terça-feira, 1 de novembro de 2011
Abreviaturas necessárias à leitura do livro " O exército Anglo-Português 1808-1814"
Na correcção editorial do livro , por lapso, foi retirada esta parte, que aqui deixo, e que penso ser essencial para "ler" as biografias.
Ordens e medalhas
Ordens e Medalhas britânicas.
M.G.M. e M.G.C.– Military Gold Medal e Military Gold Cross.
G.S.M. – Military General Service Medal.
W.M. - Waterloo Medal
Lista das Ordens Honorificas britânicas.
The Most Noble Order of the Garter.
The Most Ancient and Most Noble Order of the Thistle.
Most Illustrious Order of St. Patrik.
The Most Honourable Order of the Bath (a partir de 1815 passa a ter uma
divisão militar e outra civil).
Royal Guelphic Order of Hanover.
The Most Distinguished Order of Saint Michael and Saint George.
Most Exalted Order of the Star of India.
Abreviaturas
KG- The Most Noble Order of the Garter.
KT-The Most Ancient and Most Noble Order of the Thistle
KP-Most Illustrious Order of St. Patrick.
KGC, KCB, CB -The Most Honourable Order of the Bath (a partir de 1815 passa a ter uma
divisão militar e outra civil)
GCH, KCH, KH- Royal Guelphic Order de Hannover.
GCMG, KCMG, CMG-The Most Distinguished Order of Saint Michael and Saint George
GCSI, KCSI, CSI- Most Exalted Order of the Star of India
C.B. - Companion of The Most Honourable Order of the Bath após 1815
G.C.B. -Knigth Grand Cross The Most Honourable Order of the Bath
após 1815.
G.C.H. -Knigth Grand Cross Royal Guelphic Order de Hannover
G.C.M.G. -Knigth Grand Cross The Most Distinguished Order of Saint Michael and Saint
George
K.B. -Knight The Most Honourable Order of the Bath até 1815.
K.C.B. -Knigth Commander The Most Honourable Order of the Bath
K.C.H. -Knigth Commander Royal Guelphic Order de Hannover
K.G. - Knight The Most Noble Order of the Garter
K.P. - Knight Most Illustrious Order of St. Patrick
K.S.I.- Knight Most Exalted Order of the Star of India até1866.
K.T. -Knight The Most Ancient and Most Noble Order of the Thistle
Ordens e Medalhas Portuguesas
M.D.C – Medalha de Distinção de Comando.
C.G.P. – Cruz da Guerra Peninsular.
Lista das Ordens Honoríficas portuguesas.
Ordem Militar da Torre e Espada.
Ordem de Cristo.
Ordem de São Bento de Avis.
Ordem Nª Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
Abreviaturas
G.C.T.E. - Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada
Cav.T.E. - Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada
Com.T.E. - Comendador da Ordem Militar da Torre e Espada
Cav.O.A. - Cavaleiro Ordem de Aviz
Com.O.A. - Comendador Ordem de Aviz
G.C.O.A. - Grã-Cruz da Ordem de Aviz
Com.O.C. - Comendador Ordem de Cristo
Cav.O.C. - Cavaleiro da ordem de Cristo
G.C.O.C. - Grã-Cruz da Ordem de Cristo
Com.N.S.C. - Comendador da Nª Senhora da Conceição de Vila
Viçosa
Ordens de outras nacionalidades
Ordem de Maria Teresa [Áustria]
Estrela de Ouro do Rio da Prata [Brasil]
Ordem Real Militar de São Fernando [Espanha]
Ordem Militar de Guilherme [Holanda]
Ordem do Mérito Militar [Prússia]
Ordem de São Jorge [Rússia]
Ordem de São Vladimir [Rússia]
Santa Ana [Rússia]
Ordem do Crescente do Império Otomano [Turquia]
Ordem do crescente [Egipto]
Guilherme [Holanda]
terça-feira, 18 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
O Exército Aliado Anglo-Português (1809 - 1814)

Boas novidades.
O meu segundo livro já está à venda ( Bertrand, Fnac, etc).
Chamo a atenção de que se trata de um trabalho de investigação, não sendo um livro de leitura fácil. Foram quase 15 anos de investigação, tendo como público alvo aqueles que se dedicam a esta época da história e pretendem saber com exactidão a organização do exercito Anglo-Português, e quem eram os seus comandantes, carreiras militares, interação entre ambos, etc.
Espero que gostem.
Aguardo comentarios, apontamentos e correcções.
Irei começar a colocar alguns post que ajudarão a compreender melhor o livro, e darei inicio a transposição parcial no que respeita a Lagos.
