sexta-feira, 23 de julho de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

Armazem Regimental - Exposição


Foi inaugurada uma exposição evocativa do bicentenário da guerra peninsular no armazem regimental em Lagos.

Trata-se de uma exposição com exposição de copias muito bem executadas das plantas das praças militares, mapas de operações e gravuras da época.


Tambem se encontra exposta uma barretina, um tambor, e duas espingardas inglesas. Uma Brown Bess e uma Baker .


A exposição foi montada e executada pelo exercito tambem num armazem que se encontra afecto aos exercito.

Revista Ilustrada Portuguesa


segunda-feira, 19 de julho de 2010

Projecto de Musealização da Colecção Guerra Peninsular de Frederico Pinto Basto


Projecto de Musealização
da Colecção Guerra Peninsular
de Frederico Pinto Basto



Na altura em que se comemora os 200 anos da Defesa das Linhas de Torres, o Município de Óbidos associa-se às iniciativas que se tem vindo a realizar por toda a região oestina, neste sentido informamos que a partir de hoje, dia 09 de Julho, se encontra disponível no Portal do Município de Óbidos, informação referente ao Projecto de Musealização da Colecção da Guerra Peninsular de Frederico Pinto Basto, que se encontra à guarda do Arquivo Histórico Municipal. Nesta página encontrará referências aos trabalhos já desenvolvidos e em desenvolvimento sobre a Colecção da Guerra Peninsular.

Assim, poderá aceder a essa informação, através do portal do Município :

http://www.cm-obidos.pt/

(Ver em ligações em Destaque - Arquivo Histórico), ou seguindo o link:

http://www.cm-obidos.pt/CustomPages/ShowPage.aspx?pageid=ae6797bf-e6a0-4d07-b040-210c63745b6e,


domingo, 18 de julho de 2010

Revista Ilustrada Portuguesa


Foram-me cedidas gentilmente, pelo autor do blog NRP Álvares Cabral F336, extractos da Revista Ilustrada Portuguesa, com referências a Lagos, as quais irei colocar, agradecendo a António Moleiro o seu envio.


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Commemorations of Bussaco Battle

On September 27th 2010, Bussaco Battle will be remembered!
This battle took place in September 27th 1810 with the defeat of Napoleonic troops, confronting the best military strategists of that epoch: Junot, Massena and Wellington. This historical reconstitution can not be missed!

Programme highlights:
12th June to 4th July - Exhibition at Cine-Teatro Municipal Messias
25th September - Battle reenactment
29th to 31st October - International meeting about the Bussaco Battle


See more here

quinta-feira, 10 de junho de 2010

António Barreto e o reconhecimento devido aos ex-combatentes.

10 de junho: António Barreto critica Estado e povo português por não tratar bem antigos combatentes.

O presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, António Barreto, criticou hoje o Estado e o povo português por não tratar bem os antigos combatentes e pediu a eliminação das diferenças entre bons e maus soldados.

Na alocução que fez durante a sessão solene das cerimónias do Dia de Portugal, António Barreto afirmou que “Portugal não trata bem os seus antigos combatentes, sobreviventes, feridos ou mortos”, referindo que em termos gerais o “esquecimento” e a “indiferença” são superiores, sobretudo “por omissão do Estado”.

Barreto reitera as críticas ao povo português que é “parco em respeito pelos seus mortos” e acusa o Estado de ser pouco “explícito no cumprimento desse dever”, avisando que está na altura de “eliminar as diferenças entre bons e maus soldados, entre veteranos de nome e veteranos anónimos, entre recordados e esquecidos”.

Um antigo combatente não pode ser tratado de “colonialista”, “fascistas” ou “revolucionários”, mas simplesmente “soldado português”, pediu hoje o presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.

O dia 10 de junho de 2010 fica marcado por ser a primeira vez que os antigos combatentes desfilaram na cerimónia militar oficial do Dia de Portugal.

“Está aberta a via para a eliminação de uma divisão absurda entre portugueses. Com efeito é a primeira vez que, sem distinções políticas, se realiza esta homenagem de Portugal aos seus veteranos”, declarou António Barreto.

“Independentemente das opiniões de cada um, para o Estado português todos estes soldados foram combatentes, são hoje antigos combatentes ou veteranos, mas sobretudo, são iguais. Não há entre eles, diferenças de género, de missão ou de função. São veteranos e foram soldados de Portugal”, argumentou, recordando que centenas de milhares de soldados combateram em nome de Portugal desde os inícios do século XX.

O presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, lamentou ainda o facto da Constituição e as leis portuguesas não obrigarem “infelizmente” a que as missões no estrangeiro sejam “aprovadas pelo Parlamento”, admitindo apenas o “acompanhamento do envolvimento” militar.

(Agência Lusa)
15:58 quinta-feira, 10 junho 2010

Afganistão Séc XXI- Dia de Portugal


Hoje é dia de Portugal, e o post de hoje é dedicado aqueles que, em missões no estrangeiro, garantem a nossa segurança e independência como Povo, como Estado e como Nação.

domingo, 6 de junho de 2010

Revista Militar

Para quem gosta do tema, foi publicado um artigo na Revista Militar (Abril 2010), em co-autoria do Coronel Rui Moura e minha, sobre a guerra peninsular, com o titulo "Oficiais Britânicos ao serviço do Exército Português no Regimento de Infantaria 14 (1809-1814).

