segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Army Gold Medal e Army Gold Cross (G.M.)

Foto da colecção Colecção Robert Gottlieb com autorização do proprietário e autor.


Army Gold Medal e Army Gold Cross (G.M.)[1] – A medalha de ouro da guerra Peninsular foi atribuída aos oficiais que participaram na guerra Peninsular de 1808 e de 1809, bem como na Guerra com os EUA de 1812. Foi a primeira medalha que poderia ser atribuída postumamente. A medalha foi fabricada em dois tamanhos. A medalha maior (duas polegadas no diâmetro) foi dada aos oficiais generais, a medalha menor foi dada normalmente aos oficiais com posto igual ou superior a Tenente-coronel. A medalha de ouro Peninsular foi importante pela sua novidade: era a primeira medalha que usou o sistema de barras (Clasps). As medalhas eram iguais excepto no nome da batalha gravada dentro de uma grinalda circular no reverso do verso da mesma, dependendo assim da primeira acção do seu portador. O período de sua atribuição foi-se estendendo até abranger toda a guerra peninsular, que durou até 1814.

Em consequência deste facto, um pequeno número de oficiais foi acumulando medalhas atribuídas nas diversas batalhas e acções em que participaram, todas iguais à excepção nome da batalha no reverso. Face a esta situação, as regras mudaram em 1813, passando a ser atribuída apenas uma medalha para toda a guerra, na qual devia ser inscrita no reverso a primeira batalha em que o oficial tinha entrado em acção. Para cada batalha subsequente era colocada uma nova barra na fita com o respectivo nome. Mais tarde, no mesmo ano, decidiu-se que a medalha de ouro seria dada para a primeira citação, e que o número das barras estaria limitado a duas.

À quarta acção ou batalha, a medalha e respectivas barras eram substituídas por uma cruz do ouro com os nomes das quatro batalhas (uma em cada braço da cruz). As batalhas e acções seguintes seriam juntas com o sistema de barras colocadas nas fitas. O número total das cruzes atribuídas foi de 163. O maior número de barras atribuídas com a uma cruz foi de nove, que coube ao duque de Wellington.

- Cruz e nove barras, apenas 1, atribuída ao duque de Wellington

- Cruz com sete barras, 2 atribuídas

- Cruz com as seis barras, 3 atribuídas

- Cruz com as cinco barras, 7 atribuídas

- Cruz com as quatro barras, 8 atribuídas

- Cruz com as três barras, 17 atribuídas

- Cruz com as duas barras, 18 atribuídas

- Cruz com a uma barra, 46 atribuídas

Os oficiais portugueses foram autorizados a usar as insígnias e medalhas conferidas pelo príncipe regente do reino unido por autorização do príncipe regente português D. João de 14 de Maio de 1814, OD 31 agosto 1814.


[1] «The Regulations for the award of medals (London Gazette of 11 September, 1810, and of 9 October, 1813) laid down "that one medal shall be borne by each officer recommended for such distinction," and "that for the second and third events, which may be subsequently commemorated in like manner," an officer should bear "a gold clasp attached to the ribbon to which the medal is suspended, and inscribed with the name of the battle or siege to which it relates. If a person became entitled to a fourth award, a gold cross was given" in substitution of the distinctions previously granted, "with the name of one of the four battles engraved on each arm of the cross. Clasps were added on the ribbon of the cross as required. Medals which would have been awarded to officers, had they not been killed in a battle or siege (or had since died), were transmitted to their families. The medals were of gold, those for General officers being 2. 1 inches in diameter, and those for other officers 1. 3 inch, the name of the recipient being engraved on the rim. The cross in design is that known as Maltese, 1. 5 inch wide, with ornamental border: in the centre a lion statant, in relief. The back of the cross is the same as the front. The name of the recipient is engraved on the edges of the arms. The clasps rneasure 2 inches by 6 inch, and, within a border of laurel, is engraved the name of the battle, or siege, for which it was granted. The ribbon —crimson with dark blue borders is 1. 75 inch wide. During the whole of the Peninsular War i.e. from 1808 to 1814 only 619 medals were awarded to officers of the British Army (including those serving in the Portuguese Army) for 18 different battles, actions, sieges, and captures of fortresses. Of this number, 48 (see List A) were conferred upon officers of the R. A. One of the rules governing the award of medals was "that an Officer shall receive a medal only for a particular action, in which the corps to which he belongs has been engaged with musketry." For this reason officers of the cavalry at Busaco did not receive a medal, and in all Wellington's recommendations the rule was most rigidly adhered to. For the capture of Ciudad Rodrigo in January, 1812, the medal was awarded for the storm only, i.e. for the assault and capture. The officers of the besieging and covering forces did not receive it, and none of the Head Quarters' Staff. Two Artillery officers only (Borthwick and Dickson) received it. Writing to Lieut-General Sir Stapleton Cotton, Bart., K. B, on 16 November, 1813, Wellington said that at the battle of Fuentes de Oñoro "there was a very heavy cannonade upon the troops, in which many were lost; but the officers of no corps were returned in the list for medals whose corps had not been engaged with musketry with the enemy. That is the rule, and I cannot depart from it." [Wellington's Dispatches. 1838. Vol. Xl, pp. 294-5. ]