Etiquetas:
exército inglês,
exército português,
joão centeno,
livros,
O exército português na Guerra Peninsular
quarta-feira, 20 de julho de 2011
It is the Soldier

"It is the Soldier, not the minister
Who has given us freedom of religion.
It is the Soldier, not the reporter
Who has given us freedom of the press.
It is the Soldier, not the poet
Who has given us freedom of speech.
It is the Soldier, not the campus organizer
Who has given us freedom to protest.
It is the Soldier, not the lawyer
Who has given us the right to a fair trial.
It is the Soldier, not the politician
Who has given us the right to vote.
It is the Soldier who salutes the flag,
Who serves beneath the flag,
And whose coffin is draped by the flag,
Who allows the protester to burn the flag."
Charles M. Province, escrito em 1970
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Porto Vintage 2009 assinala Guerra Peninsular

Porto Vintage 2009 assinala Guerra Peninsular
23 de Maio de 2011, por Elisabete Maia
A Warre’s, da Symington, vai lançar no mês de Junho, um lote de 6 mil garrafas de Porto Vintage 2009 para assinalar a Libertação do Porto a 12 de Maio de 1809, pelo exército luso-britânico liderado pelo Duque de Wellington, durante a Guerra Peninsular. As garrafas vão ser postas à venda nos mercados português e inglês.
Este lote de vinhos terá um lançamento restrito e as garrafas serão numeradas individualmente. Trata-se de uma homenagem ao capitão William Warre, um dos jovens oficiais que integrava o exército e que esteve na frente da Libertação do Porto. O jovem oficial nasceu no Porto em 1784 e pertencia a uma família produtora de Vinho do Porto com o mesmo nome.
Por cada caixa vendida, a Warre’s e a família Symington vão doar, em Portugal, 55,00 euros à Liga dos Combatentes e, no Reino Unido, 48,00 libras à “Help for heroes”, uma organização britânica de caridade. No final, espera-se angariar mais de 25.000 euros.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Descobertos em França. Chapa de barretina do Regimento de Lagos
Chapa de barretina do Regimento de Lagos
Acabei de receber a notícia desta descoberta em solo Francês.
As imagens falam por si. Em especial gosto do crucifixo .
“bandeau de shako portugais du 2ème régiment, complet et en assez bon état.
Pièce unique dans la région je pense. On trouve des fragments, mais rarement gros, alors là complet... dans un roncier autour duquel nous étions passés au moins 20 fois...
pique de chasseur
capucine de 1777
pontet de BB
tire bourre anglais
boucle croix en bronze médaille pieuse
très gros "cavalier", je ne sais pas à quoi cela pouvait servir
60 balles environ “
domingo, 3 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
sábado, 19 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
D. Miguel Pereira Forjaz, Conde da Feira (1769-1827)

Saíu mais uma obra que qualquer amante de história não pode perder.
Trata-se da tradução de uma tese de Francisco De La Fuente sobre um dos maiores estadistas do séc. XIX. Wellington referindo-se a D. Miguel Pereira Forjaz, dizia que este era "o homem mais hábil da peninsula. "
A sua imagem ficou manchada pela sua intervenção na morte de seu primo Gomes Freire de Andrade, e com a famosa frase " Felizmente hoje há luar"
Aqui fica a indicação da obra:
D. Miguel Pereira Forjaz, Conde da Feira (1769-1827)
Autor(a): Fuente, Francisco De La
Data: 2011, Janeiro
ISBN: 9789898219237
N. Páginas: 318
Formato: 170*240
Apresentação do Livro
Trata-se da tradução de uma tese de Francisco De La Fuente sobre um dos maiores estadistas do séc. XIX. Wellington referindo-se a D. Miguel Pereira Forjaz, dizia que este era "o homem mais hábil da peninsula. "
A sua imagem ficou manchada pela sua intervenção na morte de seu primo Gomes Freire de Andrade, e com a famosa frase " Felizmente hoje há luar"
Aqui fica a indicação da obra:
D. Miguel Pereira Forjaz, Conde da Feira (1769-1827)
Autor(a): Fuente, Francisco De La
Data: 2011, Janeiro
ISBN: 9789898219237
N. Páginas: 318
Formato: 170*240
Apresentação do Livro
D. Miguel Pereira Forjaz, foi certamente o Português com a maior responsabilidade na organização da defesa da nossa independência durante a Guerra Peninsular, como general e membro do Conselho de Regência (1808-1820), como Secretário para os assuntos da Guerra e Negócios Estrangeiros, durante a ausência da corte no Brasil. Beresford, marechal de exército português, durante a Guerra reportava a D. Miguel. Em conjunto geriram a reorganização das forças armadas em Portugal após a revolta patriótica anti-napoleónica de 1808. Era também com D. Miguel que Wellington tratava dos problemas políticos e administrativos do exército Anglo-Português.