A Revista Militar foi fundada em 1845 .

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Museu de Marinha a prazo.

Foto de Antonio Arruda retirada do "Olhares"


Aqui fica o link para o post no blog Mirante e a petição publica.


Para quando o fim desta destruição do Estado, da Nação e do seu Património?
Porque tanta falta de respeito pelas instituições e património dos militares e qual a necessidade constante de os enfrentar e humilhar?
Agora, querem liquidar o Museu da Marinha. E depois o Militar, o de Alverca?
Será que esta gente não tem mesmo vergonha de deixar as gerações futuras um monte de nada, só para exibir egos?
Porque não se juntam estes iluminados para fazer um museu do Buraco Negro para explicarem como em 30 anos derreteram , derreteram as reservas de ouro, os fundos comunitários, as remessas de dinheiro enviadas pelos imigrantes, o capital das privatizações, e o capital resultante da venda do património edificado do Estado e no fim, depois desta desenfreada destruição, não nos resta nada e estamos falidos.
No face book tambem há um grupo contra o fim do museu da marinha [Não queremos que tirem o espólio do Museu da Marinha!]

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Afganistão séc XXI (2)


«Memória das Invasões Francesas – Uma Perspectiva Inovadora no Bicentenário da Guerra Peninsular»





Memória das Invasões Francesas

Uma Perspectiva Inovadora
no Bicentenário da Guerra Peninsular


«Nesta perspectiva de dois séculos sobre as campanhas napoleónicas, apresentada por Tereza Caillaux e descrita com grande clareza, somos conduzidos a uma estrutura com princípio, meio e fim traduzida num original esclarecimento que, pela sua riqueza e originalidade, contribuirá para futuras investigações. Uma apresentação impecável com escrita escorreita e elegante conduz-nos a uma leitura fácil e harmoniosa.»

«O capítulo que a autora intitula “Memória Oral” dá notícia da sua exaustiva audição testemunhal de cerca de duzentas personagens onde sobressaem as lendas, os mitos, as crenças. Estes dados, somados aos dos riquíssimos anexos apresentados, irão constituir fontes de grande importância e de grande utilidade para os investigadores que, esperemos, se empenhem no estudo desta época, que se torna mais importante quando a ela associamos as independências das Américas e o nascimento de tantos regimes constitucionais.»

António Pedro Vicente

Professor Catedrático da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

(FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL)

Março de 2010


O que resta das campanhas napoleónicas em Portugal?


Nada, a considerar que essa época longínqua está perfeitamente afastada das preocupações actuais. Batalhas, mortes, uma ocupação militar com todas as misérias subsequentes... foi o caso, igualmente em Espanha, na Áustria, em Itália, na Alemanha... por onde Napoleão conduziu o seu exército.

Então, por que razão, cada dia, aparece um novo livro sobre Napoleão, a sua obra, os seus sequazes?

Porque será considerado, em todo o mundo, como um dos maiores chefes de guerra de todos os tempos e um dos homens que mais contribuiu para a modernidade?

Pois, observando melhor – diferença primordial em relação aos conflitos actuais – essas guerras não levaram aos países conquistados apenas a guerra; introduziram os valores da Revolução Francesa, ansiados por elites locais admiradoras do século das Luzes, ideais que resumimos nas divisas do nosso país: liberdade, igualdade, fraternidade.

Em Portugal, a derrota militar francesa precedeu uma guerra civil que opôs os construtores de um novo mundo aos detentores de um mundo antigo, marcando assim o ponto de partida do Portugal moderno. As guerras napoleónicas constituem uma viragem na história de todos os países europeus.

A história não se limita a um paradoxo – e é isso que a torna apaixonante – foi pela guerra que esses novos valores, para tempos de paz, foram semeados na Europa inteira. Foi nessas guerras que germinaram e foi na paz recuperada, a partir de meados do século XIX, que os frutos nasceram e não cessaram de se desenvolver até hoje.

Abstenhamo-nos de deslocar os antigos conflitos do seu contexto, de os julgar com os conceitos políticos e morais contemporâneos. Tal seria perverter as fontes da memória.

Bravo a Tereza Caillaux de Almeida por trabalhar sobre os vestígios que esses caprichos da história deixaram na memória em Portugal.


Mensagem do Príncipe Charles Napoléon
Chefe da Casa Imperial de França
Paris, 12 de Março de 2010


segunda-feira, 3 de maio de 2010

Afganistão Séx XXI



Não é só de heróis de guerras passadas que se faz a História de Portugal, mas dos actuais conflitos nas quais, os militares valorosamente prestam serviço.
Um destes teatros de guerra é sem duvida o Afeganistão, palco de inúmeras guerras e conflitos ao longo de séculos e onde o Império Britânico viu ser arrancadas as garras do seu Leão.
As imagens que irei colocar são desses homens e mulheres, que servindo a nação, nos servem a nós, garantindo a nossa segurança e liberdade, nada exigindo em troca.
Aos militares colocados no Afeganistão o meu obrigado.