
domingo, 18 de julho de 2010
Revista Ilustrada Portuguesa

sexta-feira, 16 de julho de 2010
Commemorations of Bussaco Battle
This battle took place in September 27th 1810 with the defeat of Napoleonic troops, confronting the best military strategists of that epoch: Junot, Massena and Wellington. This historical reconstitution can not be missed!
Programme highlights:
12th June to 4th July - Exhibition at Cine-Teatro Municipal Messias
25th September - Battle reenactment
29th to 31st October - International meeting about the Bussaco Battle
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
António Barreto e o reconhecimento devido aos ex-combatentes.
O presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, António Barreto, criticou hoje o Estado e o povo português por não tratar bem os antigos combatentes e pediu a eliminação das diferenças entre bons e maus soldados.
Na alocução que fez durante a sessão solene das cerimónias do Dia de Portugal, António Barreto afirmou que “Portugal não trata bem os seus antigos combatentes, sobreviventes, feridos ou mortos”, referindo que em termos gerais o “esquecimento” e a “indiferença” são superiores, sobretudo “por omissão do Estado”.
Barreto reitera as críticas ao povo português que é “parco em respeito pelos seus mortos” e acusa o Estado de ser pouco “explícito no cumprimento desse dever”, avisando que está na altura de “eliminar as diferenças entre bons e maus soldados, entre veteranos de nome e veteranos anónimos, entre recordados e esquecidos”.
Um antigo combatente não pode ser tratado de “colonialista”, “fascistas” ou “revolucionários”, mas simplesmente “soldado português”, pediu hoje o presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
O dia 10 de junho de 2010 fica marcado por ser a primeira vez que os antigos combatentes desfilaram na cerimónia militar oficial do Dia de Portugal.
“Está aberta a via para a eliminação de uma divisão absurda entre portugueses. Com efeito é a primeira vez que, sem distinções políticas, se realiza esta homenagem de Portugal aos seus veteranos”, declarou António Barreto.
“Independentemente das opiniões de cada um, para o Estado português todos estes soldados foram combatentes, são hoje antigos combatentes ou veteranos, mas sobretudo, são iguais. Não há entre eles, diferenças de género, de missão ou de função. São veteranos e foram soldados de Portugal”, argumentou, recordando que centenas de milhares de soldados combateram em nome de Portugal desde os inícios do século XX.
O presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, lamentou ainda o facto da Constituição e as leis portuguesas não obrigarem “infelizmente” a que as missões no estrangeiro sejam “aprovadas pelo Parlamento”, admitindo apenas o “acompanhamento do envolvimento” militar.
(Agência Lusa)
15:58 quinta-feira, 10 junho 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Revista Militar
A Revista Militar foi fundada em 1845 .
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Museu de Marinha a prazo.
Aqui fica o link para o post no blog Mirante e a petição publica.
Para quando o fim desta destruição do Estado, da Nação e do seu Património?
Porque tanta falta de respeito pelas instituições e património dos militares e qual a necessidade constante de os enfrentar e humilhar?
Agora, querem liquidar o Museu da Marinha. E depois o Militar, o de Alverca?
Será que esta gente não tem mesmo vergonha de deixar as gerações futuras um monte de nada, só para exibir egos?
Porque não se juntam estes iluminados para fazer um museu do Buraco Negro para explicarem como em 30 anos derreteram , derreteram as reservas de ouro, os fundos comunitários, as remessas de dinheiro enviadas pelos imigrantes, o capital das privatizações, e o capital resultante da venda do património edificado do Estado e no fim, depois desta desenfreada destruição, não nos resta nada e estamos falidos.
No face book tambem há um grupo contra o fim do museu da marinha [Não queremos que tirem o espólio do Museu da Marinha!]
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
«Memória das Invasões Francesas – Uma Perspectiva Inovadora no Bicentenário da Guerra Peninsular»

Memória das Invasões Francesas
Uma Perspectiva Inovadora
no Bicentenário da Guerra Peninsular
«Nesta perspectiva de dois séculos sobre as campanhas napoleónicas, apresentada por Tereza Caillaux e descrita com grande clareza, somos conduzidos a uma estrutura com princípio, meio e fim traduzida num original esclarecimento que, pela sua riqueza e originalidade, contribuirá para futuras investigações. Uma apresentação impecável com escrita escorreita e elegante conduz-nos a uma leitura fácil e harmoniosa.»
«O capítulo que a autora intitula “Memória Oral” dá notícia da sua exaustiva audição testemunhal de cerca de duzentas personagens onde sobressaem as lendas, os mitos, as crenças. Estes dados, somados aos dos riquíssimos anexos apresentados, irão constituir fontes de grande importância e de grande utilidade para os investigadores que, esperemos, se empenhem no estudo desta época, que se torna mais importante quando a ela associamos as independências das Américas e o nascimento de tantos regimes constitucionais.»