Forjaz participou como oficial de estado-maior na campanha do Rossilhão e na Guerra de 1801. Secretariou depois a elaboração e discussão das diversas medidas que foram propostas ao príncipe-regente Dom João para reformar e modernizar o Exército e para a reestruturação político-militar do País. Estas propostas de reorganização do Exército, no seu essencial viriam a ser implementadas mais tarde por si a partir de 1806, 1808 e 1809, em acordo com o marechal Beresford que as aplicará na prática, embora por vezes se atribua erradamente ao chefe militar inglês a autoria das reformas do exército.
Tendo inicialmente estado ligado por laços familiares e profissionais ao designado “partido francês”, D. Miguel Pereira Forjaz acabou por ser o organizador institucional da aliança militar Anglo-Portuguesa que outrora atacara. Forjaz sabia que o País não conseguiria ganhar a guerra contra Napoleão sem uma importante ajuda militar Britânica. Essa ajuda era no entanto sujeita a constantes renegociações com Londres. A salvaguarda dessa aliança e dos limites do esforço possível será o seu combate diplomático quotidiano, em constante confronto com os seus colegas da Regência, com o governo no Brasil, com o embaixador português em Londres e com os britânicos em Lisboa. Infatigável e pragmático, Forjaz acabará por conseguir o objectivo para que tinha sido mandatado pelo Príncipe-Regente: a defesa da independência de Portugal contra as ambições de Napoleão.
BIOGRAFIA DO AUTOR
Francisco de la Fuente nasceu em Havana, Cuba, e imigrou para os Estados Unidos. Estudou na Florida State University onde completou o seu doutoramento sob a direcção do professor Donald D. Horward. A Fundação Calouste Gulbenkian concedeu-lhe duas bolsas para investigar D. Miguel Pereira Forjaz e a sua contribuição para a defesa de Portugal durante a Guerra Peninsular. Tem participado em inúmeras conferências internacionais e assim como no Consortium on Revolutionary Europe e apresentou comunicações sobre vários aspectos da participação de Portugal na Guerra Peninsular. Reside actualmente em Tallahassee, Florida.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
EXPOSITION " ESPAGNE ET PORTUGAL : 1807-1814 WELLINGTON ENTRE EN SCÈNE "

EXPOSITION " ESPAGNE ET PORTUGAL : 1807-1814 WELLINGTON ENTRE EN SCÈNE "
Du 18/02/11 au 31/5/2011
Le musée Wellington présente en collaboration avec le Musée Royal de l’Armée et le Comité de Waterloo, une exposition sur les campagnes d’Espagne et du Portugal de Napoléon. Elle couvrira les périodes de 1807 à 1814.
Des armes, des portraits, des uniformes, des médailles, nombre de pièces exceptionnelles ont été rassemblés pour illustrer les origines et le déroulement de cette guerre qui a ensanglanté la Péninsule ibérique pendant plusieurs années et entraîné des bouleversements politiques dont les conséquences se feront sentir jusqu’au XXème siècle.
Un montage audio-visuel et des visites guidées vous présenteront les différentes étapes de cette période napoléonienne.
Visites guidées possibles sur réservation.
Tarif d’entrée : 5€ exposition et musée ou 3€ pour l’exposition uniquement.
Musée Wellington, chaussée de Bruxelles 147 – 1410 Waterloo
Tél : 02/357 28 60 – museewellington@skynet.be
Du 18/02/11 au 31/5/2011
Le musée Wellington présente en collaboration avec le Musée Royal de l’Armée et le Comité de Waterloo, une exposition sur les campagnes d’Espagne et du Portugal de Napoléon. Elle couvrira les périodes de 1807 à 1814.
Des armes, des portraits, des uniformes, des médailles, nombre de pièces exceptionnelles ont été rassemblés pour illustrer les origines et le déroulement de cette guerre qui a ensanglanté la Péninsule ibérique pendant plusieurs années et entraîné des bouleversements politiques dont les conséquences se feront sentir jusqu’au XXème siècle.
Un montage audio-visuel et des visites guidées vous présenteront les différentes étapes de cette période napoléonienne.
Visites guidées possibles sur réservation.
Tarif d’entrée : 5€ exposition et musée ou 3€ pour l’exposition uniquement.
