sábado, 6 de março de 2010

DÉJÀ VU- Um novo arianismo muçulmano.



Como, Senhora Presidente? REACÇÕES COMPREENSIVEIS?

REACÇÕES COMPREENSÍVEIS?

Por ventura será problema meu, mas não vejo que a barbárie seja uma reacção, e muito menos que a perseguição seja um acto compreensível. Por ventura essa cidadã, que presumo ser Sueca, mora ou tem alguma culpa no que se passa no Médio Oriente?
Terá V,Exª medo do lobo mau, ou será que há uma nova aliança entre o Nazismo e o Islão? Sabemos que o houve, mas pensávamos que terminara no fim da segunda guerra mundial.

Perseguições num Reino como a Suécia?
Haverá pela Europa uma nova raça superior e uma nova cruzada religiosa?
Calamos com os Judeus? E quando passarem os perseguidos a serem os cristãos, aos agnósticos e ateus, quem sobrará para por clamar justiça e exigir ordem?
Não beneficiaram os ditadores com o nosso silêncio, quando pensamos que os perseguidos são os outros? E quando formos nós, quem clamará?
Será que não aprendemos nada com a História?
Tolerância será aceitar tudo, para não nos incomodarmos nem incomodarmos ninguém, ou não será antes uma forma de cobardia?

Será que teremos de derramar de novo o sangue dos nossos jovens, sacrificar os nossos Povos e martirizar o nosso Continente para lutar mais uma vez pela Liberdade?

3 comentários:

jorge ferreira disse...

João,

A afirmação da senhora é uma cretinice politicamente correcta e inaceitável. Daí, a falar de arianismo muçulmano, vai uma grande distância. Trata-se, tão só, de questões de ordem pública, em que o Estado Sueco não pode deixar de se impor, em nome da igualdade, do respeito pela condição humana e pela diversidade cultural". Ao invés, não se pode, também, calar a intolerância sionista e o terrorismo do Estado de Israel em nome de uma suposta legitima defesa contra os Palestinianos. Por sinal, tão ou mais semitas do que os Judeus. Amin Malouf, escritor e intelectual Libanês, questiona: “Que signifie d`appartenance colecttive, qu`elle soit culturelle, religieuse ou national? Porquoi ce désir, en soit légitime , conduit-il si souven a la peur de l`autre et à sa negation? Nos sociétes sont-elles condamnées à la violence sous les êtres n`ont pás la même langue, la même foi ou la même couleur?» “ Il y a dans l`histoire de l`Islam , dès ses débuts, une remarquable capaciter a coexister avec l`autre. A la fin du siécle (XIX) dernier, Istanbul; capital de la principal puissance musulmane, comptait dans sa population une majorité denon-musulmans,prinipalment dês Grecs, dês Arméniens et des Juifs. Imaginerait-on à la même époque une bonne moitié de non-chrétiens, muçulmans ou juifs, à Paris, à Londres, à Vienne ou à Berlin?” ( Les Identités Meurtrières, Livre de poche). É também um bom romancista com “Samarcanda.

Anónimo disse...
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Mário disse...

Em nome do politicamente correcto e dos sacrossantos direitos das minorias, os actos mais hediondos estão a ser branqueados. São agressões físicas e são agressões morais, como por exemplo a negação do Holocausto, a pedido das comunidades muçulmanas europeias.

A Liberdade é um valor inquestionável, e não podemos permitir este tipo de retrocesso civilizacional.