do Exército, em ofício de 24 de Março de 1803, escrevia para D. Rodrigo de Sousa Coutinho, Conde de Linhares e Presidente do Real Erário, sobre os resultados da negociação para a aquisição das 30 000 espingardas ao negociante Heinrich Anschutz, e em que se fazia menção a um relatório em anexo, e datado de 18 de Janeiro de 1803, este referindo-se a ordens de pagamento dadas a João Schuback, um dos banqueiros comissionados em Hamburgo, do que seriam os primeiros lotes de espingardas a serem enviados para Portugal a partir daquele porto. No documento em anexo ao ofício, Napion dava conta da troca de correspondência com o agente financeiro de Hamburgo, João Schuback, relativa aos pagamentos do armamento a ser enviado para Portugal e sobre quais as melhores moedas a serem utilizadas em alternativa ao Risedaller, constante no contrato celebrado com a Heinrich Anschutz Companie, pelo que aparenta ser uma questão de câmbios. Para além das questões monetárias, foram apontados problemas com o fabrico das armas, nomeadamente o exagerado tamanho das platinas onde assentavam as fecharias de pederneira das espingardas e as guarnições, mais espessas do que nos modelos ingleses, o que significava o não cumprimento do contrato de fabrico, que se comprometia a respeitar em termos de dimensões e calibre o que fora solicitado no ano de 1802 (AHM Div 1–13–02 –13 m0053/55).«

Sérgio Veludo Coelho.

Fim.

domingo, 5 de outubro de 2008

O arsenal do Exército . Parte 4 . Sérgio Veludo Coelho.

Continuação.
«O fabrico e prova dos canos, de ferro, na Fundição de Baixo e em Stª Clara, era levado a cabo pelos espingardeiros, designados de lima, forja e malho e sobre o seu trabalho pendia a responsabilidade de produzirem canos de qualidade para as armas de fogo, tendo em conta que cada cano teria que ser testado de forma a avaliar a sua resistência ao uso prolongado a às duras condições de combate. Aos espingardeiros era também atribuída a responsabilidade de testar canos importados do estrangeiros, ou mesmo as armas completas, com o objectivo de comprovar a fiabilidade dos materiais e a qualidade de construção do armamento. Os canos provados eram obrigatoriamente puncionados com a marca do Arsenal para comprovar que estavam aptos a ser montados nas coronhas e aplicadas as guarnições e fecharias. As armas ficavam completas com a aplicação das bandoleiras de couro e a atribuição das respectivas baionetas e bainhas. As coronhas das armas, tanto espingardas, carabinas e pistolas eram feitas pelos coronheiros, que tal como os espingardeiros eram ofícios que também se encontravam representados nas próprias unidades militares que contavam com este tipo de artífices para a manutenção regimental do armamento. Apesar do extenso número de mestres espingardeiros no Arsenal Real do Exército, alguma documentação do Arquivo Histórico Militar demonstra que as dependências do Arsenal responsáveis pelo armamento ligeiro não possuiriam capacidade para fabricar e prover a totalidade dos efectivos das tropas de 1ª linha, as milícias e as ordenanças. Tal pode ser demonstrado pela análise de um contrato de aquisição de armas a um fabricante alemão da zona da Turíngia transcrito num documento, de 11 de Setembro de 1802, e relativo à aquisição de 30000 espingardas ao fabricante Heinrich Anschutz Companie, de Suhl, no Henneberg, naquilo que viria a ser um longo processo com vários intervenientes, entre os quais o legado português em Berlim, Silvestre Pinheiro Ferreira, que actuava sob as ordens de António Araújo de Azevedo, Conde da Barca e Ministro do Princípe Regente D. João. Uma comissão ao serviço do Príncipe Regente, entregue ao já referido negociante de armas Heinrich Anschutz ficaria autorizada para a aquisição de espingardas para uso Exército Português, ao preço de 6 Risedaller e 20 Groschen cada uma. As espingardas seriam de calibre e proporções semelhantes aos modelos ingleses, à excepção das baionetas que conservando o peso da congénere britânica, seriam mais longas algumas polegadas (não especificadas no texto). Cada espingarda seria acompanhada por um sacatrapos e cada centena de espingardas traria um molde para fundir 12 balas em simultâneo. »
Continua.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O arsenal do Exército . Parte 3 . Sérgio Veludo Coelho.