It will thus be seen that to win a medal in the days of the Peninsular War was no easy matter. In 1847 a silver general service medal, with clasps, was authorized (Horse Guards' General Order, dated 1 June, 1847) for conferment "upon every officer, non-commissioned officer and soldier of the army, who was present in any battle or siege," etc., etc., for which gold medals had previously been awarded. The order applied only to men living in 1847, and not to relatives of those who had died. The qualification for the medal was not so stringent as for the original medal, in that the "engaged with musketry" condition was not enforced. Nine Artillery officers, as shown in the footnotes of list A, received it, with clasps for battles, sieges, etc., at which they had been present, but whose "troop" or "brigade" had not been engaged with musketry; or, because their rank did not at that time entitle them to the gold medal. The original medal rolls of claimants of the silver medal have been examined by me at the War Office. They are in bad condition, torn and damaged. They are generally headed:

"Return of officers now, or lately, serving in the Army whose claims to receive medals under the General Order of 1 June, 1847, have been examined and allowed, showing the regiments in which they formerly served and the battles or sieges referred to in the said order at which they were severally found to have been present."

These returns are signed by at least 4 General Officers, who were, apparently, specially appointed to check and verify claims. The work was most punctiliously carried out, as is seen from the remarks which were inserted when a claim was disallowed.

The following is given as an example. A veterinary-surgeon claimed clasps for Ciudad Rodrigo, Badajoz, Salamanca, Vittoria, San Sebastián, and Toulouse. The examining board remarked, "No duty could devolve on a veterinary surgeon at a siege, but Vet. Surg. —— served with the army at the periods of actions. Allow actions, disallow sieges." And so Ciudad Rodrigo, Badajoz, and San Sebastián were cut out. In addition to the nine officers, as mentioned in the foot-notes of List A, the silver medal was awarded to 81 officers of the Royal Artillery. One (2nd Captain P. Faddy) received the naval general service medal with clasp for San Sebastián, having been serving in the Fleet. J. H. Leslie, "Medals which were awarded to Officers of the Royal Regiment of Artillery for Service in the Peninsular War-1808 to 1814», in The Journal of the Royal Artillery, Vol. LI. No. 6. tambem em http://www. napoleonic-literature. com/Book_18/Medals/Medals. htm

domingo, 6 de novembro de 2011

CONDECORAÇÕES BRITÂNICAS

Wiliam Carr Beresford

Irei publicar algumas notas referentes às medalhas e ordens referidas no livro " O Exército Aliado Anglo-Português, 1808-1814".



CONDECORAÇÕES BRITÂNICAS

Antes de 1806, medalhas referentes a campanhas militares, eram desconhecidas tal como as conhecemos hoje. A Inglaterra tinha criado, já em Outubro de 1813, medalhas comemorativas das principais batalhas, desde a Roliça a Salamanca, e dos assaltos e tomadas de Ciudad Rodrigo e Badajoz, acções cujos nomes eram inscritos nas respectivas barras. E já naquela época muitos oficiais Portugueses foram contemplados com essas medalhas britânicas. Durante toda a Guerra Peninsular de 1808 a 1814 - apenas foram atribuídas 619 medalhas a oficiais do Exército britânico (incluindo os que serviram no Exército Português) para 18 batalhas, acções, assédios, e capturas de fortalezas. Foram estabelecidas regras rigidas para a sua atribuição. Uma dessas regras especificava que um oficial só receberia uma medalha por uma acção particular na qual o corpo de exército ao qual pertencesse estivesse comprometido em combate efectivo, e sob fogo. Por isso, por exemplo, os oficiais da cavalaria na batalha do Bussaco não receberam qualquer medalha. Para a captura de Ciudad Rodrigo em Janeiro, 1812, só foram atribuídas medalhas aos corpos que assaltaram a praça, i. e. pelo assalto e captura. Os oficiais dos corpos sitiantes e as forças de cobertura não receberam nenhuma, como não receberam os oficiais do Quartel-general. Só dois oficiais de artilharia receberam medalhas pela captura, Borthwick e Dickson.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Abreviaturas necessárias à leitura do livro " O exército Anglo-Português 1808-1814"

Na correcção editorial do livro , por lapso, foi retirada esta parte, que aqui deixo, e que penso ser essencial para "ler" as biografias.

