terça-feira, 8 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Revista Militar
A Revista Militar foi fundada em 1845 .
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Museu de Marinha a prazo.
Aqui fica o link para o post no blog Mirante e a petição publica.
Para quando o fim desta destruição do Estado, da Nação e do seu Património?
Porque tanta falta de respeito pelas instituições e património dos militares e qual a necessidade constante de os enfrentar e humilhar?
Agora, querem liquidar o Museu da Marinha. E depois o Militar, o de Alverca?
Será que esta gente não tem mesmo vergonha de deixar as gerações futuras um monte de nada, só para exibir egos?
Porque não se juntam estes iluminados para fazer um museu do Buraco Negro para explicarem como em 30 anos derreteram , derreteram as reservas de ouro, os fundos comunitários, as remessas de dinheiro enviadas pelos imigrantes, o capital das privatizações, e o capital resultante da venda do património edificado do Estado e no fim, depois desta desenfreada destruição, não nos resta nada e estamos falidos.
No face book tambem há um grupo contra o fim do museu da marinha [Não queremos que tirem o espólio do Museu da Marinha!]
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
«Memória das Invasões Francesas – Uma Perspectiva Inovadora no Bicentenário da Guerra Peninsular»

Memória das Invasões Francesas
Uma Perspectiva Inovadora
no Bicentenário da Guerra Peninsular
«Nesta perspectiva de dois séculos sobre as campanhas napoleónicas, apresentada por Tereza Caillaux e descrita com grande clareza, somos conduzidos a uma estrutura com princípio, meio e fim traduzida num original esclarecimento que, pela sua riqueza e originalidade, contribuirá para futuras investigações. Uma apresentação impecável com escrita escorreita e elegante conduz-nos a uma leitura fácil e harmoniosa.»
«O capítulo que a autora intitula “Memória Oral” dá notícia da sua exaustiva audição testemunhal de cerca de duzentas personagens onde sobressaem as lendas, os mitos, as crenças. Estes dados, somados aos dos riquíssimos anexos apresentados, irão constituir fontes de grande importância e de grande utilidade para os investigadores que, esperemos, se empenhem no estudo desta época, que se torna mais importante quando a ela associamos as independências das Américas e o nascimento de tantos regimes constitucionais.»
António Pedro Vicente
Professor Catedrático da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
(FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL)
Março de 2010
O que resta das campanhas napoleónicas em Portugal?
Nada, a considerar que essa época longínqua está perfeitamente afastada das preocupações actuais. Batalhas, mortes, uma ocupação militar com todas as misérias subsequentes... foi o caso, igualmente em Espanha, na Áustria, em Itália, na Alemanha... por onde Napoleão conduziu o seu exército.
Então, por que razão, cada dia, aparece um novo livro sobre Napoleão, a sua obra, os seus sequazes?
Porque será considerado, em todo o mundo, como um dos maiores chefes de guerra de todos os tempos e um dos homens que mais contribuiu para a modernidade?
Pois, observando melhor – diferença primordial em relação aos conflitos actuais – essas guerras não levaram aos países conquistados apenas a guerra; introduziram os valores da Revolução Francesa, ansiados por elites locais admiradoras do século das Luzes, ideais que resumimos nas divisas do nosso país: liberdade, igualdade, fraternidade.
Em Portugal, a derrota militar francesa precedeu uma guerra civil que opôs os construtores de um novo mundo aos detentores de um mundo antigo, marcando assim o ponto de partida do Portugal moderno. As guerras napoleónicas constituem uma viragem na história de todos os países europeus.
A história não se limita a um paradoxo – e é isso que a torna apaixonante – foi pela guerra que esses novos valores, para tempos de paz, foram semeados na Europa inteira. Foi nessas guerras que germinaram e foi na paz recuperada, a partir de meados do século XIX, que os frutos nasceram e não cessaram de se desenvolver até hoje.
Abstenhamo-nos de deslocar os antigos conflitos do seu contexto, de os julgar com os conceitos políticos e morais contemporâneos. Tal seria perverter as fontes da memória.
Bravo a Tereza Caillaux de Almeida por trabalhar sobre os vestígios que esses caprichos da história deixaram na memória em Portugal.
Mensagem do Príncipe Charles Napoléon
Chefe da Casa Imperial de França
Paris, 12 de Março de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Afganistão Séx XXI
Não é só de heróis de guerras passadas que se faz a História de Portugal, mas dos actuais conflitos nas quais, os militares valorosamente prestam serviço.
Um destes teatros de guerra é sem duvida o Afeganistão, palco de inúmeras guerras e conflitos ao longo de séculos e onde o Império Britânico viu ser arrancadas as garras do seu Leão.
As imagens que irei colocar são desses homens e mulheres, que servindo a nação, nos servem a nós, garantindo a nossa segurança e liberdade, nada exigindo em troca.
Aos militares colocados no Afeganistão o meu obrigado.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Herois do Império-
Hoje coloco este post em honra dos heróis anónimos que vivem entre nós. Entre eles, alguém que decidiu há muitos anos viver em Lagos e que casou com uma lacobrigense. Foi o primeiro militar da Força Aérea a ser condecorado com uma Cruz de Guerra, sendo esta uma condecoração que se ganha pelo valor e pela coragem.
Falo do 2º Cabo António Vardasca Gomes ( na foto) , que durante muitos anos trabalhou nos serviços da EDP. È um dos heróis esquecidos que circulam pela cidade de Lagos e que são merecedores da nossa admiração e apoio.
Estes são os verdadeiros heróis dos dias de hoje, que deram o que tinham em favor dos outros, e não daqueles que usam os bens públicos em proveito próprio ou da sua imagem e ainda recebem ordens, comendas ou placas nas ruas.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
We few, we happy few...
For he to-day that sheds his blood with me
Shall be my brother
quarta-feira, 17 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Medalha Indiana da campanha da conquista de Goa
India General Service Medal GOA 1961 .
Goa 1961 - Instituída em 22 de Dezembro de 1962, foi concedida pelos serviços em campanha "na reunificação da Índia” e conquista dos territórios Portugueses.
O agraciado com a medalha e passadeira, teria de ter dois dias (48 horas) de serviço efectivo nos limites geográficos de Goa, Damão e Diu entre 18 e 22 Dezembro 1961.
O pessoal da Força Aérea iria qualificar-se através de uma surtida operacional durante este período.
terça-feira, 9 de março de 2010
The Red Baron.
Não passou pelos cinemas nacionais, nem está a venda em Portugal, mas merece ser visto.
O filme pode ser comprado, sem legendas, na AMAZON
segunda-feira, 8 de março de 2010
De regresso às ordens.
Kylie Minogue com a versão civil feminina da OBE ( Order of the Bristish Empire) .Quarta-feira, Maio 17, 2006
Portuguesa Condecorada pela Rainha de Inglaterra
Versão civil masculina da mesma Ordem.sábado, 6 de março de 2010
DÉJÀ VU- Um novo arianismo muçulmano.