Continuação
«Para além do material de guerra o Arsenal fabricava ou coordenava o fabrico de todo o equipamento que caracterizava o soldado da época, uniformes, botões, barretinas, bonés, capacetes, polainas, sapatos, botas, roupa interior, suspensórios, cintos, talabartes, boldriés, patronas, bainhas de espada e baioneta, tendas, selas, xabraques, materiais de madeira, ferro, bronze e latão e todo uma ampla variedade de produtos transformados que chegavam às muitas oficinas do Arsenal, vindos de outras fábricas do país, como os laníficios das Beiras e Alentejo, sobretudo com os contratos firmados com os produtores de laníficios da Covilhã, Fundão e Portalegre. Na prática o Arsenal Real do Exército era uma das maiores unidades militares do país, que embora com uma maioria dos já referidos empregados civis, viria a ter uma unidade própria que era a Companhia de Artífices do Arsenal Real do Exército criada em 1803, mas que surgem com os seus uniformes definitivos no Plano de Uniformes de 19 de Maio de 1806. Foi esta Companhia criada pelo Decreto de 7 de Agosto de 1803 para ser integrada no Arsenal Real do Exército, com o intuito de organizar ou reunir as Companhias de Artífices dos quatro antigos Regimentos de Artilharia e que por regra geral se encontravam destacados no Arsenal, tendo essas companhias sido extintas precisamente no ano da criação da Companhia de Artífices do Arsenal Real do Exército. Foram escolhidos para comporem a Companhia setenta e cinco Soldados com as profissões de: ferreiro, forjador, oficiais de lima, carpinteiro de machado e de obra branca, segeiro, funileiro, torneiro de madeira, tanoeiro, etc. Para além dos setenta e cinco soldados Artífices, também eram Artífices todos os Sargentos com excepção para o Furriel. Tal não implica que este contingente fosse uma força de segurança operacional pois num ofício de Carlos António Napion, de 6 de Agosto de 1807, é referido o facto de o Arsenal Real do Exército se achar dividido em muitos edifícios e cada um deles ter pelo menos mais do duas portas, por onde tinham acesso os operários, os materiais e os géneros consumidos na produção e em que fazia reparo de que esses acessos não se achavam devidamente guarnecidos, dado a natureza do que lá se fabricava e trabalhava. Apesar de mencionar a presença de porteiros, Napion realçava da necessidade de colocar militares no controlo dos acessos para garantir a segurança das áreas. Na prática o que este ofício deixa transparecer é que os edifícios do Arsenal Real do Exército não tinham controlo de entradas e saídas, sem escalas de serviços das guardas, tais como nas unidades militares e assim o que Napion sugeria era que se estabelecesse uma guarda semelhante aos dos quartéis dos Regimentos de Linha, com oficiais de dia e guarda armada (AHM Div 1–13–02–13 m0049/51). »
continua.

O arsenal do Exército . Tabela 5 de 5.

[Tabela 5 de 5]
Contadoria dos Arsenais Reais do Exército, 12 de Dezembro de 1803
Joaquim Zeferino Teixeira
Fonte: AHM-DIV-1-13-19-01_m0004/17»


Continua

O arsenal do Exército . Tabela 4 de 5

[Tabela 4 de 5]
Continua

O arsenal do Exército . Tabela 3 de 5

[Tabela 3 de 5]
Continua

O arsenal do Exército . Tabela 2 de 5

[Tabela 2 de 5]
Continua

O arsenal do Exército . Parte 2 . Sérgio Veludo Coelho.


Devido à extensão da tabela referente a este post, serão colocadas 5 posts com as imagens do mesmo, que na sua totalidade serão a tabela existente trabalho.
*

* *

Continuação.

«O primeiro mapa, relativo ao mês de Dezembro de 1803, num período intermédio entre a campanha de 1801 e a primeira invasão francesa, no ano de 1807, descreve a produção de materiais de guerra e equipamentos nas dezoito oficinas do Arsenal que aqui são citadas, mobilizando um total de 1584 homens das várias classes profissionais.

Rellação das obras e mais géneros que sahiram das officinas deste Arsenal do Exército no mês de Novembro próximo passado, as quais foram recebidas pelo Almoxarife Vitorino António de Sequeira, a quem se carregarão em receita no mês de Dezembro de 1803.



Ver tabela supra.

[Tabela 1 de 5]

Continua

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

O arsenal do Exército . Parte 1 . Sérgio Veludo Coelho.