Ordens e medalhas

Ordens e Medalhas britânicas.

M.G.M. e M.G.C.– Military Gold Medal e Military Gold Cross.
G.S.M. – Military General Service Medal.
W.M. - Waterloo Medal

Lista das Ordens Honorificas britânicas.
The Most Noble Order of the Garter.
The Most Ancient and Most Noble Order of the Thistle.
Most Illustrious Order of St. Patrik.
The Most Honourable Order of the Bath (a partir de 1815 passa a ter uma
divisão militar e outra civil).
Royal Guelphic Order of Hanover.
The Most Distinguished Order of Saint Michael and Saint George.
Most Exalted Order of the Star of India.

Abreviaturas
KG- The Most Noble Order of the Garter.
KT-The Most Ancient and Most Noble Order of the Thistle
KP-Most Illustrious Order of St. Patrick.
KGC, KCB, CB -The Most Honourable Order of the Bath (a partir de 1815 passa a ter uma
divisão militar e outra civil)
GCH, KCH, KH- Royal Guelphic Order de Hannover.
GCMG, KCMG, CMG-The Most Distinguished Order of Saint Michael and Saint George
GCSI, KCSI, CSI- Most Exalted Order of the Star of India
C.B. - Companion of The Most Honourable Order of the Bath após 1815
G.C.B. -Knigth Grand Cross The Most Honourable Order of the Bath
após 1815.
G.C.H. -Knigth Grand Cross Royal Guelphic Order de Hannover
G.C.M.G. -Knigth Grand Cross The Most Distinguished Order of Saint Michael and Saint
George
K.B. -Knight The Most Honourable Order of the Bath até 1815.
K.C.B. -Knigth Commander The Most Honourable Order of the Bath
K.C.H. -Knigth Commander Royal Guelphic Order de Hannover
K.G. - Knight The Most Noble Order of the Garter
K.P. - Knight Most Illustrious Order of St. Patrick
K.S.I.- Knight Most Exalted Order of the Star of India até1866.
K.T. -Knight The Most Ancient and Most Noble Order of the Thistle


Ordens e Medalhas Portuguesas

M.D.C – Medalha de Distinção de Comando.
C.G.P. – Cruz da Guerra Peninsular.

Lista das Ordens Honoríficas portuguesas.
Ordem Militar da Torre e Espada.
Ordem de Cristo.
Ordem de São Bento de Avis.
Ordem Nª Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

Abreviaturas
G.C.T.E. - Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada
Cav.T.E. - Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada
Com.T.E. - Comendador da Ordem Militar da Torre e Espada
Cav.O.A. - Cavaleiro Ordem de Aviz
Com.O.A. - Comendador Ordem de Aviz
G.C.O.A. - Grã-Cruz da Ordem de Aviz
Com.O.C. - Comendador Ordem de Cristo
Cav.O.C. - Cavaleiro da ordem de Cristo
G.C.O.C. - Grã-Cruz da Ordem de Cristo
Com.N.S.C. - Comendador da Nª Senhora da Conceição de Vila
Viçosa

Ordens de outras nacionalidades

Ordem de Maria Teresa [Áustria]
Estrela de Ouro do Rio da Prata [Brasil]
Ordem Real Militar de São Fernando [Espanha]
Ordem Militar de Guilherme [Holanda]
Ordem do Mérito Militar [Prússia]
Ordem de São Jorge [Rússia]
Ordem de São Vladimir [Rússia]
Santa Ana [Rússia]
Ordem do Crescente do Império Otomano [Turquia]
Ordem do crescente [Egipto]
Guilherme [Holanda]

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O Exército Aliado Anglo-Português (1809 - 1814)





Boas novidades.
O meu segundo livro já está à venda ( Bertrand, Fnac, etc).
Chamo a atenção de que se trata de um trabalho de investigação, não sendo um livro de leitura fácil. Foram quase 15 anos de investigação, tendo como público alvo aqueles que se dedicam a esta época da história e pretendem saber com exactidão a organização do exercito Anglo-Português, e quem eram os seus comandantes, carreiras militares, interação entre ambos, etc.
Espero que gostem.
Aguardo comentarios, apontamentos e correcções.

