domingo, 25 de julho de 2010
Luso comemora 200 anos da Batalha do Bussaco
O programa de inauguração da exposição, dia 30, contempla ainda uma conferência sobre a temática proferida pelo professor de História da Universidade de Coimbra, poeta e critico literário, José Valle Figueiredo, e um concerto do Quarteto de Cordas da Orquestra Clássica do Centro. A entrada é gratuita.
A Guerra Peninsular ocupa, este ano, um lugar de destaque na programação cultural da Câmara da Mealhada. Em ano de comemoração do bicentenário da Batalha do Bussaco, o programa já conta com uma exposição evocativa da data, o lançamento de dois livros sobre a temática, o concerto da Banda Sinfónica do Exército nos jardins do Palace do Bussaco, e segue agora para mais uma iniciativa, que tem o seu momento alto no dia 30 de Julho, com a inauguração da exposição “A Guerra Peninsular e a Literatura”, a conferência de José Valle Figueiredo, seguida de um concerto do Quarteto de Cordas da Orquestra Clássica do Centro.
A exposição tem como temática a influência da Guerra Peninsular na Literatura Portuguesa. Uma guerra que designa o período das Invasões Francesas, que verdadeiramente foram franco-espanholas, e que abrange o período do início do século XIX até 1814, ano em que as tropas anglo-portuguesas puseram fim às hostilidades, entrando em França e derrotando o exército napoleónico. A Batalha do Bussaco é uma das que marca profundamente este período, com a vitória do Duque de Wellington e das tropas anglo-portuguesas no dia 27 de Setembro de 1810 na Serra do Bussaco.
Uma mostra que reflecte a influência desta guerra na nossa Literatura, primeiro na poesia e seguidamente no romance histórico, que foi ganhando expressão, surgindo em obras de autores como Camilo Castelo Branco, Pinheiro Chagas, Júlio Dantas, Aquilino Ribeiro e estendeu-se mesmo a outros grandes escritores do final do século XX. A exposição pode ser vista de 30 de Julho a 31 de Agosto, de segunda a sexta-feira, das 10 às 13 e das 14 às 17 horas, no Casino do Luso. A entrada é gratuita.
Esta é mais uma iniciativa do programa de comemorações dos 200 anos da Batalha do Bussaco, que a Câmara Municipal da Mealhada tem vindo a elaborar, em colaboração com o Estado Maior do Exército, a Academia Portuguesa da História, a Associação Napoleónica Portuguesa, a Fundação Mata do Buçaco e algumas associações locais. Um programa amplo e rico, que prevê ainda uma reconstituição histórica, nos dias 25 e 26 de Setembro, e a realização de um congresso internacional sobre a Batalha do Bussaco, de 29 a 31 de Outubro.
sábado, 24 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
A Guerra Peninsular na Revista de Artilharia

Com o titulo "A Guerra Peninsular na Revista de Artilharia ", é disponibilizado o excelente artigo do Coronel João Vieira Borges publicado na Revista de Artilharia.
O artigo é acessível através deste link.
http://www.revista-artilharia.net/index.php?option=com_content&task=view&id=105&Itemid=34
quinta-feira, 22 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Armazem Regimental - Exposição
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Projecto de Musealização da Colecção Guerra Peninsular de Frederico Pinto Basto

da Colecção Guerra Peninsular
de Frederico Pinto Basto
Na altura em que se comemora os 200 anos da Defesa das Linhas de Torres, o Município de Óbidos associa-se às iniciativas que se tem vindo a realizar por toda a região oestina, neste sentido informamos que a partir de hoje, dia 09 de Julho, se encontra disponível no Portal do Município de Óbidos, informação referente ao Projecto de Musealização da Colecção da Guerra Peninsular de Frederico Pinto Basto, que se encontra à guarda do Arquivo Histórico Municipal. Nesta página encontrará referências aos trabalhos já desenvolvidos e em desenvolvimento sobre a Colecção da Guerra Peninsular.
Assim, poderá aceder a essa informação, através do portal do Município :
http://www.cm-obidos.pt/
http://www.cm-obidos.pt/CustomPages/ShowPage.aspx?pageid=ae6797bf-e6a0-4d07-b040-210c63745b6e,
domingo, 18 de julho de 2010
Revista Ilustrada Portuguesa