António Pedro Vicente
Professor Catedrático da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
(FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL)
Março de 2010
O que resta das campanhas napoleónicas em Portugal?
Nada, a considerar que essa época longínqua está perfeitamente afastada das preocupações actuais. Batalhas, mortes, uma ocupação militar com todas as misérias subsequentes... foi o caso, igualmente em Espanha, na Áustria, em Itália, na Alemanha... por onde Napoleão conduziu o seu exército.
Então, por que razão, cada dia, aparece um novo livro sobre Napoleão, a sua obra, os seus sequazes?
Porque será considerado, em todo o mundo, como um dos maiores chefes de guerra de todos os tempos e um dos homens que mais contribuiu para a modernidade?
Pois, observando melhor – diferença primordial em relação aos conflitos actuais – essas guerras não levaram aos países conquistados apenas a guerra; introduziram os valores da Revolução Francesa, ansiados por elites locais admiradoras do século das Luzes, ideais que resumimos nas divisas do nosso país: liberdade, igualdade, fraternidade.
Em Portugal, a derrota militar francesa precedeu uma guerra civil que opôs os construtores de um novo mundo aos detentores de um mundo antigo, marcando assim o ponto de partida do Portugal moderno. As guerras napoleónicas constituem uma viragem na história de todos os países europeus.
A história não se limita a um paradoxo – e é isso que a torna apaixonante – foi pela guerra que esses novos valores, para tempos de paz, foram semeados na Europa inteira. Foi nessas guerras que germinaram e foi na paz recuperada, a partir de meados do século XIX, que os frutos nasceram e não cessaram de se desenvolver até hoje.
Abstenhamo-nos de deslocar os antigos conflitos do seu contexto, de os julgar com os conceitos políticos e morais contemporâneos. Tal seria perverter as fontes da memória.
Bravo a Tereza Caillaux de Almeida por trabalhar sobre os vestígios que esses caprichos da história deixaram na memória em Portugal.
Mensagem do Príncipe Charles Napoléon
Chefe da Casa Imperial de França
Paris, 12 de Março de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Afganistão Séx XXI
Não é só de heróis de guerras passadas que se faz a História de Portugal, mas dos actuais conflitos nas quais, os militares valorosamente prestam serviço.
Um destes teatros de guerra é sem duvida o Afeganistão, palco de inúmeras guerras e conflitos ao longo de séculos e onde o Império Britânico viu ser arrancadas as garras do seu Leão.
As imagens que irei colocar são desses homens e mulheres, que servindo a nação, nos servem a nós, garantindo a nossa segurança e liberdade, nada exigindo em troca.
Aos militares colocados no Afeganistão o meu obrigado.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Herois do Império-
Hoje coloco este post em honra dos heróis anónimos que vivem entre nós. Entre eles, alguém que decidiu há muitos anos viver em Lagos e que casou com uma lacobrigense. Foi o primeiro militar da Força Aérea a ser condecorado com uma Cruz de Guerra, sendo esta uma condecoração que se ganha pelo valor e pela coragem.
Falo do 2º Cabo António Vardasca Gomes ( na foto) , que durante muitos anos trabalhou nos serviços da EDP. È um dos heróis esquecidos que circulam pela cidade de Lagos e que são merecedores da nossa admiração e apoio.
Estes são os verdadeiros heróis dos dias de hoje, que deram o que tinham em favor dos outros, e não daqueles que usam os bens públicos em proveito próprio ou da sua imagem e ainda recebem ordens, comendas ou placas nas ruas.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
We few, we happy few...
For he to-day that sheds his blood with me
Shall be my brother
quarta-feira, 17 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Medalha Indiana da campanha da conquista de Goa
India General Service Medal GOA 1961 .
Goa 1961 - Instituída em 22 de Dezembro de 1962, foi concedida pelos serviços em campanha "na reunificação da Índia” e conquista dos territórios Portugueses.
O agraciado com a medalha e passadeira, teria de ter dois dias (48 horas) de serviço efectivo nos limites geográficos de Goa, Damão e Diu entre 18 e 22 Dezembro 1961.
O pessoal da Força Aérea iria qualificar-se através de uma surtida operacional durante este período.
terça-feira, 9 de março de 2010
The Red Baron.
Não passou pelos cinemas nacionais, nem está a venda em Portugal, mas merece ser visto.
O filme pode ser comprado, sem legendas, na AMAZON
segunda-feira, 8 de março de 2010
De regresso às ordens.
Kylie Minogue com a versão civil feminina da OBE ( Order of the Bristish Empire) .Quarta-feira, Maio 17, 2006
Portuguesa Condecorada pela Rainha de Inglaterra
Versão civil masculina da mesma Ordem.