Irei começar a colocar alguns post que ajudarão a compreender melhor o livro, e darei inicio a transposição parcial no que respeita a Lagos.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

It is the Soldier


"It is the Soldier, not the minister

Who has given us freedom of religion.


It is the Soldier, not the reporter

Who has given us freedom of the press.


It is the Soldier, not the poet

Who has given us freedom of speech.


It is the Soldier, not the campus organizer

Who has given us freedom to protest.


It is the Soldier, not the lawyer

Who has given us the right to a fair trial.


It is the Soldier, not the politician

Who has given us the right to vote.


It is the Soldier who salutes the flag,

Who serves beneath the flag,

And whose coffin is draped by the flag,

Who allows the protester to burn the flag."


Charles M. Province, escrito em 1970

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Porto Vintage 2009 assinala Guerra Peninsular




Porto Vintage 2009 assinala Guerra Peninsular
23 de Maio de 2011, por Elisabete Maia


A Warre’s, da Symington, vai lançar no mês de Junho, um lote de 6 mil garrafas de Porto Vintage 2009 para assinalar a Libertação do Porto a 12 de Maio de 1809, pelo exército luso-britânico liderado pelo Duque de Wellington, durante a Guerra Peninsular. As garrafas vão ser postas à venda nos mercados português e inglês.

Este lote de vinhos terá um lançamento restrito e as garrafas serão numeradas individualmente. Trata-se de uma homenagem ao capitão William Warre, um dos jovens oficiais que integrava o exército e que esteve na frente da Libertação do Porto. O jovem oficial nasceu no Porto em 1784 e pertencia a uma família produtora de Vinho do Porto com o mesmo nome.

Por cada caixa vendida, a Warre’s e a família Symington vão doar, em Portugal, 55,00 euros à Liga dos Combatentes e, no Reino Unido, 48,00 libras à “Help for heroes”, uma organização britânica de caridade. No final, espera-se angariar mais de 25.000 euros.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Descobertos em França. Chapa de barretina do Regimento de Lagos



Chapa de barretina do Regimento de Lagos


Acabei de receber a notícia desta descoberta em solo Francês.


As imagens falam por si. Em especial gosto do crucifixo .


“bandeau de shako portugais du 2ème régiment, complet et en assez bon état.


Pièce unique dans la région je pense. On trouve des fragments, mais rarement gros, alors là complet... dans un roncier autour duquel nous étions passés au moins 20 fois...


pique de chasseur


capucine de 1777


pontet de BB


tire bourre anglais


boucle croix en bronze médaille pieuse


très gros "cavalier", je ne sais pas à quoi cela pouvait servir


60 balles environ “

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

D. Miguel Pereira Forjaz, Conde da Feira (1769-1827)


Saíu mais uma obra que qualquer amante de história não pode perder.
Trata-se da tradução de uma tese de Francisco De La Fuente sobre um dos maiores estadistas do séc. XIX. Wellington referindo-se a D. Miguel Pereira Forjaz, dizia que este era "o homem mais hábil da peninsula. "

A sua imagem ficou manchada pela sua intervenção na morte de seu primo Gomes Freire de Andrade, e com a famosa frase " Felizmente hoje há luar"

Aqui fica a indicação da obra:

D. Miguel Pereira Forjaz, Conde da Feira (1769-1827)
Autor(a): Fuente, Francisco De La

Data: 2011, Janeiro
ISBN: 9789898219237
N. Páginas: 318
Formato: 170*240

Apresentação do Livro

D. Miguel Pereira Forjaz, foi certamente o Português com a maior responsabilidade na organização da defesa da nossa independência durante a Guerra Peninsular, como general e membro do Conselho de Regência (1808-1820), como Secretário para os assuntos da Guerra e Negócios Estrangeiros, durante a ausência da corte no Brasil. Beresford, marechal de exército português, durante a Guerra reportava a D. Miguel. Em conjunto geriram a reorganização das forças armadas em Portugal após a revolta patriótica anti-napoleónica de 1808. Era também com D. Miguel que Wellington tratava dos problemas políticos e administrativos do exército Anglo-Português.