Como, Senhora Presidente? REACÇÕES COMPREENSIVEIS?
REACÇÕES COMPREENSÍVEIS?
Por ventura será problema meu, mas não vejo que a barbárie seja uma reacção, e muito menos que a perseguição seja um acto compreensível. Por ventura essa cidadã, que presumo ser Sueca, mora ou tem alguma culpa no que se passa no Médio Oriente?
Terá V,Exª medo do lobo mau, ou será que há uma nova aliança entre o Nazismo e o Islão? Sabemos que o houve, mas pensávamos que terminara no fim da segunda guerra mundial.
Perseguições num Reino como a Suécia?
Haverá pela Europa uma nova raça superior e uma nova cruzada religiosa?
Calamos com os Judeus? E quando passarem os perseguidos a serem os cristãos, aos agnósticos e ateus, quem sobrará para por clamar justiça e exigir ordem?
Não beneficiaram os ditadores com o nosso silêncio, quando pensamos que os perseguidos são os outros? E quando formos nós, quem clamará?
Será que não aprendemos nada com a História?
Tolerância será aceitar tudo, para não nos incomodarmos nem incomodarmos ninguém, ou não será antes uma forma de cobardia?
Será que teremos de derramar de novo o sangue dos nossos jovens, sacrificar os nossos Povos e martirizar o nosso Continente para lutar mais uma vez pela Liberdade?
Relembrar a canhoneira Limpopo - David e Golias.

O almirante russo negou tal facto, pois estaria é certo na Baía dos Tigres, mas a mais de três milhas da costa. O oficial português respondeu que as águas nacionais começavam na linha que unia os extremos da baía. Após uma longa pausa, o almirante russo pediu 24 horas de permanência de acordo com as cláusulas do Direito Internacional, o que lhe foi concedido pelo tenente Silva Pereira, como escreveu no seu relatório.
Para o historiador alemão Frank Thiess, a pequena canhoneira Limpopo terá levantado ferro e navegado para Moçamedes onde estaria o cruzador britânico Barroso. Para o comandante J. Bouteille de um navio mercante não russo que integrava a esquadra russa, a Limpopo terá ameaçado disparar contra a poderosa 1ª Divisão russa se permanecesse em águas portuguesas mais de 24 horas. "
Que grande coragem e sentido do dever. Um canhoneira de um lado e uma poderosa esquadra.
Ver mais aqui:
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