LEGRAND, Charles, fl. entre 1839 e 1847 Arsenal do Exército em Lisboa [Visual gráfico / Legrand. - [S.l. : s.n., ca. 1842] ([Lisboa] : Off. Lith de M. e l Luiz. - 1 gravura : litografia, p&b ; 14,6x22,7 cm (esquadria). - Data baseada no período de actividade do autorCDU 725.18(469.411.16)Arsenal do Exército(084.1) 763(=1:469)"18"(084.1)

Hoje damos inicio ao primeiro texto de Sergio Veludo Coelho sobre o arsenal do exército.


O arsenal do exército - Parte 1.


Por determinação do conde de Lippe, pelo Alvará Régio de 24 de Março de 1764, a Tenência passou a denominar-se por Real Arsenal do Exército. Em 1791, o Alvará Régio de 21 de Outubro estabeleceu um regulamento pelo qual se deveriam reger os Arsenais Reais do Exército e Intendência Geral da Fundição de Artilharia e Laboratórios de Instrumentos Bélicos, sob a inspecção da Junta da Fazenda dos Três Estados. A principal repartição do Arsenal do exército situava-se no edifício da extinta Tenência, a antiga Fundição de Baixo. Mas este edifício também continuou a funcionar como depósito de peças de artilharia, espingardas e outras armas de fogo e brancas. As instalações do arsenal do exército não se encontravam num único edifício mas estavam compreendidas em várias dependências. Apesar disso o Arsenal Real do Exército, em Lisboa, entre os finais do século XVIII e no início do século XIX, não deixava de ser um pólo industrial de importância estratégica para a defesa nacional, sobretudo face aos desafios que teve de enfrentar e que resultaram das várias campanhas militares que foram consequência da intervenção militar portuguesa no Roussillon, a Guerra das Laranjas em 1801 e todo o período da Guerra Peninsular, entre 1807 e 1814. Nas infra estruturas do Arsenal de Lisboa destacavam-se quatro estabelecimentos principais que eram as instalações da Fundição de Baixo, o Parque de Stª Clara e respectiva Fábrica de Armas, a Fundição de Baixo e o Laboratório de Stª Apolónia. A maior parte dos operários do Arsenal eram civis e com os mais diversos ofícios. O armamento, equipamento, fardamento e outros materiais de guerra e de campanha eram exigentes em termos de fabrico, provas e manutenção e envolviam uma extensa variedade de ofícios que se podem observar nos extensos mapas abaixo transcritos, dizendo apenas respeito ao estabelecimento de Lisboa, com relações de materiais produzidos nas respectivas oficinas e a listagem dos trabalhadores.»
Continua.

Sérgio Veludo Coelho.

Agradecendo antecipadamente, venho informar que darei entrada no blog de novas imagens e alguns trabalhos deste autor, já conhecido dos amantes da época.
Entre eles, será publicado em partes um texto com o título.
Uniformologia Militar Portuguesa -1806-1892 -O Jogo das Regras e Excepções.
e outro sobre O arsenal do exército, tema em que está neste momento a trabalhar e cujo resultado esperamos ansiosos.
Ao Sérgio Veludo Coelho o meu obrigado.

Military sketch of the country between Lisbon and Vimeiro


FADEN, William, 1749-1836 A military sketch of the country between Lisbon and Vimeiro occupied by the British Army under the command of Lieutenant General Viscounte Wellington [Material cartográfico] / Published with permission of the Quarter Master General by W. Faden Geographer to his Magestaty & to his Royal Highnefs the Prince of Wales. - Escala [ca. 1:95000], 8 British Miles [legais] = [13,50 cm]. - [Londres], Sharing Cross : W. Faden, 1810. - 1 mapa : gravura, aguarelado, color. ; 58,30x46,70 cm, em folha de 68,00x53,20 cm http://purl.pt/3437. - Apresenta duas cotas antigas inscritas no verso: CC 658 e I - 22 PTBNP: C.C. 284 A.CDU 355.4(469:44)(084.3) 912"18"(084.3) 914.69(084.3)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

A vedoria.

Uma boa notícia.
Muita gente em Lagos [ e claro, fora de Lagos] estranha o nome da Rua da Vedoria, onde se localizava a Alfandega.
O que é isso da Vedoria?
Quem era o Vedor?

Pois, Jorge Penim de Freitas irá dedicar um conjunto de posts sobre o tema.
O primeiro post " O vedor geral do exército" pode ser lido AQUI.
Outro texto sobre a Vedoria poderá ser consultado na pagína [ O exercito Português em finais do antigo regime] de Manuel do Amaral , AQUI .