Musée Wellington, chaussée de Bruxelles 147 – 1410 Waterloo
Tél : 02/357 28 60 – museewellington@skynet.be
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Palestra sobre a Guerra Peninsular pelo tenente General António Mascarenhas
Palestra sobre a Guerra Peninsular pelo tenente General António Mascarenhas
No dia 23 de Fevereiro de 2011, pelas 21.30h, realiza-se uma palestra com debate subordinada ao tema “Guerra Peninsular: As milícias, ordenanças e outros paisanos portugueses ”, sendo Orador Convidado o Tenente General António Maia Mascarenhas, actual Vice-Presidente do Conselho Nacional do Planeamento Civil de Emergência.
Entre diversas outras actividades no âmbito académico e científico, refira-se a participação do General Mascarenhas em diversas conferências inseridas no programa das comemorações do Bicentenário das Guerra Peninsular e das evocações das Linhas de Torres Vedras.
A Palestra é promovida pelo Rotary Clube do Entroncamento contando com o apoio da Câmara Municipal do Entroncamento e da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, tendo lugar na Sala de Conferência da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, e tem Entrada Livre, limitada apenas à capacidade da sala.
No dia 23 de Fevereiro de 2011, pelas 21.30h, realiza-se uma palestra com debate subordinada ao tema “Guerra Peninsular: As milícias, ordenanças e outros paisanos portugueses ”, sendo Orador Convidado o Tenente General António Maia Mascarenhas, actual Vice-Presidente do Conselho Nacional do Planeamento Civil de Emergência.
Entre diversas outras actividades no âmbito académico e científico, refira-se a participação do General Mascarenhas em diversas conferências inseridas no programa das comemorações do Bicentenário das Guerra Peninsular e das evocações das Linhas de Torres Vedras.
A Palestra é promovida pelo Rotary Clube do Entroncamento contando com o apoio da Câmara Municipal do Entroncamento e da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, tendo lugar na Sala de Conferência da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, e tem Entrada Livre, limitada apenas à capacidade da sala.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
GUERRA COLONIAL PORTUGUESA 1961 - 1974 04 DE FEVEREIRO DE 2001.
Hoje é dia de prestar homenagem a TODOS os militares que prestaram serviço durante a Guerra do Ultramar ou Colonial, independentemente das cores, raças , credos , ou ideologias. Uma geração que sacrificou os melhores anos da sua vida senão a mesma.
Podem estar perdidos, MAS NÃO ESQUECIDOS.
"Podem estar perdidos, mas não esquecidos. Aqueles que viajaram longe para lutar em terras estranhas, sabem que o maior consolo do soldado é ter os amigos por perto. No calor da refrega, da batalha, nós deixamos de nos bater por um ideal ou por uma bandeira. Em vez disso, lutamos pelo homem à nossa esquerda, e lutamos pelo homem à nossa direita. Depois dos exércitos serem licenciados, depois da queda dos impérios, tudo o que resta é a lembrança daqueles instantes preciosos, passados lado a lado."
Podem estar perdidos, MAS NÃO ESQUECIDOS.
"Podem estar perdidos, mas não esquecidos. Aqueles que viajaram longe para lutar em terras estranhas, sabem que o maior consolo do soldado é ter os amigos por perto. No calor da refrega, da batalha, nós deixamos de nos bater por um ideal ou por uma bandeira. Em vez disso, lutamos pelo homem à nossa esquerda, e lutamos pelo homem à nossa direita. Depois dos exércitos serem licenciados, depois da queda dos impérios, tudo o que resta é a lembrança daqueles instantes preciosos, passados lado a lado."
sábado, 15 de janeiro de 2011
Em Lisboa ninguem se cura...
É com pezar , e surpresa que o Ilustrissimo e Excelentissimo Senhor Marechal Beresford, Comandante em Chefe do Exercito, soube que em desprezo da Ordem do dia de 16 de Novembro proximo passado, muitos oficiais dando-se por doentes, se conservam ainda em Lisboa, e ordena positivamente , que todo o Oficial com molestia, que não tiver absolutamente incapaz para o fazer, ou que não tiver permissão directa do Senhor Marechal para estar em Lisboa, deixe instantaneamente esta Cidade, e vá cirar-se a quatro léguas de distancia dela pelo menos, visto parecer que dentro da referida Cidade nunca se completa a cura de molestia alguma.
(...)
domingo, 9 de janeiro de 2011
Os uniformes da Guerra Peninsular sobrevivem.

Efectivamente, sobrevivem do outro lado do Atlantico.
São uniformes históricos do corpo de fuzileiros navais da marinha do Brasil que fazem 200 anos e de matiz Portuguesa. São usados em cerimónias especiais.