sexta-feira, 16 de julho de 2010
Commemorations of Bussaco Battle
This battle took place in September 27th 1810 with the defeat of Napoleonic troops, confronting the best military strategists of that epoch: Junot, Massena and Wellington. This historical reconstitution can not be missed!
Programme highlights:
12th June to 4th July - Exhibition at Cine-Teatro Municipal Messias
25th September - Battle reenactment
29th to 31st October - International meeting about the Bussaco Battle
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
António Barreto e o reconhecimento devido aos ex-combatentes.
O presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, António Barreto, criticou hoje o Estado e o povo português por não tratar bem os antigos combatentes e pediu a eliminação das diferenças entre bons e maus soldados.
Na alocução que fez durante a sessão solene das cerimónias do Dia de Portugal, António Barreto afirmou que “Portugal não trata bem os seus antigos combatentes, sobreviventes, feridos ou mortos”, referindo que em termos gerais o “esquecimento” e a “indiferença” são superiores, sobretudo “por omissão do Estado”.
Barreto reitera as críticas ao povo português que é “parco em respeito pelos seus mortos” e acusa o Estado de ser pouco “explícito no cumprimento desse dever”, avisando que está na altura de “eliminar as diferenças entre bons e maus soldados, entre veteranos de nome e veteranos anónimos, entre recordados e esquecidos”.
Um antigo combatente não pode ser tratado de “colonialista”, “fascistas” ou “revolucionários”, mas simplesmente “soldado português”, pediu hoje o presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
O dia 10 de junho de 2010 fica marcado por ser a primeira vez que os antigos combatentes desfilaram na cerimónia militar oficial do Dia de Portugal.
“Está aberta a via para a eliminação de uma divisão absurda entre portugueses. Com efeito é a primeira vez que, sem distinções políticas, se realiza esta homenagem de Portugal aos seus veteranos”, declarou António Barreto.
“Independentemente das opiniões de cada um, para o Estado português todos estes soldados foram combatentes, são hoje antigos combatentes ou veteranos, mas sobretudo, são iguais. Não há entre eles, diferenças de género, de missão ou de função. São veteranos e foram soldados de Portugal”, argumentou, recordando que centenas de milhares de soldados combateram em nome de Portugal desde os inícios do século XX.
O presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, lamentou ainda o facto da Constituição e as leis portuguesas não obrigarem “infelizmente” a que as missões no estrangeiro sejam “aprovadas pelo Parlamento”, admitindo apenas o “acompanhamento do envolvimento” militar.
(Agência Lusa)
15:58 quinta-feira, 10 junho 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Revista Militar
A Revista Militar foi fundada em 1845 .
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Museu de Marinha a prazo.
Aqui fica o link para o post no blog Mirante e a petição publica.
Para quando o fim desta destruição do Estado, da Nação e do seu Património?
Porque tanta falta de respeito pelas instituições e património dos militares e qual a necessidade constante de os enfrentar e humilhar?
Agora, querem liquidar o Museu da Marinha. E depois o Militar, o de Alverca?
Será que esta gente não tem mesmo vergonha de deixar as gerações futuras um monte de nada, só para exibir egos?
Porque não se juntam estes iluminados para fazer um museu do Buraco Negro para explicarem como em 30 anos derreteram , derreteram as reservas de ouro, os fundos comunitários, as remessas de dinheiro enviadas pelos imigrantes, o capital das privatizações, e o capital resultante da venda do património edificado do Estado e no fim, depois desta desenfreada destruição, não nos resta nada e estamos falidos.
No face book tambem há um grupo contra o fim do museu da marinha [Não queremos que tirem o espólio do Museu da Marinha!]