Forjaz participou como oficial de estado-maior na campanha do Rossilhão e na Guerra de 1801. Secretariou depois a elaboração e discussão das diversas medidas que foram propostas ao príncipe-regente Dom João para reformar e modernizar o Exército e para a reestruturação político-militar do País. Estas propostas de reorganização do Exército, no seu essencial viriam a ser implementadas mais tarde por si a partir de 1806, 1808 e 1809, em acordo com o marechal Beresford que as aplicará na prática, embora por vezes se atribua erradamente ao chefe militar inglês a autoria das reformas do exército.

Tendo inicialmente estado ligado por laços familiares e profissionais ao designado “partido francês”, D. Miguel Pereira Forjaz acabou por ser o organizador institucional da aliança militar Anglo-Portuguesa que outrora atacara. Forjaz sabia que o País não conseguiria ganhar a guerra contra Napoleão sem uma importante ajuda militar Britânica. Essa ajuda era no entanto sujeita a constantes renegociações com Londres. A salvaguarda dessa aliança e dos limites do esforço possível será o seu combate diplomático quotidiano, em constante confronto com os seus colegas da Regência, com o governo no Brasil, com o embaixador português em Londres e com os britânicos em Lisboa. Infatigável e pragmático, Forjaz acabará por conseguir o objectivo para que tinha sido mandatado pelo Príncipe-Regente: a defesa da independência de Portugal contra as ambições de Napoleão.

BIOGRAFIA DO AUTOR
Francisco de la Fuente nasceu em Havana, Cuba, e imigrou para os Estados Unidos. Estudou na Florida State University onde completou o seu doutoramento sob a direcção do professor Donald D. Horward. A Fundação Calouste Gulbenkian concedeu-lhe duas bolsas para investigar D. Miguel Pereira Forjaz e a sua contribuição para a defesa de Portugal durante a Guerra Peninsular. Tem participado em inúmeras conferências internacionais e assim como no Consortium on Revolutionary Europe e apresentou comunicações sobre vários aspectos da participação de Portugal na Guerra Peninsular. Reside actualmente em Tallahassee, Florida.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

EXPOSITION " ESPAGNE ET PORTUGAL : 1807-1814 WELLINGTON ENTRE EN SCÈNE "


EXPOSITION " ESPAGNE ET PORTUGAL : 1807-1814 WELLINGTON ENTRE EN SCÈNE "


Du 18/02/11 au 31/5/2011

Le musée Wellington présente en collaboration avec le Musée Royal de l’Armée et le Comité de Waterloo, une exposition sur les campagnes d’Espagne et du Portugal de Napoléon. Elle couvrira les périodes de 1807 à 1814.

Des armes, des portraits, des uniformes, des médailles, nombre de pièces exceptionnelles ont été rassemblés pour illustrer les origines et le déroulement de cette guerre qui a ensanglanté la Péninsule ibérique pendant plusieurs années et entraîné des bouleversements politiques dont les conséquences se feront sentir jusqu’au XXème siècle.

Un montage audio-visuel et des visites guidées vous présenteront les différentes étapes de cette période napoléonienne.

Visites guidées possibles sur réservation.

Tarif d’entrée : 5€ exposition et musée ou 3€ pour l’exposition uniquement.

Musée Wellington, chaussée de Bruxelles 147 – 1410 Waterloo

Tél : 02/357 28 60 – museewellington@skynet.be

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Palestra sobre a Guerra Peninsular pelo tenente General António Mascarenhas

Palestra sobre a Guerra Peninsular pelo tenente General António Mascarenhas
No dia 23 de Fevereiro de 2011, pelas 21.30h, realiza-se uma palestra com debate subordinada ao tema “Guerra Peninsular: As milícias, ordenanças e outros paisanos portugueses ”, sendo Orador Convidado o Tenente General António Maia Mascarenhas, actual Vice-Presidente do Conselho Nacional do Planeamento Civil de Emergência.

Entre diversas outras actividades no âmbito académico e científico, refira-se a participação do General Mascarenhas em diversas conferências inseridas no programa das comemorações do Bicentenário das Guerra Peninsular e das evocações das Linhas de Torres Vedras.

A Palestra é promovida pelo Rotary Clube do Entroncamento contando com o apoio da Câmara Municipal do Entroncamento e da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, tendo lugar na Sala de Conferência da Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, e tem Entrada Livre, limitada apenas à capacidade da sala.