Tal como eles referem:
"A Brigada Real da Marinha foi a origem do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil. Criada em Portugal em 28 de agosto de 1797, por Alvará da rainha D. Maria I, chegou ao Rio de Janeiro, em 7 de março de 1808, acompanhando a família real portuguesa que transmigrava para o Brasil, resguardando-se das ameaças dos exércitos invasores de Napoleão. Dizia o Alvará: “Eu, a Rainha, faço saber aos que este Alvará com força de lei virem, que tendo-me sido presentes os graves inconvenientes, que se seguem, ao meu Real Serviço, e à disciplina da Minha Armada Real, e o aumento de despesa que se experimenta por haver três corpos distintos a bordo das naus e outras embarcações de guerra da Minha Marinha Real, quais são os Soldados Marinheiros: sendo conseqüências necessárias desta organização, em primeiro lugar, a falta da disciplina que dificilmente se pode estabelecer entre os Corpos pertencentes a diversas repartições: em segundo, a falta de ordem, que nascem de serem os Serviços de Infantaria e de Artilharia, muito diferentes no mar do que são em terra: e ser necessário que os Corpos novamente embarcados aprendam novos exercícios a que não estão acostumados. Sou servida mandar criar um Corpo de Artilheiros Marinheiros, de Fuzileiros Marinheiros e de Artífices e Lastradores debaixo da Denominação de Brigada Real da Marinha...”
São uniformes históricos do corpo de fuzileiros navais da marinha do Brasil que fazem 200 anos e de matiz Portuguesa. São usados em cerimónias especiais.
Tal como eles referem:
"A Brigada Real da Marinha foi a origem do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil. Criada em Portugal em 28 de agosto de 1797, por Alvará da rainha D. Maria I, chegou ao Rio de Janeiro, em 7 de março de 1808, acompanhando a família real portuguesa que transmigrava para o Brasil, resguardando-se das ameaças dos exércitos invasores de Napoleão. Dizia o Alvará: “Eu, a Rainha, faço saber aos que este Alvará com força de lei virem, que tendo-me sido presentes os graves inconvenientes, que se seguem, ao meu Real Serviço, e à disciplina da Minha Armada Real, e o aumento de despesa que se experimenta por haver três corpos distintos a bordo das naus e outras embarcações de guerra da Minha Marinha Real, quais são os Soldados Marinheiros: sendo conseqüências necessárias desta organização, em primeiro lugar, a falta da disciplina que dificilmente se pode estabelecer entre os Corpos pertencentes a diversas repartições: em segundo, a falta de ordem, que nascem de serem os Serviços de Infantaria e de Artilharia, muito diferentes no mar do que são em terra: e ser necessário que os Corpos novamente embarcados aprendam novos exercícios a que não estão acostumados. Sou servida mandar criar um Corpo de Artilheiros Marinheiros, de Fuzileiros Marinheiros e de Artífices e Lastradores debaixo da Denominação de Brigada Real da Marinha...”
O batismo de fogo dos Fuzileiros Navais ocorreu na expedição à Guiana Francesa (1808/1809), com a tomada de Caiena, cooperando ativamente nos combates travados até a vitória, garantindo para o Brasil o atual estado do Amapá.

Nesse mesmo ano, 1809, D. João Rodrigues Sá e Menezes, Conde de Anadia, então Ministro da Marinha, determinou que a Brigada Real da Marinha ocupasse a Fortaleza de São José, na Ilha das Cobras, onde até hoje os Fuzileiros Navais têm seu “Quartel-General”.
Após o retorno do Rei D. João VI para Portugal, um Batalhão da Brigada Real da Marinha permaneceu no Rio de Janeiro. Desde então, os soldados-marinheiros estiveram presentes em todos os episódios importantes da História do Brasil, como nas lutas pela consolidação da Independência, nas campanhas do Prata e em outros conflitos armados em que se empenhou o País. "
Retirado do Blog Special Weapons

Nesse mesmo ano, 1809, D. João Rodrigues Sá e Menezes, Conde de Anadia, então Ministro da Marinha, determinou que a Brigada Real da Marinha ocupasse a Fortaleza de São José, na Ilha das Cobras, onde até hoje os Fuzileiros Navais têm seu “Quartel-General”.
Após o retorno do Rei D. João VI para Portugal, um Batalhão da Brigada Real da Marinha permaneceu no Rio de Janeiro. Desde então, os soldados-marinheiros estiveram presentes em todos os episódios importantes da História do Brasil, como nas lutas pela consolidação da Independência, nas campanhas do Prata e em outros conflitos armados em que se empenhou o País. "
Retirado do Blog Special Weapons
Subscrever:
Mensagens (Atom)












